Hyper-Surrealist Fnord Agency


KSTXI Dataplex


Know more, Understand less



KSTXI Reality Glitch Hack Post-Neoist Meta-Discordian Hyper-Surrealist Galdruxian Tudismocroned Bulldada Network ::: art, anti-art, post-art, `pataphysics, absurdism, discordianism, concordianism, meta-discordianism, realism, surrealism, hyper-surrealism, neoism, anti-neoism, post-neoism, anythingism, etc..

KSTXI Hyper-Surrealist Fnord Agency Portal

KSTXI Glitch Network

KSTXI Post-Neoist Meta-Discordian Galdruxian Memes Illuminati Cabal


:::

“Everyone carries a piece of the puzzle. Nobody comes into your life by mere coincidence. Trust your instincts. Do the unexpected. Find THE OTHERS”
– Dr Timothy Leary

:::

::: KSTXI Post-Neoist Meta-Discordian Memes Illuminati Cabal ::: Illuminati1

—–><—–

“Welcome to the most ancient conspiracy on the planet. We’ve gone for so long now that we don’t remember what we were doing, but we don’t want to stop because we have nothing better to do.” - Fire Elemental

—–><—–

:::

.

KSXTI Post-Neoist Meta-Discordian Galdruxian Memes Illuminati Cabal Contact Information

::: KSTXI Post-Neoist Meta-Discordian Memes Illuminati Cabal ::: Tumblr_inline_p10gskins81rlg9ya_500

.

"Stick apart is more fun when we do it together." - St. Mae

.

::: Discord:

- Dataplex Ourobouros

::: Reddit:

- 00AG9603

- KSTXI Dataplex

- #TheGame23 Mod 42.5

- Dataplex Ourobouros

::: Forum



Join Us!

:::

Mostrando postagens com marcador Delirismo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Delirismo. Mostrar todas as postagens

25.1.14

Delírio Coletivo News & GOldS -> Tudo Junto & Separado <- Dentro do Tudismo LinKAOnico Cúbico

:::

No princípio havia o NADA e o NADA era tudo que havia. Então, de um modo misterioso e secreto, houve o princípio de uma VONTADE e uma CONSCIÊNCIA surgiu dentre o MAR DE NADA.
Esta consciência após surgir foi se DENSIFICANDO e acabou por EXISTIR "NONADA". E ESTAVA SÓ. E TINHA PODERES ALI. Um deles era fazer o que quisesse com a força de seu pensamento. Podia também se mover em qualquer velocidade dentro "DONADA".

É bom observar que com o seu surgimento em forma densa, o nada ganhou uma divisão de planos: Havia agora um chão que o ser, densificado, pisava.
Após um certo MOMENTO, A FORÇA desta CONSCIÊNCIA parou para OBSERVAR algo que SURGIU também "NONADA": UM CUBO, pairando no ar, acima do nível do chão. O SER ficou ENCANTADO com o CUBO. E DECIDIU ENTRAR NELE. Ao simplesmente QUERER entrar no cubo, já se viu dentro, pois o seu pensamento era pura ação.
Ao Entrar no cubo, o ser notou que estava num ponto mediano do mesmo, suspenso apenas por uma placa de metal, do tamanho de um piso, que calçava seus pés, suspensos em altura mediana, dentro do cubo. O ser olhou para trás e viu que havia uma porta fechada em suas costas. Após observar a porta e a placa que dava para ele chão dentro do cubo, olhou para frente e viu uma outra porta, exatamente na extremidade oposta de onde estava. Ao ver essa porta, instintivamente o ser pensou: "É lá que devo chegar".
O Cubo estava totalmente vazio, com excessão apenas destes elementos citados anteriormente. O ambiente se parecia com ar-condicionado, bem limpo e sereno. O ser notou que dentro do cubo, havia perdido todos os seus poderes que tinha quando habitava o nada.
Uma PONTE começou a se formar de placas de metal, placa por placa, abrindo o caminho de uma PORTA À OUTRA, que por lógica, se aberta, faria com que o ser voltasse ao nada e recuperasse seus poderes. Ao ver a ponte totalmente formada dentro do cubo, em altura mediana, o ser começou a andar rumo à outra porta.
No meio do caminho, o cubo EXPLODIU EM CHAMAS. Houve uma explosão repentina e tudo dentro do cubo começou a pegar FOGO. O ser se assustou com a explosão e ao olhar para trás, percebeu que a ponte se dissolvia no fogo, placa por placa, sendo destruída pouco a pouco. O ser se espantou. Começou a correr rumo à porta.
Quando estava chegando na porta, a ponte se dissolveu completamente e ele caiu no abismo de chamas que havia se formado dentro do cubo.
Uma CRUZ DE BRONZE foi erguida com o ser CRUCIFICADO. Então tudo ficava NEGRO, como quando alguém fecha os olhos e o mundo some. Logo após o período no escuro total e completo, TUDO COMEÇAVA NOVAMENTE DO MESMO JEITO ANTERIOR. Essa história se repete SETE VEZES.

Continua aqui

:::

HihiSlackronedianos Aanidi Freaks Mutantes, uni-vos!

E você perguntaria: "por que eu faria isso?"

E eu respondo: "boa pergunta"

e emendo com outra pergunta: "por que não?"




:::

Companheiros, desde o fim da presença potente do Macaco Tião, a representatividade política brasileira desfalece. Não se iludam! A falência é internacional. As estratégias da contracultura ficaram água abaixo e o movimento esquerdista se aliou ao Caracinza, inimigo declarado no Princípia Discórdia, se aliando aos alicerces que visava destruir.

Com a finalidade expressa de fazer piada em forma de política e política em forma de piada, de atravessar o groucho-marxismo e situar-se junto ao anarquismo zen-discordiano, eis que tomou forma em 02 de outubro de 2005 o P.I.P.A.: Partido Internacional Parrachiano A(Narco)ZenDiscordiano.

O PIPA iniciou sua atuação política com as des-candidaturas de Timóteo Pinto, Fernando Rivelino, Geo Abreu, vereadora Pagu e Madame Lily. Com distintos mandados e planos de desgoverno, os excelentíssimos membros do PIPA, defenderam da infantocracia até a sexualidade radical da terceira idade. Contra um mundo regulado pela ordem, o delírio e a insubmissão pueril. O sexo e não a sexualidade. As multiplas realidades e não o haldol!

Ativistas do multiverso e adeptos da transliteração: Filiem-se ao P.I.P.A.! ::: O Partido da Hermenêutica Delirante

A filiação é gratuita e o amor universal.

A PIPA VAI VOAR!

:::

Aaní ::: Caos Mimetizado :::

por Zoenous (zoenousarrobayahoo.com.br)

O quê?

Aaní é uma palavra de origem Tupi, que significa “Não, Nada”. É equivalente à palavra grega Xáos (Caos), de mesmo significado. O conceito de Caos foi corrompido pelo tempo e pela ignorância, pelo moralismo e pela resposta que a “Realidade Consensual” deu a movimentos como o Anarquismo de Bakunin, transformando este conceito em sinônimo de “desordem”. Hoje, sabe-se através da Ciência Quântica que o Caos não é desordem, baderna ou arruaça, mas refere-se à impreditabilidade do espaço vazio primordial. Caos, Aaní, não pode ser definido, pois fazê-lo seria negá-lo. Entretanto, o mais próximo que podemos chegar de sua equivalência abstrata é considerá-lo como sendo a vastidão interminável de possibilidades que permeia o Cosmos. Nós estamos, inegavelmente, dentro desta “qualquer coisa em potencial” e ela está dentro de nós.

O objetivo desse Movimento, Projeto, Aglomeração, Reduto, Façanha, Acepção Ruim, ou qualquer outra palavra que possa definir essa coisa que achamos por bem nomear Aaní é justamente explorar, difundir, criar, destruir e re-criar estes conceitos e aplicá-los nas áreas das Artes Plásticas, Literatura, Música, Jornalismo, Tecnologia da Informação, Sociologia, Antropologia, Psicologia, Mitologia, Expressão Religiosa e outros campos que possam surgir no meio do caminho.

Para quê?

Para quê Alexandre, O Grande, saiu globalizando a Macedônia, o Oriente Médio e o Mundo de sua época? Para quê as Feministas se organizaram no final do século passado visando direitos iguais aos dos homens? Para quê Aleister Crowley revolucionou a cena ocultista da Inglaterra e do resto do Ocidente no início do século XX? Para quê derrubaram a Ditadura? Para quê tiraram o Collor? Para quê puseram o Lula? Para quê vão tirar o Lula? Para quê foram criados o Rock n’ Roll, o movimento Punk e o Hip Hop? Para quê o Dadaísmo, os Beats, a Generation Jones, os Kings Mob, os Góticos, neo-Góticos, Clubbers, Cybers, Caoístas, Discordianistas, Grungers, Head-bangers, Backpackers (hitchhickers, mochileiros), Body Modificators (tatuagem, piercing, cirurgia cosmética, implantes), Freegans, Vegans, Greens, Wiccanos, Seiðmaðr e Völva (Asatrüar, Seiðr, neo-Paganismo Nórdico), New Agers, Geeks, Freaks, Ravers, Graffiti, Pachucos, Nerds, Otherkins (Vampiros, Lobisomens e antropomorfos), Thelemitas, Ateístas e todas as outras subculturas? Pra quê? Responda a estas perguntas e esta será a resposta de “Para quê um movimento como o Aaní?”

Por que?

Porque o ser humano muda. E se esta mudança demora a sair naturalmente, ela pode ser provocada. Muitas pessoas reclamam da violência, do descaso com o meio ambiente, da falta de liberdade, da libertinagem alheia, da corrupção do governo, da apatia da arte contemporânea, da falta de oportunidade, da elitização econômica do conhecimento e da informação, e não conseguem nem podem fazer nada sozinhos. Porque a Política, a Moral, a Ética, a escala de Liberdade, a Justiça, a Crença, a Aceitação ou Rejeição de idéias e ideais de um povo, são todas determinadas pela sua Cultura Dominante. É impossível, ou pelo menos muito difícil, conseguir que estes resultados (Política, Crença, etc.) de processos culturais sintetizados sejam alterados, sem antes alterar base estrutural destes processos, ou seja: A Cultura.

É ela que determina e regula o comportamento, o vestuário, a expressão artística, a religião, as leis, a forma de governo, a produção e transmissão (ou bloqueio) da informação, o que pode e o que não pode. À medida que estas Culturas Dominantes, com o tempo, passam a aceitar melhor as cenas de nudez no cinema; a linguagem explícita em público; permitir que mulheres votem, dirijam e trabalhem; que os homossexuais troquem carícias em público; que uma menina de quinze anos espalhe que é bruxa sem ser queimada; que pessoas se tatuem, coloquem piercings e silicone na testa; que homens se maquiem; que top models engravidem de jogadores de futebol, ou de um rock star, para fatiar sua fortuna e serem convidadas a apresentar programas de TV; E outros tabús vão sendo quebrados, os movimentos de contracultura, originados por subculturas, vão sendo absorvidos por essas Culturas Dominantes, permitindo que novas subculturas surjam para substituir suas precursoras. Até que, um dia, estas subculturas (agora parte da Cultura Dominante) se tornem obsoletas e sejam alteradas pelo mesmo processo que recomeça. O Aaní existe porque sabe que, e quer que, cedo ou tarde, estas subculturas se hibridizem e se permitam trocar informações, expandir sua atuação e aceitação, para que novas subculturas apareçam.

Como?

Através dos memes. Meme é um termo, cunhado em 1976 por Richard Dawkins no seu bestseller “O Gene Egoísta”, que é para a memória o análogo do gene na genética: a sua unidade mínima. É considerado como uma unidade de informação que se multiplica (é transmitida) de cérebro em cérebro, ou entre locais onde a informação é armazenada, e outros locais de armazenamento ou cérebros. O meme é considerado uma unidade de evolução cultural que pode, de alguma forma, auto-propagar-se. Podem ser idéias ou partes de idéias, línguas, gírias, sons, desenhos, capacidades, valores estéticos e morais, ou qualquer outra coisa que possa ser aprendida facilmente e transmitida enquanto unidade autônoma. O que determina a sua auto-propagação é a facilidade com que é absorvido e propagado, bem como sua habilidade de transmutar.

Exemplos claros de memes são Celulares, Mp3 Players, I-Pods, I-Phones, Tamagoshis (Lembra? Rs), Grampeadores, Slogans Publicitários, Refrões de música ruim (que não saem da cabeça), ou Jingles de Comercial (Dolly, Dolly Guaraná, Dolly), Mulher com pouca roupa em comercial de cerveja, “56, meu nome é Enéas” e “Lula-lá”, “Deus é Grande” e “Jesus é Fiel”, “Vuco-vuco”, “Merry Meet, Merry Part and Merry Meet Again”, “Faze o que tu queres, há de ser tudo da Lei”, “Nada é Verdadeiro, Tudo é Permitido”, Piadas, Provérbios e Aforismos, Metáforas, Fórmulas para decorar a tabela periódica e equações físicas em Cursinhos Pré-vestibulares, marcas e estilos de roupas, Paródias, Trocadilhos, Frases de duplo sentido, Colocar A Primeira Letra de Cada Palavra em Maiúscula para Denotar Importância, TRAVAR O CAPS LOCK PARA GRITAR COM LETRAS, spam, lixo eletrônico, forward de Power Point, Livros, imã de geladeira, canções de ninar, et cetera. Fenômenos como o Orkut, My space, Yahoo Grupos, Skype, Wikis, Subculturas, Religiões, Teorias Políticas, Lan Houses e Danceterias são chamados memeplexos (conjuntos, complexos de memes). O conceito do Memeplexo é semelhante ao do Paradigma, forjado por Thomas Kuhn e colocado em prática por Peter Carroll. A singular diferença entre Paradigma e Memeplexo é que, enquanto o primeiro pode ser criado por um indivíduo sem nunca ser transmitido, o segundo carece da transmissão.

O estudo dos modelos evolutivos da transferência de informação é conhecido como memética. Esses modelos evolutivos sofrem variações, em que uma idéia ou meme muda conforme é transferido de uma pessoa para outra. Poucos memes mostram uma forte Inércia Memética (que seria a característica do meme de ser expressado do mesmo jeito, e de ter o mesmo impacto, independentemente de quem esteja recebendo ou transmitindo a idéia, e permanecer na memória de seu propagador). A variação memética cresce quando o meme é transmitido de uma maneira descuidada com a expressão da idéia, enquanto a inércia memética é fortalecida quando a forma de expressão rima ou usa outros dispositivos mnemônicos para preservar a memória do meme antes de sua transmissão.

Uma mnemônica é um auxiliar de memória. São, tipicamente, verbais, e utilizados para memorizar listas ou fórmulas, e baseiam-se em formas simples de memorizar maiores construções, baseados no princípio de que a mente humana tem mais facilidade de memorizar dados quando estes são associados a informação pessoal, espacial ou de caráter relativamente importante, do que dados organizados de forma não sugestiva (para o indivíduo) ou sem significado aparente. Porém, estas seqüências têm que fazer algum sentido, ou serão igualmente difíceis de memorizar (por exemplo, usar os ossos dos punhos cerrados para lembrar qual mês contém 30 ou 31 dias – ossos são 31, vãos entre eles são 30). Produzir e controlar a forma de um meme, sua propagação e interação com outros memes e memeplexos é produzir níveis de alteração da realidade e, com certas limitações, controlá-la.

Quem?

Estão convidados a participar e se auto-intitular Aanidi (tupi com plural em latim, para evitar o trocadilho com Aanitas e “Presença de Anita” – se bem que, informando o motivo, já fodeu tudo), Aanidum no singular, todos aqueles que integram subculturas, ou nenhuma delas, mas rejeitam a Cultura Dominante.

São eles: Caoístas (chaotes, caos magistas, rabanetes, zees etc.); Cybers; Artistas incompreendidos; Atores alternativos; Jornalistas sem hobby; Bandas não comerciais; DJs; GLS; Afrocentristas; Feministas; Dadaístas; Beatniks; neo-Góticos; neo-Hippies; Neuromantes; Psiconautas; Discordianistas; Body Modificators (tatuados e tatuadores, piercers e piercingados, cirurgia cosmética, implantes); Vegans; Wiccanos; neo-Pagãos em geral; New Agers; Geeks; Freaks; Ravers; Graffiteiros; Nerds; Otherkins (Demônios, Vampiros, Lobisomens e antropomorfos); Thelemitas; Zos Kia Cultistas; Ateístas; Agnósticos; Henoteístas; Suiteístas; Magos independentes; Spammers; Cegos, Surdos e Mudos; Publicitários Falidos (exceto Marcos Valério e Duda Mendonça); Macumbeiros; Ciganos; Índios; Brancos; Não-tão-brancos; Negros; Pardos; MSC (Movimento sem Cor); Roxos sem quota em faculdade; Tantristas; Cabal… não, cabalistas não; Proletariados; Místicos não-ortodoxos; Hindús; Pragmatas; Straight Edges; neo-Punks; BDSM (Bondage/Disciplina, Dominação/Submissão, Sado/Masoquismo) Green pacifistas; Nudistas; Urbanóides; Portadores de Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC); Bichos-estranhos; et cetera, et cetera, et cetera. Se você não está supracitado, mas se considera minoria, significa que você é mais minoria ainda, e que isso é muito bom.

Toda crença, cultura, preferência política, preferência sexual, estilo de vida, e diferenças de traços que chamam de raças são igualmente idiotas. Se você não enxerga isso, significa que é preconceituoso. Ou Cabalista. Deixa pra lá esse negócio de Cabalista. A questão é que as diferenças podem (e deveriam) ser respeitadas, toleradas e, inclusive, louvadas. Além disso, se você se deixa ofender por uma crítica à sua crença, cultura, preferência política, preferência sexual, estilo de vida, e diferenças de traços que chamam de raças, significa que essa crítica de tamanho ridículo é maior que você. Identificação é necessária, sim, mas um baixíssimo nível de identificação é o suficiente para criar uma convivência caótico-pacífica-interessante. Nenhuma crença, cultura, preferência política, preferência sexual, estilo de vida, e diferenças de traços que chamam de raças são melhores do que outras. Quando isso for percebido por 1/3 da população mundial, teremos 1/3 dos Deuses na Terra.

Ø

Projeto Sái do Chão!

Organização das Mutações Unidas – Organizando para DesOrganizar a sua cabeça


Fórum

“Em um nível pessoal, Freaking Out é um processo pelo qual um indivíduo se livra de padrões obsoletos e restritivos de pensamento, moda e etiqueta social de modo a expressar criativamente seu relacionamento com o ambiente próximo e a estrutura social como um todo. (…) Em um nível coletivo, quando qualquer número de ‘Freaks’ se reunir e se expressar criativamente por intermédio de música ou dança, (…) chama-se a isso de freak out. Os participantes, já emancipados de nossa escravidão social nacional, vestidos com seu traje mais inspirado, realizam, como grupo, qualquer potencial que tenham para livre expressão. Nós gostariamos de encorajar qualquer um que ouça essa musica a se juntar a nós (…) Tornar-se membro das Mutações Unidas (…) Freak Out!”

Frank Zappa, 1966.


Literatura Freak

Música Freak

- Rádio-K-óti-K

Cinema Freak

TV Freak

Religião Freak

- blog Religiões Livres

Política Freak

- Partido Interestelar Parrachiano Anarcozendiscordiano

- Groucho-Marxismo

Filosofia Freak

- Manifesto da Filosofia Bozo

Web Freak

- LinKaonia

:::

Para mais (des)situações meta-multicabalenses seguem alguns ingredientismos presentes nessa Sopa Delirante Dentro do Cubo das Cabalas da F.A.P.A.:

absurdismo, discordianismo, concordianismo, parrachianismo, realismo, surrealismo, delirismo, erotismo, larismo, delarismo, qualquercoisaismo...
:::
Se não for apetecido por nenhum deles, crie sua religião e/ou filosofia agora mesmo e apoie a Fundação Neologismos Para Um Mundo Mais Bonito!


Ainda não se sente inspirado? Então segue alguns exemplos de alguns delírios que estamos delirando e outros que encontramos por aí:

Delírio nas Redes Sociais



:::
tudismocroned arte e fnord network ::: Mergulhe na Confusão, Peixe!:
:::

1.4 - Principais Delírios:

F.A.P.A. - Filósofos, Artistas, Palhaços e Alquimistas - Ou qualquer outra sigla que você queira inventar e especular...

Arte, Filosofia, Humor, Vanguardismo Insólito...

Ambicionando rompimento, superação e transformação de 'realidades' comodistas e convencionais

Criando uma esfera de metanóias aleatórias, sejam elas antiquadas ou vanguardistas, ou atuais.

Aviso: estamos constantemente recrutando novas pessoas para mais e mais óticas diferentes, ainda sim, unidas. Junte-se conosco, folie a plusiers! Absurdismo e bizarrice, unidos nós venceremos.

De qualquer forma, previamente grato, axé e até!


F.A.P.A. - O que deveria se saber, pensar ou fazer. Ou não...



Mais Fapices:

.....
Aaní ::: Caos Mimetizado
....
Deliberações, Projetos e ConsPirações do P.I.P.A.
..
Entre na LinKaonia
.

Le Fórum Absurd
Hipno-Campus Parrachiano
Astro Miau da Discórdia e do Atum

2.3 - Últimos Delírios em Destaque:
Meu Pai Dançando
Collegivm Pataphysicvm
sonho de olho aberto
casadárvore 

:
Em Pop e Impop:
Pós-Música: DVD de grátis de um show ao vivo da Macedusss e As Desajustados Bando
Rádio K-óti-K - só as menos tocadas. ou não
Multi-Mixes e Mashups
::
Em Miscelânea e Etcétera:
Dionisismo
Psicologia Arquetípica
:::

em qualquercoisaismo:

As Sagradas Escrituras do Delariantismo

::: MultiCabala Discordiana Subgeniana Bela-Parrachiana Hihicronediana DeLariantiana dos Shimonianos Metamorfoseanos Ambulantes Muito Confusos :::



Semeai a Biblioteca, a Videoteca, a Galeria e as outras partes do Portal MultiCabalense
:::
Contribua aqui (sem edição - ou quase isso - só não vale Repolhices): https://www.facebook.com/multicabala (pra ficar bonito use um link, ou um vídeo, ou uma imagem no post)

:::
 

Outras MultiCabalas de delArismo Slackronediano

conjunto de pluri-comunidades para facilitar a criação e destruição de delírios de variável prazo de validade.

- participe do blog tudismocroned. mande seu email para minimalista(arroba)gmail(ponto)com

- Invada e bagunçe nosso grupo no Facebook

- Faça sua própria MultiCabala e divulgue aqui e/ou aqui


- Divulgue sua(seu) notícia, imagem, música, filme, vídeo, pintura, ilustração, texto, ensaio, escultura, foto, livro, fnord, blog, feed, página, perfil, site, link (seu ou de outrem), qualquercoisa esquisita (ou não) aanidum `patafísica bulldada pop experimental mainstream underground com foto 23X5 ou outro tamanho fnord aqui, e/ou aqui, e/ou aqui, e/ou aqui, e/ou aqui, e/ou aqui e/ou aqui 

:::

16.9.12

para constar

Existem coisas GENIAIS & coisas SUBGENIAIS.

13.9.12

Bebês do Abismo

Reinaldo Ribeiro
Pelo fim das certezas e o advento da ignorância, urge a entrega ao vazio. Nada em excesso! Cada vez mais Nada, pelo fim do jugo da razão! Respire fundo, vai ser preciso: vamos falar dos Bebês do Abismo. Um bebê? Um bebê? Inocentes criaturas rechonchudas moldando a massa bruta dos devires, hesitantes senhores das marionetes. Queres razão? Queres fé? Dance com os mutantes, dance! Crie, destrua, divirta-se, goze no Vácuo da sopa caótica. Deleite-se com o simples prazer do 'Não'. Estamos aqui como um pelotão de fuzilamento que não tem munição e como o condenado que prefere não ver seu último desejo atendido. Somos pela nossa verdade contra a sua, pela criação de mundos contra a realidade consensual, pela ociosidade criativa contra o esforço estéril, pela incerteza contra a segurança, pela doença venérea contra o ataque cardíaco, pela bobagem contra a coerência, contra a ganância pela mendicância, e assim por diante, porque isto já está cansando. Jesus se matou. (Todos nós, deuses sacrificados, sabemos do que falo.) Quem quer que já tenha tido um orgasmo sabe que a morte é nossa única amiga. Mas não se deve irritá-la, já que a dama pode te fazer viver & sofrer infinitas outras vidas, e muita lenga-lenga entre elas, até o próximo orgasmo. (Será que pode mesmo?) "Todo êxtase é fugidio, todo prazer ilusão." Que belo Buda que nos destes, Senhor. Nem podemos nos contentar com umas mentirinhas inofensivas e com alguma fé idiota (e há fé que não o seja?) que nos deixe pastando felizes e completos? (Completos... A compleição será mais do que a felicidade?) Sou apenas mais um que pensa, e por pensar pensa que pensa o que pensa pensar. (Ao estilo de uma poesia de Pessoa eu penso ser uma pessoa que pensa como Pessoa - mas eu não passo de um heterônimo mal criado.)

11.9.12

até mais e obrigado pelos peixes.....





Sabe o que é isso cara?
Estou vindo de um lugar muito bom cara
Um dia de bebidas comidas e deuses cara
Você não sabe de onde estou vindo cara
Do baixo submundo até o alto maypole você não sabe de onde estou vindo
Mas isto não te interessa cara
É apenas escritos de um cara muiro bêbado cara
É  isso que pecisamos nessa sociedade cara
Gente alterada cara
Estou alterado e contando a você minhas divindades cara
Meus deuses que você não enxerga cara
Agora com Aarni baixa coisas que nem sei dizer em especial
Tudo vem até mim de outros lugares cara
Sou Xamã e você acha loucura cara
Sou nada e esses escritos idiotas são só pra distrair cara
Apenas pra distrair cara
Meus deuses dançam dentro de mim cara
E você nem sabe do que estou falando cara
Falando de coisas sem substancias com muita importancia eu te digo
Mais que outros te dizem
Eu sou Vortek e você nem sabe o que isso significa cara
Vi demônios a dançarem comigo e me levarem até o abismo da descrença
Vi e senti que tudo  havia terminado
Vi e senti tudo que havia de loucura
E agora volto com uma garrafa na mão com um mundo ainda florecendo
E espalhando e trocando vida com muitos ainda despertos
Esse mundo é aquilo que nós moldamos dentro de nós
Nada disto faz sentido claro que não
Estou bêbado vomitando por ruas vazias nem tão vazias de casais homossexuais se beijando
Em eterna kundaline inversa
Se pudesse transcrever o que vejo e sinto isso seria maravilhoso e faria chorar
Você não sabe quem sou eu e nem eu sei quem sou
Mas faria chorar
Como o faraó chorou ao ver Nuit desnuda para ele
E você choraria ao ver o que pulsa em cada um de nós
Choraria
Ou isso é delirio de um bêbado voltando pela noite por ruas de vielas infestadas de morte e sexo se abraçando
Eu vejo poesia na morte e no sexo entre casais morrendo por orgasmo
Eu vejo você e você não sabe quem sou eu mas eu vejo todos neste mar de esperma noturno
Nuit grita de prazer em nos ver andando assim e contando historias
Não dá pra contar tudo o que vejo assim do nada
A transliteração é limitada
Se pudsse passar as sensações e visões e tudo seria maravilhoso
Este post é em estado alterado me prendam filhos da puta caçadores de liberdade
Estou voltando por ruas onde vejo Guede e Barão Samedhe sexo e morte no portão do alvorecer
Nem sei o que estou escrevendo
Foda-se  a censura regras limites e convenções
Foi um dia ótimo entre amigos em varios níveis
Estou alterado e  bêbado
Deuses gritam para mim em extase quando isso acontece
Sou avatar de deuses que querem a morte e sexo em prazeres antes culpados de santos
Não digo coisa com coisa cabe a você a decifrar  nada do que digo
Isso é nada e tudo de um ser chamado individuo
O que você faz da existencia que ainda se prende a paletós e gravata
Sou avatar de tudo que é quebra e tudo que é projeto mayhem
Destruição de tudo que é aprisionamento estou transliterando
Para passar nada que é uma bebedeira  alterado de conciencia atraves de integração com o SAG
E NADA QUE É FNORD
Nada é verdadeiro e vc tambem não é para mim
Eu sou verdadeiro para você?
Nada disso será alterado todos o erros serão deixados para vc enetnder que nada é perfeito a menosn uqe vc retorne ao caminho e conserte FNORD
Lemuria é só chamada de sonhos dentro de historias de coelhos brancos
Eu sou Vortek nome escolhido por vontade propria indo contra o que me impuseram
Não sei de nada e vc sabe de algo?
Da minha vergonha em liberdade e divindade eu exclamo como Crowley sabia
e Spare pintava
Meu deus grita por liberdade por meu amor e liberdade
Minhha vontade não é para este mundo em sabedoria de sangue antigo
Sou tudo e nada para vocês e nada e tudo para minhas visões
Nada disto será tocado e será mantido assim como sai
Me xinguem de idiota louco estupido
Porque sou isso e muito mais
Nada disso é fruto de sanidade esteril e sim de loucura fertil
Sou mais que muitos e nada de poucos
Sou todos
Sou Crowley e sou Spare sou palhaço e sou santo e sou parvo
Quando lhes digo nada e muito
Nada é tudo que o vazio lhes empresta para a iluminação
Estou deixando o momentum escrever já que não posso passar o que senti quando voltava deste dia maravilhoso
Nas vielas de um caminhante bêbado eu vi  o nada que significava tudo em momentos de tentaculares sensações
Eu sou amor ódio sexo e aventura moldados em corpo humano desventuroso de formas limitadas do julgamento judeu
As portas me arrepiam em formas de chamadas de Enoch agora canta
Será que alguem entenderá essas coisas que escrevo ou será melhor não entenderem mesmo
Deuses do outras esferas me dizem que nada faz sentido quando você pensa em sentido
Odin diz que devo levantar mais uma caneca com bebida e verter meu sangue para rejuvenecer
Nada faz sentido e para você eu sou louco sem tempo escrevendo isso
Volto por ruas a noite onde Guede dança com prostitutas do alvorecer
Você não sabe ou não entende isso
Está aprisionado contexto de certo e errado e ainda busca por sentido onde sua mente diz que nao há
Sou mais que você
Menos que todo mundo
Vejo que você não vê onde cato toda essa loucura estupida
E eu vejo que você fica sentado entrevendo sua morte em telas translucidas de TV
Eu vejo deuses possuindo meu corpo com prazer em circulos de sangue e magia
Eu vejo e sinto deuses cantando dentro de mim aonde você só enxerga falsarios vazios se passando por deuses
Eu ando cambaleando fazendo poemas desconexos sobre minha vida em noites amorosas abraçado por concubinas de amor puro
E você
O que sente?
A garrafa está a meu lado e você nem sabe o que corre em meu sangue
Constantine estava certo
Se você me mordesse
Cuidado
Você não sabe o que corre em meu sangue
Veneno puro para escravos do dia a dia estupido
Nectar dos deuses para os livre de coração do alvorecer de Sirius
Só verborragia pura de um idiota iluminado onde não tem onde colocar sua propria iluminação
Estou bêbado de nectar dos deuses
Música, bebida e pessoas
Pessoas que me mostram que ainda é bom caminhar sobre esse planeta imbecil
Governado por idiotas
E seguido por escravos
Não sou escravo sou aquilo que você mais odeia
Sou aquilo que você mais despreza
Sou EU
Com vario nomes
E você não entende
Acha estranho
E temeroso
Se eu pudesse escrever as sensações que sinto ao voltar para cá
Eu escrevia
Mas não sou bom escritor
Nem bom contador de historias
Sou Vortek
Vórtice confuso de muitas estações
Mas que baboseira sem tamanha de nada sem sentido
Mas todos somos baboseiras sem tamanho sem sentido dando sentido a algo chamado Universo
Estou cansado agora e que se foda os erros você que cate as referencias se tiver paciencia
Vou ali cair um momento
Adeus
Tchau
E obrigado pelos peixes



5.2.12

Segundo Manifesto Comedianista

Conforme as diretrizes adotadas na reunião da última Internacional Comedianista, exigimos:
I – Socialização total dos meios de reprodução, abolição da família heteronormativa e a instauração de uma dita-Dura democrática.

Fisting: o carro-chefe da revolução que socializará todos os meios de reprodução.
II – A organização revolucionária da luta de crassos que culminará numa sociedade desclassificada.
II,V – A imposição da menos-valia como forma de reparar uma dívida histórica das classes
trabalhadorasexploradoras com as classes
dominadorasexploradas.
III – A
liberalizaçãodesdiscriminação das drogas recreativas populares como a maconha, a televisão, a música popular, etc. Também é necessária a proibição imediata das drogas capitalistas – instrumento da alienação burguesa - como a polícia e a religião católica. Esta última deve ser substituída pela Teologia da Libertinagem.
Sessão de exorcismo na Teologia da Libertinagem.
Sessão de exorcismo na Teologia da Libertinagem.
IV - Linchamento democrático reeducativo & recreativo para todos os banqueiros, ativistas, empresários, anarquistas, religiosos, caoístas, jornalistas, magistas, psicanalistas, discordianos, absurdistas e groucho-marxistas.
V – Uma sociedade igualitária onde todos tenham acesso à mesma quantidade de comida, vestimenta, habitação, água potável, ar puro, beleza, sorte, altura, idade, etc.

Uma das contradições inerentes do capetalismo é a desigualdade entre os homens.

20.5.10

O riso como via de acesso ao criativo transformador (texto sagrado do Delarismo) - parte 2

:::

Parte 1

:::

Diante do paradoxo e da indivisibilidade da vida, com seus pares de opostos, outros autores assinalam a ambivalência do riso, que este pode ter como fonte uma dor, uma defesa, um temor, mas ao mesmo tempo uma sabedoria. H. Adorno já afirmou que o riso sereno ou terrível marca sempre o momento em que desaparece um temor. Afirmou Platão, em A República, que ”um acesso excessivo de riso quase sempre produz uma reação violenta” (ibidem, p.4). De fato, ainda é difícil definir o senso de humor, embora Shopenhauer já tenha afirmado que a única qualidade divina de um homem era o seu senso de humor. Por outro lado, sabemos que o ser humano é um ser lúdico, ele é apenas completamente humano quando está brincando, um importante anseio humano é o de jogar.

Mas, o que significa o humor? Indicando algo que flui, líquido, a palavra “humor” simboliza também o movimento de forças inconscientes que gradualmente se desenvolvem, porém o “senso de humor” em si pode se originar no senso de proporção das partes com o todo, tanto no mundo externo como interno. Para haver senso de humor maduro deverá haver, além do riso, consciência e afetividade. Charles Williams, no seu livro All Hallow’s eve (apud Luke, 1992, p.16) considerava que “aqueles que apreciam e compreendem, penetram no riso, no coração das coisas. A humildade está intimamente relacionada com senso de humor”. Há muitos tipos de riso, ele pode ocultar uma rejeição destrutiva ou o desprezo, e quando nos rendemos a isto perdemos o senso de humor, que sempre fortalece a compaixão, onde todas as nossas dores e alegrias se tornam inteiras. Ressentimentos, humilhações, culpas, etc. podem ser aceitos com dor e conhecidos também como ocasiões para o riso que cura.

Ainda segundo Williams, no meio da dor emocional é importante manter o senso de humor sobre a própria importância e a dos outros, com a intenção de alegria. Quando nos sentimos absolutamente comuns, adquirimos a simplicidade e o senso de humor; assim, poderemos começar a brincar na liberdade e na simplicidade da criança, poderemos alcançar a filosofia do momento, também defendida por J. L. Moreno, e vivermos no aqui e agora, com o espírito presente em cada momento, sabendo o que realmente se é.

Quando Jesus Cristo diz que “aquele que não receber o reino de Deus como uma criança pequena, nele não entrará” (São Marcos, 10:15), estava se referindo a esta sabedoria divina do riso. Jung considerava que, além da ética essencial, além da beleza da ciência, filosofia, psicologia e teologia, além de todos os esforços da humanidade para compreender o bem e o mal, ainda restava uma porta final para encontrar a liberdade: o caminho para a brincadeira espontânea, não imatura, mas inocente, do espírito feminino. Segundo Luke (1992, p. 17), sem isto não haverá “qualquer criação que conheça a eternidade, depois da longa jornada de retorno, na dimensão do tempo. Ela está e sempre esteve brincando no mundo, na alegria da Criança escondida em cada um de nós”. É quando se encontra a liberdade de todas as convenções e não se importa mais em mostrar as deficiências, como um palhaço. O Tolo ou a Criança dentro de nós nunca é ingênua, pois é a própria sabedoria brincando no mundo.

J. L. Moreno, por sua vez, acreditava nesta criança eterna e livre que deveria ser despertada, com sua centelha divina da espontaneidade, desenvolvendo seu método para trabalhar o acesso a este senso de humor, a este riso, a esta alegria, esta criança livre do aprisionamento das conservas culturais. Ao trabalhar numa realidade suplementar, Moreno valorizava o poder do mágico, do ilusionista, da liberdade transformista de multiplicar formas e possibilidades, produtora de mundos impensados. Neste ponto, afirmamos que Moreno e Jung se encontram num mesmo diapasão: ambos percebem no riso a afirmação de um princípio criador.

Quando um sujeito está em crise, quando o poder ordenador e racional do ego se descontrola, a tensão é demasiada e o ser se sente fragilizado - é preciso que se imponha outra força, em alternância. E o que surge como força capaz de propor outros sentidos à trágica situação, é o expediente da comédia e da magia que existem dentro de cada um.

O palhaço em particular, traz a visão carnavalesca, dionisíaca, ousada e grotesca do mundo, anteriormente citada. E o seu valor de renascimento, regenerador e de renovação positiva, “pois ao inferiorizar, rebaixar, aproxima da terra, favorece a comunhão com a parte inferior do corpo, conduz à comunhão com uma força regeneradora e criadora” (Bakhtin, apud Sampaio, 1992). Segundo Bakhtin, o riso renascentista está ligado ao novo, ao futuro, ao nascimento, a abrir caminhos. A figura do palhaço nos leva a enxergar o mundo de modo diferente, mais móvel, intenso e imaginativo.


fonte: Psicodrama do Palhaço

19.5.10

O riso como via de acesso ao criativo transformador (texto sagrado do Delarismo) - parte 1

“O grau de liberdade que há em qualquer sociedade é diretamente proporcional ao riso que nela existe”

(Zero Mostel, in Humor Judaico)

...

O palhaço foi considerado por C. G. Jung como um representante do trickster, uma figura arquetípica do herói trapaceiro, ambíguo e contraditório, que zomba e transgride normas. O palhaço teria ligações estreitas com o trickster e seria, acima de tudo, uma exteriorização de algo íntimo, universal, primitivo e puro do indivíduo, que se encontra no riso e no exagero. Figura que pode ser amada, admirada ou temida por todos, que assume a dor, a ternura e o ridículo, integrando estes opostos.

Fazendo uma breve retrospectiva histórica do “palhaço”, encontramos já na Idade Média as figuras do bobo da corte ou bufão sábio. A trupe dos saltimbancos surgiu nas festividades da Idade Média e Renascimento. Nesta época, a concepção do cômico opunha-se à cultura oficial, ao tom sério, feudal e religioso da época. Encontramos esta figura cômica também como o “coringa” dos baralhos e como o “louco”, na carta 22 do Tarô. Somente se tornou realmente a figura do “palhaço” na Renascença italiana com a Commedia dell’ arte ( com a dupla “Branco e Augusto”). Passou a frequentar os palcos das festas populares, representando uma “concepção carnavalesca do mundo, uma segunda vida do povo”, assim como o lado jocoso, grotesco e alegre, recusando o poder instituído e afirmando a vida (Bakhtin, apud Sampaio, 1992, p.40). Surge, assim, uma visão do homem e das relações humanas alternante, necessária e revigoradora. Mas, este poder regenerador positivo do palhaço vai decrescendo após o século 17, mantendo-se atenuado em algumas formas do cômico sobreviventes, ligadas ao folclore, ao circo e à feira.

O trickster é considerado por Jung uma imagem arquetípica do inconsciente coletivo, que se insurge para brincar com a lei. É uma imagem eterna, arquetípica. Um herói mítico que é solitário, mas que se efetiva na relação com o outro, embora se volte sempre para si. O trickster é a imagem arquetípica do brincalhão com impulsos infantis, de natureza ambígua (animal e humana, sublime e grotesca). É o infantil no adulto, o infrator de normas.

(...)

Investigando o espírito cômico, observamos que ele é dialético, costuma dizer “não” a um “sim” aceito, ou dizer “sim” a um “não“ aceito e conservado culturalmente. Tem a capacidade de criar a súbita inversão, na qual a familiaridade do mundo comum é posta em questão, para que possamos ver a surpresa e experimentar o espanto que o familiar tende a esconder. A piada, por exemplo, depende muito de uma espontânea e súbita inversão do comum, da conserva cultural, da ordem das coisas geralmente aceitas. Por isto, há um certo atrativo inevitável na brincadeira.

Segundo Richard Underwood (apud Campbel, 2001, p. 166), “é cômico ver a súbita inversão da certeza ou familiaridade em incerteza ou surpresa”. Ou até pode ser trágico, indicando uma íntima ligação dialética entre tragédia e comédia. Como diz um velho cancioneiro popular, “o que dá pra rir dá pra chorar, questão só de peso e medida”.

J. L. Moreno (1889-1974), criador do Psicodrama, tinha plena consciência da força da brincadeira, da alegria e do jogo no trabalho terapêutico. Afirmou que devolveu a alegria à Psiquiatria e buscou no jogo, dramático ou não, o clima lúdico e o riso como condições para promover um estado espontâneo-criador, que ele considerava condição fundamental à saúde mental. Diremos que Moreno desenvolveu um método que visava também despertar o espírito cômico, com seu caráter transformador e transgressor, para que o sujeito com ele pudesse rir do seu drama, ver além da sua tragédia, além do seu modus operandi submerso e submetido às conservas culturais, a atitudes e padrões estereotipados.

Moreno deu, assim, credibilidade e valor à brincadeira como via de acesso ao poder criativo, e em especial no seu poder de colocar em questão o familiar, o conservado, desmontando “certezas”, princípios ou objetivos fixos, cristalizados e não questionados. Vai buscar na atitude lúdica a sua força criativa, para desmontar, desorganizar ou destruir certezas absolutas, pesquisando suas origens, numa perspectiva também genealógica.

(...)

Destacamos também a perspectiva dionisíaca presente do Psicodrama e na figura do palhaço. Dioniso, deus mitológico grego, é um deus do povo, da natureza, do vinho, da liberação pelo êxtase, das emoções, da promoção da vida, da não repressão, da expressão corporal, da dança, do teatro, do sexo e da alegria. Em seu lado sombrio, é o deus da tragédia e da loucura. Mas, é este deus que promove uma via de acesso ao mundo interior, a união das dualidades, do princípio masculino com o feminino, da luz e da sombra, do divino e humano, do alegre e triste, do bom e mau.

Na mitologia e na tragédia grega, é Dioniso quem aponta para a condição humana, que nos vem ensinar o mesmo que os poetas sempre transmitiram, que a vida é um jogo de pares de opostos, são parte de uma unidade permanente. Segundo Albor Reñones (2002, p. 148), “por trás de cada herói e cada sofrimento, ali estaria o deus Dioniso, apontando seu bastão para a nossa cara e dizendo: dance”. Para combater os excessos e a falácia da seriedade, aponta para a dança, para a permissão da alegria e da embriaguês, pois o mundo dá voltas e nada permanece, devendo a cada um de nós entendê-lo como passagem. Este autor (Ibidem, p. 156) nos aponta: “ante a insolubilidade da dor, temos a possibilidade de uma ação solidária, quando não amorosa”. Diríamos que nos resta a poesia, que está presente na alegria.

Segundo López-Pedraza (2002, p.44-45), “Dioniso permite uma perspectiva arquetípica para se relacionar e para diferenciar emoções, como uma via de acesso ao mundo interior”. Segundo Alvarenga (2000, p.143) Dioniso “prega a interação eu-outro de forma simétrica, restituindo a dinâmica do coração”. Dioniso é entendido com representante do arquétipo canalizador da agressividade, da força ou da corporalidade, transformando-a em manifestações criativas. Ao contrário de Apolo (deus do sol, da consciência, da ordem e do pensamento, defensor do patriarcado), Dioniso defende o feminino, é o deus lunar, do inconsciente, da intuição e do sentimento. Representa a dinâmica da alteridade, das relações simétricas, pós-patriarcal (Sousa, apud Alvarenga, 2007).


Parte 2


fonte: Psicodrama do Palhaço

16.2.09

Intoxicação Através do Mundo Onírico

por Strotoxic Silence



Não sou Discordiano, Lokista e nada parecido, apenas quero ratificar aqui um ponto a muito esquecido por vós, no tempo em que nos reuníamos em conclaves, reuniões perto de áreas florestais onde o silêncio imperava - nem mesmo pássaros cantavam perto dos reunidos.

Faz uma grande quantidade de tempo e, durante esse lapso, mudamos totalmente. Venho do nosso Antigo Mundo astear um clarão que talvez possa despertar alguns. Minha esperança não será em vão.

Não falo aqui de vidas passadas ou algo parecido, mas uma era em que vivíamos de um modo diferente e, todos que estão aqui presentes - reunidos pelo acaso causado por Atratores de afinidade - esqueceram das reuniões. Esqueceram que nossa vida tem uma duração muito maior do que é imposto - os que morrem com 70, 80 anos, não passam de bonecos para fazerem vocês acreditarem nisso.

Depois de uma viagem por meus sonhos, fui intoxicado com esse clarão, que seria algo transportado pela mensagem que recebi oniricamente.

Quando acordei, Acordei.

Sinto a necessidade de compartilhar com vocês a mesma mensagem mas, infelizmente não posso. Apenas posso mostrar os meios.

É simples: antes de dormir, faça um esforço imaginativo.

delArismo sexy

“ Por fim amamos o desejo, e não o desejado.” - Nietzsche

faz todo o sentido

então sejamos sinceros, mergulhemos no delírio, na ficção desse desejo. se por algum acaso algo real não fictício aparecer - mas de natureza delirante fictícia, logo real - tanto melhor.

paradoxos não são sexy, baby?

mais sobre DeLArismo

1.1.08

Êxtase

"No êxtase, penetra em um mundo desconhecido, o dos Espíritos etéreos, com os quais entra em comunicação, sem que, todavia, lhe seja lícito ultrapassar certos limites, porque, se os transpusesse, totalmente se partiriam os laços que o prendem ao corpo. Cerca-o então resplendente e desusado fulgor, inebriam-no harmonias que na Terra se desconhecem, indefinível bem-estar o invade: goza antecipadamente da beatitude celeste e bem se pode dizer que pousa um pé no limiar da eternidade.

No estado de êxtase, o aniquilamento do corpo é quase completo. Fica-lhe somente, pode-se dizer, a vida orgânica. Sente-se que a alma se lhe acha presa unicamente por um fio, que mais um pequenino esforço quebraria sem remissão.

Nesse estado, desaparecem todos os pensamentos terrestres, cedendo lugar ao sentimento apurado, que constitui a essência mesma do nosso ser imaterial. Inteiramente entregue a tão sublime contemplação, o extático encara a vida apenas como paragem momentânea.

Considera os bens e os males, as alegrias grosseiras e as misérias deste mundo quais incidentes fúteis de uma viagem, cujo termo tem a dita de avistar.

Dá-se com os extáticos o que se dá com os sonâmbulos: mais ou menos perfeita podem ter a lucidez e o Espírito mais ou menos apto a conhecer e compreender as coisas, conforme seja mais ou menos elevado. Muitas vezes, porém, há neles mais excitação do que verdadeira lucidez, ou, melhor, muitas vezes a exaltação lhes prejudica a lucidez. Daí o serem, freqüentemente, suas revelações um misto de verdades e erros, de coisas grandiosas e coisas absurdas, até ridículas."

fonte: H.E.U.

1.6.07

Curiosidades da Etimologia - parte 1: Delirar


"Às vezes, francamente, o espírito humano dá nome às coisas de maneira bem poética. Um lavrador vai a seu campo no tempo da semeadura para o arar, preparar as sementeiras. Faz um comprido sulco, raso e largo, com o facão do arado; e depois volta fazendo outro, e outro, muitos mais, todos cuidadosamente paralelos entre si, para facilitar o lançamento das sementes de um e outro lado das alamedas... Mas a calma do sol da tarde age-lhe misteriosamente na alma, e ele se distrai, e sonha, e sonha mais e se distrai mais ainda, enquanto o arado corta a terra, já sem rumo fixo, em linhas desconexas. Deu para imaginar a cena? É uma cena de delírio, tal como entendemos o que isso seja. E mais: estar fora de si, imaginar loucuras, e se possível cometê-las... na gíria jovem deste fim-de-século, enfim, delirar é "viajar". Sair dos sentidos. "Fulana viajou", diz alguém assustado, ao ver a amiga sempre tão comedida, sempre tão "em ordem", um dia chutar o pau da barraca, virar a mesa e acabar rodando a baiana, num puro delírio. Que também pode significar uma outra "viagem", triste viagem de parca volta, a das drogas. Pois é. Na raiz, a palavra delirar nos fala de tudo isso, pois quer dizer, literalmente, "sair (o lavrador que conduz o arado) do sulco (planejado)". O verbo latino delirare é formado por lira, "sulco feito pelo arado", com o prefixo latino de-, "fora de", "afastado de". Por falar nisso, "estar fora de si" tanto pode ser um estado de delírio como um estado de êxtase (ekstasis, "arrebatamento íntimo" pref. de-, "fora de" + lira, "sulco de arado".] "

fonte: O Portal da Educação Lúdica

9.4.07

O Decálogo do Terrorista Cultural (wodouvhaox remix)


1. O Terrorismo Cultural (doravante denominado também TC) tem por base a revolta contra a hipocrisia conservadora e contra o bem-pensantismo progressista. Mas o principal inimigo do TC é a indiferença. Chama-se "Terrorismo" porque, nos dias atuais, a atitude mais sã é adotar/adaptar os termos mais desprezados. Se George W. Bush elegeu "O terrorismo" como seu inimigo principal, e todos se sentem obrigados a condenar o terrorismo, então o TC proclama-se terrorista. Não se trata de terrorismo contra a vida das pessoas - um empreendimento estúpido e inútil, já que a maior parte das mortes não naturais são provocadas pelas instâncias que se proclamam antiterroristas: governos, empresas, igreja, nações... Trata-se de terrorismo cultural, no sentido antropológico e mais lato do termo: terrorismo contra as crenças, os valores, os hábitos e os projetos que as instituições que temos - e muitos dos parvos que as representam - defendem.

2. O Terrorismo Cultural aceita a contradição permanente. Ao contrário da dialética, que percorre o espectro direita-esquerda, o TC defende que as contradições não se resolvem. Nesse sentido, o TC está mais próximo de algumas filosofias orientais e de outras ditas "primitivas" que vêem a contradição como o elemento dinâmico constante da sociedade, sem outra resolução que não a sua repetição cíclica e infinita. Só não é uma filosofia oriental porque não tem paciência para orientalices babacas, nem para a forma como elas têm sido cooptadas por yuppies budistas de Los-Angeles e gente do new age. Só não é um elogio do primitivismo porque não tem paciência para intelectuais burgueses que se fascinam com as danças tribais no Discovery Channel e gastam uma fortuna em viagens naturalistas à Amazônia para serem picados por mosquitos.

3. O TC é um bricolage de influências. Nele pode encontrar-se um pedaço de tudo: um bom pedaço de Anarquismo Libertário, tanto na vertente socialista européia como na vertente liberal americana; um bom pedaço de Zen-Budismo, outro pedaço de altihihicronedismo psy; pedaços de Delirismo, de Surrealismo, de Groucho-Marxismo, de Filosofia Pragmática, de Hedonismo, de Psicologia Quântica, de Zenarquismo; sobretudo, o TC simpatiza instintivamente com o Cinismo Surrealista. (O bricolage do TC não tem nada a ver com o bricolage dos pós-modernos, pois o TC não tem paciência para os pós-modernos que cooptaram um certo potencial TC para o (des)conforto de universidades americanas freqüentadas por filhos de narcotraficantes ou para o small print de revistas crípticas publicadas na França). Aquilo que o TC não suporta é o elogio absoluto da racionalidade ou o elogio absoluto da emotividade; o primado da biologia ou o primado da cultura e da construção social; as pessoas que se armam em marginais ou as pessoas que se armam em sistêmicas. O bricolage e a contradição permanente são aliados natos na luta cínica pelo desmascaramento dos sistemas de ação e pensamento. São do mais realista que pode haver - sobretudo porque o TC não se preocupa com a utilidade.

4. A primeira virtude de um TC (que não se chama virtude, pois o TC não tem paciência para as virtudes, assim como não tem paciência para o imoralismo militante dos pensadores "marginais") é saber gozar consigo próprio e ter prazer nisso. Não é possível aterrorizar a cultura sem se usar a si próprio como exemplo de como as coisas realmente são: bricoladas, contraditórias, irresolúveis. O projeto de identidade pessoal dum TC é a ausência de projeto, pois este necessita sempre de um sistema de crenças coeso ou, no mínimo, da submissão a uma autoridade ou a um status quo proclamado pelo senso comum.

5. Esta coisa de "irresolúveis" merece uma explicação: será o TC um desesperançado? Acha ele ou ela que nada tem solução? Não é bem assim.
O TC abomina utopias, milenarismos, histerias de massa, populismos, demagogias, livros de auto-ajuda e outras formas de substitutos da religião - incluindo a religião em si. Está mais que visto que conduzem ao desastre: do "socialismo real", às guerras religiosas, passando pelas seitas em que todos acabam mortos. O TC tão-pouco acredita na ilusão de felicidade através do consumo promovida pelo capitalismo. O cinismo realista do TC desconfia das lavagens cerebrais, quer venham da direita quer da esquerda, do campo religioso ou do campo científico, do campo socialista ou do campo capitalista. Não quer isto dizer que o TC seja um hedonista ou um "desconectado". Os primeiros são uns tontos, porque não percebem que obtêm o seu prazer à custa de não questionarem o que lhes permite obterem-no; os segundos tontos são, porque escolhem hipocritamente aquilo em que participam e aquilo em que não participam (por exemplo, não votam porque "não participam nessa farsa", mas nunca falham a picar o ponto no emprego...).

6. O TC desconfia daqueles que dizem que fazem TC: artistas, comentadores e opinion makers, jovens em manifestações anti-globalização, e outras espécies. O TC desconfia também dos que dizem que eles são apenas diletantes ou pessoas que estão a passar por uma fase. O TC desconfia dos primeiros porque de fato acha que são diletantes ou estão a passar por uma fase. Mas desconfia dos segundos porque acha que eles não têm autoridade para emitirem aquele juízo: a sua opinião é o simples balbuciar das banalidades auto-satisfeitas do senso comum.

7. Tudo o que um TC disser está sujeito à revisão por outro TC e assim sucessivamente até ao infinito, numa discussão eterna, bricolada, contraditória, realista, cínica e humorada, desde que com isso ninguém deixe de almoçar, dormir, ir à praia, dizer a sua opinião e fazer qualquer coisa de criativo.

8. Um bom TC destruiria imediatamente este texto. Um bom TC não pode admitir a possibilidade de ajudar a criar um dogma, associação, movimento, escola, partido, tendência, seita, culto, lobby, grupo de ajuda e muito menos uma empresa.

9. Não existem bons TCs.

10. Não existe ponto 10: um TC não consegue resistir a escrever um Decálogo só com nove pontos.

O Decálogo do Terrorista Cultural - Timóteo Pinto Remix

O Decálogo do Terrorista Cultural - Versão Original

->:::<-