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“Everyone carries a piece of the puzzle. Nobody comes into your life by mere coincidence. Trust your instincts. Do the unexpected. Find THE OTHERS”
– Dr Timothy Leary

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“Welcome to the most ancient conspiracy on the planet. We’ve gone for so long now that we don’t remember what we were doing, but we don’t want to stop because we have nothing better to do.” - Fire Elemental

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"Stick apart is more fun when we do it together." - St. Mae

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20.3.14

O P.I.P.A. Convoca a Todos. ou não


https://www.rebelmouse.com/discordianismo/pipa/

Precisamos nos articular para combater ou não.

Marquemos várias marchas por todo o Brasil.

A/O Marcha/Evento da Família com JHV-1 Contra O Comunismo é chato/a pra caralho.



Precisamos de todo tipo de marcha oposta, anti e a favor de ser contra tudo isso que está ai ou não, e muito pelo contrário, porém de forma diferente ou completamente igual, pois a terceira lei de Newton (ação e reação no sentido igual e contrário) e a lei dos 5 não podem ser desrespeitadas de forma alguma, ou então pode sim.

Marchar é agora, ou amanhã. Ou não. Cada um que faça tudo ao seu alcance. Nosso objetivos é desobjetivar, tudo que disserem deverá e será usado contra eles ou não. Em nome de Loki, amém. Salve Discórdia!

Partido Surrealista Brasileiro 
Partido Interestelar Parrachiano Anarco-Zen-Discordiano 
PARTIDO ANARCOTRANSEXUALISTA INTERGALÁCTICO
Última Igreja SubGenius Multi-universal Pirata Ninja Zen Harlem Shake Slack

A ZUERA É O CAMINHO PARA O LADO MULTICOLORIDO. É PRECISO TER O KAOS DENTRO DE SI PARA DAR ZUERA DANÇANTE OU NÃO.

Recomendamos pistolas de água, pena de ganso, cascas de banana, pula-pula, orégano, farinha, talco, bolas de praia,papel higiênico e livros.



Foto de Eduardo Marques.


Usamos Helvetica pq somos gay, e se somos gay somos automaticamente designers gráficos
Marcha dos ursinhos carinhosos contra o falocapitalismo heterocaucasonormativo cristão


O PSuB convoca para mais este evento cívico

O PSuB convoca para mais este evento cívico



  MARCHA DOS PECADORES
Se tem a marcha da família com Deus, façamos a marcha dos pecadores!!!

Porque é um pecado questionar os valores sociais e políticos! O progresso é coisa do capeta!                  
 
    
 
 
                                                                                         
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 



"Marcha do tilt com random" 
sugerida pelo (a)partidário membro-(des)fundador do P.I.P.A. Rajiphun Maldonado

"Nós somos parasitas, a gente deixa todo mundo se preocupar com politica e religião pra ficar parasitando e invertendo cos
tume, se vc constrói a gente constrói tb mas ao contrario, se vc quer subir nos queremos nadar na água raz, se vc quer amigos nos queremos uma tv de 29 polegares, assim vamos indo na marcha dos bons costumes randômicos com mto tilt na cabeça, rumo a nossas casas pois a marcha so durou um nanosegundo, so q não, nos decidimos voltar, na vdd tudo aconteceu sem parar, sem vc perceber, eu estava la! eu estava la! eu naici! hauhuahuahauhaah vamos assistir televisão e fingir q jogamos bola, qto mais costura mais status, vamos nos estressar, quero ficar com veia na testa de tanto estresse, mas antes disso tudo, vamos fugir e vamos algemar policia, pois o nosso lema eh TEJE PRESO!"


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Marcha da juventude contra família e com as drogas



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Sugira mais Marchas aqui. Ou não
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Coca-cola diet com mentos. Spray de cabelo. Espuma. Buzina. bonecas infláveis. bumerangue. Fotos da Xuxa Pelada. Panelas. Figurinhas. Taxistas taoístas, budistas paraquedistas, espíritas taxidermistas, ateus atoa, surfistas pastafarianistas , piratas pelados,weird wiccans , surrealistas ludistas, psiconautas situacionistas , groucho-marxistas, retro-futuristas avant garde e bêbados conhecidos, neo-techs, repentistas raelianos .... A minuto é mostrar com quantos cavalos marinhos grávidos se faz um cardume.

Foto de Henrique Silveira.

Indecência ou Sorte!


Não somos chatofóbicos, os chatos é que são contra nós, portanto em nome da legítima zuera da sagrada retaliação. Hay sentido? Somos contra.
















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15.1.14

Delírio Coletivo News & GOldS -> Tudo Junto & Separado <- Dentro do Tudismo LinKAOnico Cúbico

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No princípio havia o NADA e o NADA era tudo que havia. Então, de um modo misterioso e secreto, houve o princípio de uma VONTADE e uma CONSCIÊNCIA surgiu dentre o MAR DE NADA.
Esta consciência após surgir foi se DENSIFICANDO e acabou por EXISTIR "NONADA". E ESTAVA SÓ. E TINHA PODERES ALI. Um deles era fazer o que quisesse com a força de seu pensamento. Podia também se mover em qualquer velocidade dentro "DONADA".

É bom observar que com o seu surgimento em forma densa, o nada ganhou uma divisão de planos: Havia agora um chão que o ser, densificado, pisava.
Após um certo MOMENTO, A FORÇA desta CONSCIÊNCIA parou para OBSERVAR algo que SURGIU também "NONADA": UM CUBO, pairando no ar, acima do nível do chão. O SER ficou ENCANTADO com o CUBO. E DECIDIU ENTRAR NELE. Ao simplesmente QUERER entrar no cubo, já se viu dentro, pois o seu pensamento era pura ação.
Ao Entrar no cubo, o ser notou que estava num ponto mediano do mesmo, suspenso apenas por uma placa de metal, do tamanho de um piso, que calçava seus pés, suspensos em altura mediana, dentro do cubo. O ser olhou para trás e viu que havia uma porta fechada em suas costas. Após observar a porta e a placa que dava para ele chão dentro do cubo, olhou para frente e viu uma outra porta, exatamente na extremidade oposta de onde estava. Ao ver essa porta, instintivamente o ser pensou: "É lá que devo chegar".
O Cubo estava totalmente vazio, com excessão apenas destes elementos citados anteriormente. O ambiente se parecia com ar-condicionado, bem limpo e sereno. O ser notou que dentro do cubo, havia perdido todos os seus poderes que tinha quando habitava o nada.
Uma PONTE começou a se formar de placas de metal, placa por placa, abrindo o caminho de uma PORTA À OUTRA, que por lógica, se aberta, faria com que o ser voltasse ao nada e recuperasse seus poderes. Ao ver a ponte totalmente formada dentro do cubo, em altura mediana, o ser começou a andar rumo à outra porta.
No meio do caminho, o cubo EXPLODIU EM CHAMAS. Houve uma explosão repentina e tudo dentro do cubo começou a pegar FOGO. O ser se assustou com a explosão e ao olhar para trás, percebeu que a ponte se dissolvia no fogo, placa por placa, sendo destruída pouco a pouco. O ser se espantou. Começou a correr rumo à porta.
Quando estava chegando na porta, a ponte se dissolveu completamente e ele caiu no abismo de chamas que havia se formado dentro do cubo.
Uma CRUZ DE BRONZE foi erguida com o ser CRUCIFICADO. Então tudo ficava NEGRO, como quando alguém fecha os olhos e o mundo some. Logo após o período no escuro total e completo, TUDO COMEÇAVA NOVAMENTE DO MESMO JEITO ANTERIOR. Essa história se repete SETE VEZES.

Continua aqui

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HihiSlackronedianos Aanidi Freaks Mutantes, uni-vos!

E você perguntaria: "por que eu faria isso?"

E eu respondo: "boa pergunta"

e emendo com outra pergunta: "por que não?"




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Companheiros, desde o fim da presença potente do Macaco Tião, a representatividade política brasileira desfalece. Não se iludam! A falência é internacional. As estratégias da contracultura ficaram água abaixo e o movimento esquerdista se aliou ao Caracinza, inimigo declarado no Princípia Discórdia, se aliando aos alicerces que visava destruir.

Com a finalidade expressa de fazer piada em forma de política e política em forma de piada, de atravessar o groucho-marxismo e situar-se junto ao anarquismo zen-discordiano, eis que tomou forma em 02 de outubro de 2005 o P.I.P.A.: Partido Internacional Parrachiano A(Narco)ZenDiscordiano.

O PIPA iniciou sua atuação política com as des-candidaturas de Timóteo Pinto, Fernando Rivelino, Geo Abreu, vereadora Pagu e Madame Lily. Com distintos mandados e planos de desgoverno, os excelentíssimos membros do PIPA, defenderam da infantocracia até a sexualidade radical da terceira idade. Contra um mundo regulado pela ordem, o delírio e a insubmissão pueril. O sexo e não a sexualidade. As multiplas realidades e não o haldol!

Ativistas do multiverso e adeptos da transliteração: Filiem-se ao P.I.P.A.! ::: O Partido da Hermenêutica Delirante

A filiação é gratuita e o amor universal.

A PIPA VAI VOAR!

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Aaní ::: Caos Mimetizado :::

por Zoenous (zoenousarrobayahoo.com.br)

O quê?

Aaní é uma palavra de origem Tupi, que significa “Não, Nada”. É equivalente à palavra grega Xáos (Caos), de mesmo significado. O conceito de Caos foi corrompido pelo tempo e pela ignorância, pelo moralismo e pela resposta que a “Realidade Consensual” deu a movimentos como o Anarquismo de Bakunin, transformando este conceito em sinônimo de “desordem”. Hoje, sabe-se através da Ciência Quântica que o Caos não é desordem, baderna ou arruaça, mas refere-se à impreditabilidade do espaço vazio primordial. Caos, Aaní, não pode ser definido, pois fazê-lo seria negá-lo. Entretanto, o mais próximo que podemos chegar de sua equivalência abstrata é considerá-lo como sendo a vastidão interminável de possibilidades que permeia o Cosmos. Nós estamos, inegavelmente, dentro desta “qualquer coisa em potencial” e ela está dentro de nós.

O objetivo desse Movimento, Projeto, Aglomeração, Reduto, Façanha, Acepção Ruim, ou qualquer outra palavra que possa definir essa coisa que achamos por bem nomear Aaní é justamente explorar, difundir, criar, destruir e re-criar estes conceitos e aplicá-los nas áreas das Artes Plásticas, Literatura, Música, Jornalismo, Tecnologia da Informação, Sociologia, Antropologia, Psicologia, Mitologia, Expressão Religiosa e outros campos que possam surgir no meio do caminho.

Para quê?

Para quê Alexandre, O Grande, saiu globalizando a Macedônia, o Oriente Médio e o Mundo de sua época? Para quê as Feministas se organizaram no final do século passado visando direitos iguais aos dos homens? Para quê Aleister Crowley revolucionou a cena ocultista da Inglaterra e do resto do Ocidente no início do século XX? Para quê derrubaram a Ditadura? Para quê tiraram o Collor? Para quê puseram o Lula? Para quê vão tirar o Lula? Para quê foram criados o Rock n’ Roll, o movimento Punk e o Hip Hop? Para quê o Dadaísmo, os Beats, a Generation Jones, os Kings Mob, os Góticos, neo-Góticos, Clubbers, Cybers, Caoístas, Discordianistas, Grungers, Head-bangers, Backpackers (hitchhickers, mochileiros), Body Modificators (tatuagem, piercing, cirurgia cosmética, implantes), Freegans, Vegans, Greens, Wiccanos, Seiðmaðr e Völva (Asatrüar, Seiðr, neo-Paganismo Nórdico), New Agers, Geeks, Freaks, Ravers, Graffiti, Pachucos, Nerds, Otherkins (Vampiros, Lobisomens e antropomorfos), Thelemitas, Ateístas e todas as outras subculturas? Pra quê? Responda a estas perguntas e esta será a resposta de “Para quê um movimento como o Aaní?”

Por que?

Porque o ser humano muda. E se esta mudança demora a sair naturalmente, ela pode ser provocada. Muitas pessoas reclamam da violência, do descaso com o meio ambiente, da falta de liberdade, da libertinagem alheia, da corrupção do governo, da apatia da arte contemporânea, da falta de oportunidade, da elitização econômica do conhecimento e da informação, e não conseguem nem podem fazer nada sozinhos. Porque a Política, a Moral, a Ética, a escala de Liberdade, a Justiça, a Crença, a Aceitação ou Rejeição de idéias e ideais de um povo, são todas determinadas pela sua Cultura Dominante. É impossível, ou pelo menos muito difícil, conseguir que estes resultados (Política, Crença, etc.) de processos culturais sintetizados sejam alterados, sem antes alterar base estrutural destes processos, ou seja: A Cultura.

É ela que determina e regula o comportamento, o vestuário, a expressão artística, a religião, as leis, a forma de governo, a produção e transmissão (ou bloqueio) da informação, o que pode e o que não pode. À medida que estas Culturas Dominantes, com o tempo, passam a aceitar melhor as cenas de nudez no cinema; a linguagem explícita em público; permitir que mulheres votem, dirijam e trabalhem; que os homossexuais troquem carícias em público; que uma menina de quinze anos espalhe que é bruxa sem ser queimada; que pessoas se tatuem, coloquem piercings e silicone na testa; que homens se maquiem; que top models engravidem de jogadores de futebol, ou de um rock star, para fatiar sua fortuna e serem convidadas a apresentar programas de TV; E outros tabús vão sendo quebrados, os movimentos de contracultura, originados por subculturas, vão sendo absorvidos por essas Culturas Dominantes, permitindo que novas subculturas surjam para substituir suas precursoras. Até que, um dia, estas subculturas (agora parte da Cultura Dominante) se tornem obsoletas e sejam alteradas pelo mesmo processo que recomeça. O Aaní existe porque sabe que, e quer que, cedo ou tarde, estas subculturas se hibridizem e se permitam trocar informações, expandir sua atuação e aceitação, para que novas subculturas apareçam.

Como?

Através dos memes. Meme é um termo, cunhado em 1976 por Richard Dawkins no seu bestseller “O Gene Egoísta”, que é para a memória o análogo do gene na genética: a sua unidade mínima. É considerado como uma unidade de informação que se multiplica (é transmitida) de cérebro em cérebro, ou entre locais onde a informação é armazenada, e outros locais de armazenamento ou cérebros. O meme é considerado uma unidade de evolução cultural que pode, de alguma forma, auto-propagar-se. Podem ser idéias ou partes de idéias, línguas, gírias, sons, desenhos, capacidades, valores estéticos e morais, ou qualquer outra coisa que possa ser aprendida facilmente e transmitida enquanto unidade autônoma. O que determina a sua auto-propagação é a facilidade com que é absorvido e propagado, bem como sua habilidade de transmutar.

Exemplos claros de memes são Celulares, Mp3 Players, I-Pods, I-Phones, Tamagoshis (Lembra? Rs), Grampeadores, Slogans Publicitários, Refrões de música ruim (que não saem da cabeça), ou Jingles de Comercial (Dolly, Dolly Guaraná, Dolly), Mulher com pouca roupa em comercial de cerveja, “56, meu nome é Enéas” e “Lula-lá”, “Deus é Grande” e “Jesus é Fiel”, “Vuco-vuco”, “Merry Meet, Merry Part and Merry Meet Again”, “Faze o que tu queres, há de ser tudo da Lei”, “Nada é Verdadeiro, Tudo é Permitido”, Piadas, Provérbios e Aforismos, Metáforas, Fórmulas para decorar a tabela periódica e equações físicas em Cursinhos Pré-vestibulares, marcas e estilos de roupas, Paródias, Trocadilhos, Frases de duplo sentido, Colocar A Primeira Letra de Cada Palavra em Maiúscula para Denotar Importância, TRAVAR O CAPS LOCK PARA GRITAR COM LETRAS, spam, lixo eletrônico, forward de Power Point, Livros, imã de geladeira, canções de ninar, et cetera. Fenômenos como o Orkut, My space, Yahoo Grupos, Skype, Wikis, Subculturas, Religiões, Teorias Políticas, Lan Houses e Danceterias são chamados memeplexos (conjuntos, complexos de memes). O conceito do Memeplexo é semelhante ao do Paradigma, forjado por Thomas Kuhn e colocado em prática por Peter Carroll. A singular diferença entre Paradigma e Memeplexo é que, enquanto o primeiro pode ser criado por um indivíduo sem nunca ser transmitido, o segundo carece da transmissão.

O estudo dos modelos evolutivos da transferência de informação é conhecido como memética. Esses modelos evolutivos sofrem variações, em que uma idéia ou meme muda conforme é transferido de uma pessoa para outra. Poucos memes mostram uma forte Inércia Memética (que seria a característica do meme de ser expressado do mesmo jeito, e de ter o mesmo impacto, independentemente de quem esteja recebendo ou transmitindo a idéia, e permanecer na memória de seu propagador). A variação memética cresce quando o meme é transmitido de uma maneira descuidada com a expressão da idéia, enquanto a inércia memética é fortalecida quando a forma de expressão rima ou usa outros dispositivos mnemônicos para preservar a memória do meme antes de sua transmissão.

Uma mnemônica é um auxiliar de memória. São, tipicamente, verbais, e utilizados para memorizar listas ou fórmulas, e baseiam-se em formas simples de memorizar maiores construções, baseados no princípio de que a mente humana tem mais facilidade de memorizar dados quando estes são associados a informação pessoal, espacial ou de caráter relativamente importante, do que dados organizados de forma não sugestiva (para o indivíduo) ou sem significado aparente. Porém, estas seqüências têm que fazer algum sentido, ou serão igualmente difíceis de memorizar (por exemplo, usar os ossos dos punhos cerrados para lembrar qual mês contém 30 ou 31 dias – ossos são 31, vãos entre eles são 30). Produzir e controlar a forma de um meme, sua propagação e interação com outros memes e memeplexos é produzir níveis de alteração da realidade e, com certas limitações, controlá-la.

Quem?

Estão convidados a participar e se auto-intitular Aanidi (tupi com plural em latim, para evitar o trocadilho com Aanitas e “Presença de Anita” – se bem que, informando o motivo, já fodeu tudo), Aanidum no singular, todos aqueles que integram subculturas, ou nenhuma delas, mas rejeitam a Cultura Dominante.

São eles: Caoístas (chaotes, caos magistas, rabanetes, zees etc.); Cybers; Artistas incompreendidos; Atores alternativos; Jornalistas sem hobby; Bandas não comerciais; DJs; GLS; Afrocentristas; Feministas; Dadaístas; Beatniks; neo-Góticos; neo-Hippies; Neuromantes; Psiconautas; Discordianistas; Body Modificators (tatuados e tatuadores, piercers e piercingados, cirurgia cosmética, implantes); Vegans; Wiccanos; neo-Pagãos em geral; New Agers; Geeks; Freaks; Ravers; Graffiteiros; Nerds; Otherkins (Demônios, Vampiros, Lobisomens e antropomorfos); Thelemitas; Zos Kia Cultistas; Ateístas; Agnósticos; Henoteístas; Suiteístas; Magos independentes; Spammers; Cegos, Surdos e Mudos; Publicitários Falidos (exceto Marcos Valério e Duda Mendonça); Macumbeiros; Ciganos; Índios; Brancos; Não-tão-brancos; Negros; Pardos; MSC (Movimento sem Cor); Roxos sem quota em faculdade; Tantristas; Cabal… não, cabalistas não; Proletariados; Místicos não-ortodoxos; Hindús; Pragmatas; Straight Edges; neo-Punks; BDSM (Bondage/Disciplina, Dominação/Submissão, Sado/Masoquismo) Green pacifistas; Nudistas; Urbanóides; Portadores de Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC); Bichos-estranhos; et cetera, et cetera, et cetera. Se você não está supracitado, mas se considera minoria, significa que você é mais minoria ainda, e que isso é muito bom.

Toda crença, cultura, preferência política, preferência sexual, estilo de vida, e diferenças de traços que chamam de raças são igualmente idiotas. Se você não enxerga isso, significa que é preconceituoso. Ou Cabalista. Deixa pra lá esse negócio de Cabalista. A questão é que as diferenças podem (e deveriam) ser respeitadas, toleradas e, inclusive, louvadas. Além disso, se você se deixa ofender por uma crítica à sua crença, cultura, preferência política, preferência sexual, estilo de vida, e diferenças de traços que chamam de raças, significa que essa crítica de tamanho ridículo é maior que você. Identificação é necessária, sim, mas um baixíssimo nível de identificação é o suficiente para criar uma convivência caótico-pacífica-interessante. Nenhuma crença, cultura, preferência política, preferência sexual, estilo de vida, e diferenças de traços que chamam de raças são melhores do que outras. Quando isso for percebido por 1/3 da população mundial, teremos 1/3 dos Deuses na Terra.

Ø

Projeto Sái do Chão!

Organização das Mutações Unidas – Organizando para DesOrganizar a sua cabeça


Fórum

“Em um nível pessoal, Freaking Out é um processo pelo qual um indivíduo se livra de padrões obsoletos e restritivos de pensamento, moda e etiqueta social de modo a expressar criativamente seu relacionamento com o ambiente próximo e a estrutura social como um todo. (…) Em um nível coletivo, quando qualquer número de ‘Freaks’ se reunir e se expressar criativamente por intermédio de música ou dança, (…) chama-se a isso de freak out. Os participantes, já emancipados de nossa escravidão social nacional, vestidos com seu traje mais inspirado, realizam, como grupo, qualquer potencial que tenham para livre expressão. Nós gostariamos de encorajar qualquer um que ouça essa musica a se juntar a nós (…) Tornar-se membro das Mutações Unidas (…) Freak Out!”

Frank Zappa, 1966.


Literatura Freak

Música Freak

- Rádio-K-óti-K

Cinema Freak

TV Freak

Religião Freak

- blog Religiões Livres

Política Freak

- Partido Interestelar Parrachiano Anarcozendiscordiano

- Groucho-Marxismo

Filosofia Freak

- Manifesto da Filosofia Bozo

Web Freak

- LinKaonia

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Para mais (des)situações meta-multicabalenses seguem alguns ingredientismos presentes nessa Sopa Delirante Dentro do Cubo das Cabalas da F.A.P.A.:

absurdismo, discordianismo, concordianismo, parrachianismo, realismo, surrealismo, delirismo, erotismo, larismo, delarismo, qualquercoisaismo...
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Se não for apetecido por nenhum deles, crie sua religião e/ou filosofia agora mesmo e apoie a Fundação Neologismos Para Um Mundo Mais Bonito!


Ainda não se sente inspirado? Então segue alguns exemplos de alguns delírios que estamos delirando e outros que encontramos por aí:

Delírio nas Redes Sociais

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tudismocroned arte e fnord network ::: Mergulhe na Confusão, Peixe!:
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Outros Delírios, Meta-Fnords e Mapas Hiper-Surrealistas:

F.A.P.A. - Filósofos, Artistas, Palhaços e Alquimistas - Ou qualquer outra sigla que você queira inventar e especular...

Arte, Filosofia, Humor, Vanguardismo Insólito...

Ambicionando rompimento, superação e transformação de 'realidades' comodistas e convencionais

Criando uma esfera de metanóias aleatórias, sejam elas antiquadas ou vanguardistas, ou atuais.

Aviso: estamos constantemente recrutando novas pessoas para mais e mais óticas diferentes, ainda sim, unidas. Junte-se conosco, folie a plusiers! Absurdismo e bizarrice, unidos nós venceremos.

De qualquer forma, previamente grato, axé e até!


F.A.P.A. - O que deveria se saber, pensar ou fazer. Ou não...

FAPA

Mais Fapices:

Portal da Discórdia MultiCabalense
.....
Aaní ::: Caos Mimetizado
....
Deliberações, Projetos e ConsPirações do P.I.P.A.
...
Dentro do Cubo
..
Entre na LinKaonia
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Le Fórum Absurd
Hipno-Campus Parrachiano
Astro Miau da Discórdia e do Atum

Meu Pai Dançando
Collegivm Pataphysicvm
sonho de olho aberto
casadárvore 

:
Em Pop e Impop:
Pós-Música: DVD de grátis de um show ao vivo da Macedusss e As Desajustados Bando
Rádio K-óti-K - só as menos tocadas. ou não
Multi-Mixes e Mashups
::
Em Miscelânea e Etcétera:
Dionisismo
Psicologia Arquetípica
:::

:::


:::

em qualquercoisaismo:

As Sagradas Escrituras do Delariantismo

::: MultiCabala Discordiana Subgeniana Bela-Parrachiana Hihicronediana DeLariantiana dos Shimonianos Metamorfoseanos Ambulantes Muito Confusos :::



Semeai a Biblioteca, a Videoteca, a Galeria e as outras partes do Portal MultiCabalense
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Outras MultiCabalas de delArismo Slackronediano

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5.2.12

Segundo Manifesto Comedianista

Conforme as diretrizes adotadas na reunião da última Internacional Comedianista, exigimos:
I – Socialização total dos meios de reprodução, abolição da família heteronormativa e a instauração de uma dita-Dura democrática.

Fisting: o carro-chefe da revolução que socializará todos os meios de reprodução.
II – A organização revolucionária da luta de crassos que culminará numa sociedade desclassificada.
II,V – A imposição da menos-valia como forma de reparar uma dívida histórica das classes
trabalhadorasexploradoras com as classes
dominadorasexploradas.
III – A
liberalizaçãodesdiscriminação das drogas recreativas populares como a maconha, a televisão, a música popular, etc. Também é necessária a proibição imediata das drogas capitalistas – instrumento da alienação burguesa - como a polícia e a religião católica. Esta última deve ser substituída pela Teologia da Libertinagem.
Sessão de exorcismo na Teologia da Libertinagem.
Sessão de exorcismo na Teologia da Libertinagem.
IV - Linchamento democrático reeducativo & recreativo para todos os banqueiros, ativistas, empresários, anarquistas, religiosos, caoístas, jornalistas, magistas, psicanalistas, discordianos, absurdistas e groucho-marxistas.
V – Uma sociedade igualitária onde todos tenham acesso à mesma quantidade de comida, vestimenta, habitação, água potável, ar puro, beleza, sorte, altura, idade, etc.

Uma das contradições inerentes do capetalismo é a desigualdade entre os homens.

11.9.10

O P.I.P.A. apóia: Urso da Felicidade



Nas eleições para primeiro ministro da Letônia, país báltico europeu, o candidato do “Último Partido” é um urso de espuma de dois metros. Ele concorrerá ao cargo no dia dois de outubro. Espera-se que receba um número expressivo de votos.

O Último Partido indicou o “Urso da Felicidade”, um personagem do escritor letão Andrejs Upits, para o cargo máximo do país. A Comissão Central Eleitoral da Letônia não quis comentar o caso. O autor, falecido nos anos 70, escreveu peças de teatro, comédias, tragédias e histórias para crianças, entre outras. Seu trabalho foi censurado duas vezes durante o regime comunista.

fonte: POP Trash

19.2.10

Madame Lili: PIPA 2010


Vozes impopulares tem acreditado ainda que é a juventude o corpo revolucionário. Os nossos partidários do PIPA, porém, vêem que outra estratégia se desvela em tempos de puritanismo.

São os idosos prorgias-, um agrupamento dos mais simpáticos e carinhosos vovôs e vovós que já cruzaram estas terras.

O mais novo nome nesta cruzada é "Vô Bill" ou "Kid Cadilac" como era conhecido nos tempos da brilhantina..

O vovô com cara de esperto foi um dos primeiros a se tornar adepto de Madame Lili quando em 1932 participou da primeira suruba com nossa heroina.

Vô Bill está pronto para defender na câmara o projeto pró pornografia idosa em horário comercial, como estratégica político-partidária.

Continuemos juntos.
2010 é ano do P.I.P.A!
2010 é Madame Lili fazendo sua cabeça!

9.2.10

P.I.P.A. - Comunicado: lançamento de 'patacampanha

Senhores e Senhoras, vejam só como o P.I.P.A. é um partido muito a frente do nosso tempo (quiçá de qualquer outro tempo e/ou espaço), as próximas eleições para o cargo de vereador se darão em 2012 e lançamos já para esse ano a candidatura de Madame Lili.

Então, na condição de 'patavereador do PIPA, lanço aqui a 'patacampanha para essa campanha: Eleições 'PataExtraOrdinárias Já!

sem mais,
wodouvhaox apslackord

7.2.10

Madame Lili: PIPA 2010


O Glorioso "PIPA" (Partido Interestalar Parrachiano Anarcodiscordiano) acaba de lançar uma candidata de outro planeta, sim, no sentido de excepcional. Trata-se de Madame Lili que disputará o cargo de vereadora em 2010.

Dentro dos projeto de Madame Lili estão a organização de órgãos públicos pela defesa e o estimulo da cultura da órgia entre a população de terceira idade.

O Slogan de Madame Lili é claro: "Orgia é cidadania", além do clássico: "Inclusão na terceira idade: órgia é solução!".

Considerando o histórico político de Madame Lili o PIPA está resoluto na eleição da vereadora e da proteção dos programas do partido.

O presidente do PIPA, Timóteo Pinto, lembrou ontem numa cerimônia que Madame Lili é uma ativista há anos. Nas palavras de Timóteo:

"Mademe Lili é um exemplo para nós. Me lembro bem que ela ficava a colar em postes, telefones públicos, paredes em geral frases convidando as pessoas a órgias. Ela escrevia: órgia grátis: venha fazer parte você também!. Nós, do Pipa, damos extremo valor a este tipo de atitude que só vem a contribuir para uma sociedade democrática".

No dia seguinte ao discurso de Timóteo conservadores e religiosos de plantão atacaram o email do Priste e incentivaram a violência.

Nós acreditamos que é o momento de renovação no PIPA. MADAME LILI PARA VEREADORA!

1.9.07

Aaní

faça caos, não faça guerra

O quê?

Aaní é uma palavra de origem Tupi, que significa “Não, Nada”. É equivalente à palavra grega Χάος (Caos), de mesmo significado. O conceito de Caos foi corrompido pelo tempo e pela ignorância, pelo moralismo e pela resposta que a “Realidade Consensual” deu a movimentos como o Anarquismo de Bakunin, transformando este conceito em sinônimo de “desordem”. Hoje, sabe-se através da Ciência Quântica que o Caos não é desordem, baderna ou arruaça, mas refere-se à impreditabilidade do espaço vazio primordial. Caos, Aaní, não pode ser definido, pois fazê-lo seria negá-lo. Entretanto, o mais próximo que podemos chegar de sua equivalência abstrata é considerá-lo como sendo a vastidão interminável de possibilidades que permeia o Cosmos. Nós estamos, inegavelmente, dentro desta “qualquer coisa em potencial” e ela está dentro de nós.

O objetivo desse Movimento, Projeto, Aglomeração, Reduto, Façanha, Acepção Ruim, ou qualquer outra palavra que possa definir essa coisa que achamos por bem nomear Aaní é justamente explorar, difundir, criar, destruir e re-criar estes conceitos e aplicá-los nas áreas das Artes Plásticas, Literatura, Música, Jornalismo, Tecnologia da Informação, Sociologia, Antropologia, Psicologia, Mitologia, Expressão Religiosa e outros campos que possam surgir no meio do caminho.

Para quê?

Para quê Alexandre, O Grande, saiu globalizando a Macedônia, o Oriente Médio e o Mundo de sua época? Para quê as Feministas se organizaram no final do século passado visando direitos iguais aos dos homens? Para quê Aleister Crowley revolucionou a cena ocultista da Inglaterra e do resto do Ocidente no início do século XX? Para quê derrubaram a Ditadura? Para quê tiraram o Collor? Para quê puseram o Lula? Para quê vão tirar o Lula? Para quê foram criados o Rock n’ Roll, o movimento Punk e o Hip Hop? Para quê o Dadaísmo, os Beats, a Generation Jones, os Kings Mob, os Góticos, neo-Góticos, Clubbers, Cybers, Caoístas, Discordianistas, Grungers, Head-bangers, Backpackers (hitchhickers, mochileiros), Body Modificators (tatuagem, piercing, cirurgia cosmética, implantes), Freegans, Vegans, Greens, Wiccanos, Seiðmaðr e Völva (Asatrüar, Seiðr, neo-Paganismo Nórdico), New Agers, Geeks, Freaks, Ravers, Graffiti, Pachucos, Nerds, Otherkins (Vampiros, Lobisomens e antropomorfos), Thelemitas, Ateístas e todas as outras subculturas? Pra quê? Responda a estas perguntas e esta será a resposta de “Para quê um movimento como o Aaní?”

Por que?

Porque o ser humano muda. E se esta mudança demora a sair naturalmente, ela pode ser provocada. Muitas pessoas reclamam da violência, do descaso com o meio ambiente, da falta de liberdade, da libertinagem alheia, da corrupção do governo, da apatia da arte contemporânea, da falta de oportunidade, da elitização econômica do conhecimento e da informação, e não conseguem nem podem fazer nada sozinhos. Porque a Política, a Moral, a Ética, a escala de Liberdade, a Justiça, a Crença, a Aceitação ou Rejeição de idéias e ideais de um povo, são todas determinadas pela sua Cultura Dominante. É impossível, ou pelo menos muito difícil, conseguir que estes resultados (Política, Crença, etc.) de processos culturais sintetizados sejam alterados, sem antes alterar base estrutural destes processos, ou seja: A Cultura. É ela que determina e regula o comportamento, o vestuário, a expressão artística, a religião, as leis, a forma de governo, a produção e transmissão (ou bloqueio) da informação, o que pode e o que não pode. À medida que estas Culturas Dominantes, com o tempo, passam a aceitar melhor as cenas de nudez no cinema; a linguagem explícita em público; permitir que mulheres votem, dirijam e trabalhem; que os homossexuais troquem carícias em público; que uma menina de quinze anos espalhe que é bruxa sem ser queimada; que pessoas se tatuem, coloquem piercings e silicone na testa; que homens se maquiem; que top models engravidem de jogadores de futebol, ou de um rock star, para fatiar sua fortuna e serem convidadas a apresentar programas de TV; E outros tabús vão sendo quebrados, os movimentos de contracultura, originados por subculturas, vão sendo absorvidos por essas Culturas Dominantes, permitindo que novas subculturas surjam para substituir suas precursoras. Até que, um dia, estas subculturas (agora parte da Cultura Dominante) se tornem obsoletas e sejam alteradas pelo mesmo processo que recomeça. O Aaní existe porque sabe que, e quer que, cedo ou tarde, estas subculturas se hibridizem e se permitam trocar informações, expandir sua atuação e aceitação, para que novas subculturas apareçam.

Como?

Através dos memes. Meme é um termo, cunhado em 1976 por Richard Dawkins no seu bestseller “O Gene Egoísta”, que é para a memória o análogo do gene na genética: a sua unidade mínima. É considerado como uma unidade de informação que se multiplica (é transmitida) de cérebro em cérebro, ou entre locais onde a informação é armazenada, e outros locais de armazenamento ou cérebros. O meme é considerado uma unidade de evolução cultural que pode, de alguma forma, auto-propagar-se. Podem ser idéias ou partes de idéias, línguas, gírias, sons, desenhos, capacidades, valores estéticos e morais, ou qualquer outra coisa que possa ser aprendida facilmente e transmitida enquanto unidade autônoma. O que determina a sua auto-propagação é a facilidade com que é absorvido e propagado, bem como sua habilidade de transmutar.

Exemplos claros de memes são Celulares, Mp3 Players, I-Pods, I-Phones, Tamagoshis (Lembra? Rs), Grampeadores, Slogans Publicitários, Refrões de música ruim (que não saem da cabeça), ou Jingles de Comercial (Dolly, Dolly Guaraná, Dolly), Mulher com pouca roupa em comercial de cerveja, “56, meu nome é Enéas” e “Lula-lá”, “Deus é Grande” e “Jesus é Fiel”, “Vuco-vuco”, “Merry Meet, Merry Part and Merry Meet Again”, “Faze o que tu queres, há de ser tudo da Lei”, “Nada é Verdadeiro, Tudo é Permitido”, Piadas, Provérbios e Aforismos, Metáforas, Fórmulas para decorar a tabela periódica e equações físicas em Cursinhos Pré-vestibulares, marcas e estilos de roupas, Paródias, Trocadilhos, Frases de duplo sentido, Colocar A Primeira Letra de Cada Palavra em Maiúscula para Denotar Importância, TRAVAR O CAPS LOCK PARA GRITAR COM LETRAS, spam, lixo eletrônico, forward de Power Point, Livros, imã de geladeira, canções de ninar, et cetera. Fenômenos como o Orkut, My space, Yahoo Grupos, Skype, Wikis, Subculturas, Religiões, Teorias Políticas, Lan Houses e Danceterias são chamados memeplexos (conjuntos, complexos de memes). O conceito do Memeplexo é semelhante ao do Paradigma, forjado por Thomas Kuhn e colocado em prática por Peter Carroll. A singular diferença entre Paradigma e Memeplexo é que, enquanto o primeiro pode ser criado por um indivíduo sem nunca ser transmitido, o segundo carece da transmissão.

O estudo dos modelos evolutivos da transferência de informação é conhecido como memética. Esses modelos evolutivos sofrem variações, em que uma idéia ou meme muda conforme é transferido de uma pessoa para outra. Poucos memes mostram uma forte Inércia Memética (que seria a característica do meme de ser expressado do mesmo jeito, e de ter o mesmo impacto, independentemente de quem esteja recebendo ou transmitindo a idéia, e permanecer na memória de seu propagador). A variação memética cresce quando o meme é transmitido de uma maneira descuidada com a expressão da idéia, enquanto a inércia memética é fortalecida quando a forma de expressão rima ou usa outros dispositivos mnemônicos para preservar a memória do meme antes de sua transmissão.

Uma mnemônica é um auxiliar de memória. São, tipicamente, verbais, e utilizados para memorizar listas ou fórmulas, e baseiam-se em formas simples de memorizar maiores construções, baseados no princípio de que a mente humana tem mais facilidade de memorizar dados quando estes são associados a informação pessoal, espacial ou de caráter relativamente importante, do que dados organizados de forma não sugestiva (para o indivíduo) ou sem significado aparente. Porém, estas seqüências têm que fazer algum sentido, ou serão igualmente difíceis de memorizar (por exemplo, usar os ossos dos punhos cerrados para lembrar qual mês contém 30 ou 31 dias – ossos são 31, vãos entre eles são 30). Produzir e controlar a forma de um meme, sua propagação e interação com outros memes e memeplexos é produzir níveis de alteração da realidade e, com certas limitações, controlá-la.

Quem?

Estão convidados a participar e se auto-intitular Aanidi (tupi com plural em latim, para evitar o trocadilho com Aanitas e “Presença de Anita” – se bem que, informando o motivo, já fodeu tudo), Aanidum no singular, todos aqueles que integram subculturas, ou nenhuma delas, mas rejeitam a Cultura Dominante.

São eles: Caoístas (chaotes, caos magistas, rabanetes, zees etc.); Cybers; Artistas incompreendidos; Atores alternativos; Jornalistas sem hobby; Bandas não comerciais; DJs; GLS; Afrocentristas; Feministas; Dadaístas; Beatniks; neo-Góticos; neo-Hippies; Neuromantes; Psiconautas; Discordianistas; Body Modificators (tatuados e tatuadores, piercers e piercingados, cirurgia cosmética, implantes); Vegans; Wiccanos; neo-Pagãos em geral; New Agers; Geeks; Freaks; Ravers; Graffiteiros; Nerds; Otherkins (Demônios, Vampiros, Lobisomens e antropomorfos); Thelemitas; Zos Kia Cultistas; Ateístas; Agnósticos; Henoteístas; Suiteístas; Magos independentes; Spammers; Cegos, Surdos e Mudos; Publicitários Falidos (exceto Marcos Valério e Duda Mendonça); Macumbeiros; Ciganos; Índios; Brancos; Não-tão-brancos; Negros; Pardos; MSC (Movimento sem Cor); Roxos sem quota em faculdade; Tantristas; Cabal… não, cabalistas não; Proletariados; Místicos não-ortodoxos; Hindús; Pragmatas; Straight Edges; neo-Punks; BDSM (Bondage/Disciplina, Dominação/Submissão, Sado/Masoquismo) Green pacifistas; Nudistas; Urbanóides; Portadores de Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC); Bichos-estranhos; et cetera, et cetera, et cetera. Se você não está supracitado, mas se considera minoria, significa que você é mais minoria ainda, e que isso é muito bom.

Toda crença, cultura, preferência política, preferência sexual, estilo de vida, e diferenças de traços que chamam de raças são igualmente idiotas. Se você não enxerga isso, significa que é preconceituoso. Ou Cabalista. Deixa pra lá esse negócio de Cabalista. A questão é que as diferenças podem (e deveriam) ser respeitadas, toleradas e, inclusive, louvadas. Além disso, se você se deixa ofender por uma crítica à sua crença, cultura, preferência política, preferência sexual, estilo de vida, e diferenças de traços que chamam de raças, significa que essa crítica de tamanho ridículo é maior que você. Identificação é necessária, sim, mas um baixíssimo nível de identificação é o suficiente para criar uma convivência caótico-pacífica-interessante. Nenhuma crença, cultura, preferência política, preferência sexual, estilo de vida, e diferenças de traços que chamam de raças são melhores do que outras. Quando isso for percebido por 1/3 da população mundial, teremos 1/3 dos Deuses na Terra.

Aaní (des)Org

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4.11.06

As eleições


Todos sabem sobre a existência e potência do PIPA. Nessas eleições, portanto, não poderiam ser diferentes os resultados de nosso glorioso partido; segundo FernandoR.: "Nós ganhamos no primeiro turno, mas não vamos ser eleitos, porque as pessoas estão muito preocupadas com os Fnords". Segundo Humberto Martins: "Trata-se de uma conspiração nunca antes vista na política nacional, não poderiamos esperar que algo tão turbulento, desleal e maquiavélico, como a negação do PIPA pelo TRE, pudesse ocorrer nessas eleições". Se ficamos escandalizados com tal postura, não poderia ser diferente por parte da população. Uma série de estranhezas começaram a aparecer. Cinco palhaços bebados em Mogi das Cruzes-SP sairam as ruas exigindo que todos os palhaços do mundo tomem parte de seu manifesto: "SE A PIPA NÃO VOAR, O PATO VOA" numa clara identificação com o bela-parrachianismo. "Faz-se o tempo das bolas de gude", afirmou o performacer Cinco cinquenta e cinco.

Diante de tão vil situação a comissão de frente, e de trás, do PIPA ficou preocupada com a série de tentativas de penetração na Agencia Não Uniformizada Surrealista (ANUS) da despolítica pipense. Dois integrantes do PIPA, na última sexta feira, foram presos ferozmente por agentes durante um culto a Cthulhu. Entidades intergaláticas prometeram tomar providencias perante tal situação de abuso na política brasileira. Enquanto o barbudo foi supostamente eleito, o doutor e curandeiro Timóteo Pinto continua espalhado, calsando e causando uma série de tumultos em diversas cidades brasileiras. Foi em meio ao caos que tivemos o pronunciamento de Lula: "Polvo brasileiro! Chegou a hora de afogarmos o ganso!" num discurso altamente fruto-maritimo, o senhor Lula mostra de que forma pretende sabotar o FNORD. Mas acreditamos que pau-latinamente o povo latino poderá levar a cabo a empin-ação da PIPA, para o alto e avante!

"Criança, mulher, menino, vote Fernando Rivelino!"

Ass: Timóteo Pinto, presidente desmérito.

4.5.06

Manifesto Comedianista

Um fantasma ronda a Representança - o fantasma do comedianismo.

Todas as impotências políticas se unem numa aliança Nonsense para conjurá-lo: toskistas e sacerdotes do neo-liberalismo, caciquistas e dançarinos de polca, leninistas e as viúvas do estado-de-bem-estar. Ao ouvir 'os comedianistas estão chegando' até mesmo os anômicos cerram seus punhos!

Que manifestação expontânea e divertida não foi acusada de 'engraçadinha' por seus adversários?
Que oposição por sua vez não se sentiu ofendido com uma tortada, vinda da direita ou da esquerda, recheada de chantilly e engraçadismo?

Duas conclusões decorrem desses fatos:

1) O comedianismo já é reconhecido como um força debochademente perigosa por todas as correntes políticas da representaça.

2) Já é tempo dos comedianistas exporem, à face do mundo inteiro, seu modo de ver, suas piadas, suas ironias, seus sarcasmos, contrapondo o escracho de seu manifesto às patifarias ideotrágicas e cinzentices habituais.


PARTE 1 - REPRESENTANTES E DEBOCHADOS

A história de todas as sociedades que existiram até nossos dias tem sido a história das guerras de tortas. Homem livre entorta o escravo, o patrício tortilha o plebeu, o senhor torteia o servo, numa palavra, torteadores e torteados, representantes e representados, em constante oposição, têm vivido numa guerra ininterrupta, ora franca, ora disfarçada, uma guerra que termina sempre com mais de uma pessoa com a cara lambuzada, ou após o aumento súbito no preço do chantilly devido a demanda.

A representança moderna, que brotou das ruínas do poder divinamente instituído, sempre foi antagônica ao riso. Criando uns cem mecanismos para punir aqueles que se opuseram a sua total falta de humor, velhas condições de opressão, novas formas de conter a gargalhada.

Entretanto, a nossa época, a época da representança, caracteriza-se por ter simplificado os antagonismos. A sociedade divide-se cada vez mais em dois vastos campos opostos, em duas grandes classes diametralmente opostas: exploradores-representantes e representados-explorados.
Debocharemos de ambos 1) se os representantes não abrirem mão de sua representança e 2) se os representados continuarem bundisticamente estáticos diante da condição dos primeiros.

De todos os grupos que hoje se contrapõem a representança, só os comedianistas constituem um grupo verdadeiramente engraçado. Todos os demais desaparecem ante a sisudez e a chatice dos eleitoreiros; os engraçadinhos, ao contrário, são, em parte, frutos desta mesma chatice.

Todos os movimentos precedentes foram movimentos de minorias. O Movimento comedianista é o movimento autônomo da gargalhada em proveito da imensa maioria. Maioria que é relegada a um segundo plano, chamada de eleitora, pelega, alienada e que tem como única utilidade votar cabrestamente. É comumente proferido em alto e bom som, em microfones, televisores, rádios e palanques “Cidadão, exerça seus direitos. Vote!” e ninguém mais sequer fica corado diante de tal estapafúrdia.

A condição essencial da existência e da supremacia eleitoreira é a acumulação da legitimidade nas mãos de uns poucos que independente de sua orientação ideológica se tornam tediosas elites. Seus interesses geralmente se assemelham: A formação de quadros, o crescimento da influência do partido, marketismo visando ás próximas eleições. Sua legitimidade está fundamentada no eterno desempoderamento que exercem sobre os passivos eleitores.
O progresso do analfabetismo político se deve em grande medida à representância, esta tendo atingido seu cume, está nos nossos dias caindo vertiginosamente indo de encontro com os fortes indícios sustentados pelo movimento internacional comedianistas de que "pra baixo todo santo ajuda".

Assim, o desenvolvimento de um grande escracho que chacoalhe o terreno em que a representança assentou seu regime de expropriação política não só é viável mas está em andamento. Os representantes são, sobre tudo, personagens excelentes para a produção quadrinhos debochados, trotes originais, boatos incriminadores e piadas desprestigiantes. Sua queda (no ridículo) e a vitória dos comedianistas são igualmente inevitáveis.


PARTE 2 - COMEDIANISTAS E APARTIDÁRIOS

Qual a posição dos comedianistas diante dos apartidários em geral? Os comedianistas não formam um grupo à parte, oposto aos outros grupos horizontais. Não têm interesses que os separem do apartidarismo em geral. Não proclamam muitos princípios particulares, segundo os quais pretenderiam brincar com massa de modelar. Os comedianistas só se distinguem dos outros grupos apartidários em dois pontos:

1) Entre as diversas formas de ação política os comedianistas elegem o deboche como elemento ontológico contra o estatus quo e em pró de um mundo mais criativo e divertido.

2) Nas diferentes frentes em que insurge a guerra entre representantes e representados, os comedianistas se dão ao direito de fazer graça e meter o bedelho, além de chineliar aqueles que entre nossos antagonistas se destaquem por sua imoralidade e ranhentice, em nome dos interesses do movimento em seu conjunto.

Praticamente, os comedianistas constituem, pois, a fração mais resoluta dos representados de cada instituição, a fração que escracha demais; teoricamente têm sobre a vantagem de não concorrer a cargo nenhum se este fato não provocar o riso das multidões. O objetivo imediato dos comedianistas é o mesmo que o de todos àqueles que estão de saco cheio da política convencional: constituição de frentes humoristas de combate, derrubada da supremacia dos representantes e a divertida diluição do poder político em formas criativas de auto-governança.

O comedianismo não retira a ninguém o poder de avacalhar, apenas introduz a idéia de se avacalhar em pró de um mundo diferente. Alega-se ainda que nossa falta de seriedade nos impossibilita de fazer político. Se isso fosse verdade, há muito os comediantes, palhaços e piadistas politizados teriam perdido seus empregos, seus públicos e sua graça. Toda a objeção se reduz a essa tautologia: Politico bom é politico desempregado.

Abolição dos partidos! Até os mais racionais ficam indignados diante desse desígnio infame dos comedianistas. Sobre que fundamento repousa os partidos atuais, Todo partido gera corações partidos! Os partidários, na sua plenitude, só existem para as eleições, e no entanto, querem impor esta forma de organização sem-graça até os confins do horizonte político. O partido político desvanece-se naturalmente com o desvanecer de seu complemento e uma e outra desaparecerão com o desaparecimento da representação. O maior defeito da representocracia é que somente o partido que não está no governo sabe governar. Acusai-nos de querer encitar a divulgação das piadas que vocês nos inspiram? Confessamos este crime.

A revolução comedianista é a ruptura mais radical com o fazer político tradicional; nada de estranho, portanto, que no curso de seu desenvolvimento, rompa, do modo mais radical, com as idéias tradicionais. Apesar de nos sentirmos ultrajados pela falta de humor dos partidários trotiskistas, pelo dogmatismo almofadinha neo-liberal e pelo vazio preenchido de lero-lero sustentado por outros partidos, não nos sentimos incomodados por estar ao vosso lado até que a revolução jocosa se consume, pois como já dizia um antigo provérbio chines: "As más companhias são como um mercado de peixes; acaba-se acostumando com o mau cheiro".

O comedianismo utilizará sua supremacia rídicularizante para arrancar pouco a pouco todos risos que for capaz, desacreditando todos os instrumentos de representação hierárquica o mais rapidamente possível. Sabemos algo que os eleitoreiros sequer desconfiam: "A única pessoa livre, realmente livre, é a que não tem medo do ridículo."

Isto naturalmente só poderá realizar-se, em princípio, por uma violação despótica do direito de representatividade e das rabugentice político-burocratico-administrativa, isto é, pela aplicação de medidas que, do ponto de vista econômico, parecerão com ébrios e malabares, mas que no desenrolar do movimento ultrapassarão a si mesmas e serão indispensáveis para transformar radicalmente a ação política. Essas medidas, é claro, serão diferentes nas várias esferas de ação. Todavia, nas esferas mais fragilizadas, as seguintes medidas poderão geralmente ser postas:

1. Demonstração da não-representatividade através do voto no Monteiro Lobato, nonononoonon ou em outros candidatos representativamente nulos em pró de uma crítica mesmo que passiva ao sitema político eleitoreiro;

2. lançamento progressivo de tortas, bigornas, frutas podres, frangos-de-borracha e pianos sobre os membros das esferas representantes;

3. Instituição do direito inalienável de promoção e participação da baderna, sendo esta preferencialmente uma baderna politizada, mas não excluindo outras possibilidades mais 'artisticas';

4. Elaboração de canções-escrachantes, panfletos exóticos, redes de e-mails, sites internéticos, mosquitinhos e faixas coloridas denegrindo saborosamente a imagem de candidatos e outras figuras públicas;

5. Popularização dos seguintes dizeres "Não importa de qual partido você seja, você não me representa" a serem utilizados com cara de deboche diante da menor possibilidade de representação hierárquica.

6. Lançamento de candidatos-fantasmas, tão falsos quanto os verdadeiros, possibilitando uma maior adesão ao riso desenfreado gerado pelo chamamento de eleições.

7. Distribuição obrigatória de narizes de palhaço, perucas, perfis no orkut, fantasias, máscaras e chapeus divertidos como inclemento das manifestações comedianistas pró ou contra seja lá o que for;

8. Criação de centros engraçadinhos intensivos para onde serão levados todos os eleitoreiros e candidatáveis, até se tornarem divertidos humoristas apartidários ou criaturinhas peludas que não podem comer depois da meia-noite;

9. Educação pública, gratuita, divertida e política para todas as crianças de mais de 30 centimetros bem como aos adultos com até 206 ossos;

l0. Abolição de todas as esferas de representação hierarquicas, e um tempo pós-revolucionário de festa a se perder de vista.

Uma vez desaparecidos os antagonismos de representança no curso do desenvolvimento e sendo concentrada toda a comédia propriamente falando nas mãos dos indivíduos associados, o caráter político perderá muito da sua graça. O poder da tiração de sarro está no seu emprego contra a opressão representante dos sem-graça.
Se o representado em sua luta contra a politiquice, se constitui forçosamente em grupo; se converte-se, por uma revolução, a revolução deve por sua vez se converter em festa, pois o tempo após a revolução será este um tempo de festa.

Em lugar das picuinhas eleitoreiras, com suas siglas e antagonismos bobinhos, surge uma associação onde o livre desenvolvimento de cada um é a condição do livre desenvolvimento de todos. Mas se estivermos errados, nos permitiremos sublimemente o direito de debocharmos de nós mesmos!