Como falamos sobre nós mesmos diante do fim? É dessa pergunta que nasce o meu livro, “A história de uma salsinha”.
Trata-se de uma autoficção que recusa o conforto da linearidade. O narrador é áspero e autoconsciente — ainda feto, já cínico. Uma ironia amarga sustenta o livro inteiro, mas é na segunda metade que a estrutura se estilhaça em vozes, diários e manchetes.
Capítulos que se…
A fragilidade dos nossos próprios relatos: autoficção, surrealismo e a morte. (Pré-venda aberta)
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