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“Everyone carries a piece of the puzzle. Nobody comes into your life by mere coincidence. Trust your instincts. Do the unexpected. Find THE OTHERS”
– Dr Timothy Leary
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“Welcome to the most ancient conspiracy on the planet. We’ve gone for so long now that we don’t remember what we were doing, but we don’t want to stop because we have nothing better to do.” - Fire Elemental
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18.11.14
malrboro ou &ight?
malroboro ou eight?
deep blue sea...
18.2.13
16.2.09
Intoxicação Através do Mundo Onírico

Não sou Discordiano, Lokista e nada parecido, apenas quero ratificar aqui um ponto a muito esquecido por vós, no tempo em que nos reuníamos em conclaves, reuniões perto de áreas florestais onde o silêncio imperava - nem mesmo pássaros cantavam perto dos reunidos.
Faz uma grande quantidade de tempo e, durante esse lapso, mudamos totalmente. Venho do nosso Antigo Mundo astear um clarão que talvez possa despertar alguns. Minha esperança não será em vão.
Não falo aqui de vidas passadas ou algo parecido, mas uma era em que vivíamos de um modo diferente e, todos que estão aqui presentes - reunidos pelo acaso causado por Atratores de afinidade - esqueceram das reuniões. Esqueceram que nossa vida tem uma duração muito maior do que é imposto - os que morrem com 70, 80 anos, não passam de bonecos para fazerem vocês acreditarem nisso.
Depois de uma viagem por meus sonhos, fui intoxicado com esse clarão, que seria algo transportado pela mensagem que recebi oniricamente.
Quando acordei, Acordei.
Sinto a necessidade de compartilhar com vocês a mesma mensagem mas, infelizmente não posso. Apenas posso mostrar os meios.
É simples: antes de dormir, faça um esforço imaginativo.
delArismo sexy
faz todo o sentido
então sejamos sinceros, mergulhemos no delírio, na ficção desse desejo. se por algum acaso algo real não fictício aparecer - mas de natureza delirante fictícia, logo real - tanto melhor.
paradoxos não são sexy, baby?
mais sobre DeLArismo
28.11.08
Larismo
somos uma tribo
de eremitas, solitários,
introvertidos, monges,
mudos, lacônicos,
e maníacos afins
que estão intrigados
com
Lara
DEUSA DO SILÊNCIO
e com
Seus
Afazeres
O Que Nós Sabemos Sobre LARA (não muito):
"Larunda (ou Larunde, Laranda, Lara) era uma Náiade ou ninfa, filha do rio Almo na Mitologia Romana. Ela era famosa tanto pela sua beleza como pela sua loquacidade - uma característica que os seus pais tentaram refrear. Ela era incapaz de guardar segredos, e assim revelou à esposa de Júpiter, Juno, o seu caso com Juturna (ninfa companheira de Larunda, e esposa de Janus). Por atraiçoar a sua confiança, Júpiter cortou a língua de Lara e ordenou a Mercúrio, o mensageiro, que a conduzisse a Averno, a entrada do Mundo Infernal e reino de Plutão. Mercúrio, no entanto, apaixonou-se por Larunda e fez amor com ela no caminho. Lara então tornou-se a mãe de duas crianças, conhecidas como Lares, deuses invisíveis guardiões dos lares. Contudo, ela teve que permanecer escondida numa casa nos bosques para que Júpiter não a encontrasse." wikipedia
"O sábio nunca diz tudo o que pensa, mas pensa sempre tudo o que diz."
(Aristóteles)
"O homem comum fala, o sábio escuta, o tolo discute."
(Sabedoria oriental)
"O ignorante afirma, o sábio duvida, o sensato reflete."
(Aristóteles)
"O sábio fala porque tem alguma coisa a dizer; o tolo porque tem que dizer alguma coisa."
(Platão)
"O Sábio cala ... a verdade por si fala"
(Ponto de Equilíbrio)
"As palavras não representam a coisa em si. Elas inicialmente eram metáforas para tentar comunicar ou indicar algo. Com a evolução da linguagem e sua crescente complexidade, foram criadas metáforas sobre metáforas, ficando cada vez mais abstratas até o ponto em que sua origem, a expressão da coisa em si, se perdeu completamente. Digamos que palavras são como o NX Zero, a cópia da cópia de recópia da tricópia." Timóteo Pinto
Mais sobre Menos:
Manifesto Clarifesto - Menos é Mais
trilha sonora
mais sobre lara
mais aqui
e é só. mú
19.11.08
A Mística do Bobo
NASRUDIN - Um Mestre Diferente
Histórias do incrível, extraordinário, incomparável, hihicronediano Nasrudin
23.7.08
Caorsnaval / carnacaos / carnaval freaK v 0.3175
http://1001gatos.org/cheshire/viewtopic.php?f=8&t=14&st=0&sk=t&sd=a&start=30
< PQ RiO?
>porque o rio tem o segundo melhor carnaval do brasil, tem uma alta carga caótica, muuuitas coisas pra fazer, muitos jovens e mais discordianos que qualquer outro lugar do continente (=O)
< DO QuE SE PrecisA ParA AconteceR?
> confirmação de pessoas que vao
> mao de obra
> cabeças pensantes
[todos os outros problemas se resolvem com os itens acima]
< OndE?
> a galera de outros estados pode ficar nas casas da galera daqui, tipo a minha. cabe pelo menos 3 discordian@s e é perto de tudo
> os eventos do caorsnaval própriamente dito acontecem, pela cidade, na Fundiçao Progresso*, na ChapaHouse e no CineChapa**, e por onde mais der na telha
< PQ IR?
> porque esse vai ser o maior evento da história da nossa geração Discordiana Tupiniquim!!!!!
> porque essa é uma exelente forma de trocar os fnord achatadores de bunda da tela quadrada pelos que vivem ao ar livre
> porque pode servir para provar aos outros e à si que além de ideias voce tem atitude!
> dinheiro? passagens de onibus para o rio nao custam mais que $50
> papai e mamãe não deixam? hora de treinar sua retórica e de transpor limites! (tambem podem tranquilisar seus pais, vai ser altamente (in)seguro)
_____
*Fundição Progresso - antiga fundição (dã), antigo shopping cultural, hoje em dia sedia varias companias de teatro, dança e artes circensenses como o CIC. Centro Interativo de Circo, oficinas grátis todos os dias da semana e lugar de carta branca pra pessoas como nós chegar e montar algo como um happening! a Fundição tambem é um exelente lugar pra meditar, se reunir, beber e fumar, trepar, se divertir.
**ChapaHouse - é onde meu amigo tajra vivia com seu amigo jesus, hoje em dia ta vazio e é lugar de rituais parrachianos, sexo drogas e rock n roll, orgias (perdoem o pleonasmo), e papos cabeças e coisas mais tranquilas também.
CineChapa - era para tomar lugar da ChapaHouse, transformando o lugar num cineclube, mas a ideia nao deu certo e agora a CineChapa é um lugar flutuante de funcionamento semelhante à Zonas Autônomas Temporárias, se não é uma.
4.6.07
Abismo
Quando eu estou trancada em minha casa, quando não faço muita questão de olhar o céu, trafegar pelas ruas, olhar as pessoas ao redor, sinto que eu estou protegida, mas que também estou me fechando, estou evitando fazer parte de um macrocosmo, de um Caos que funciona lá fora, independente de minha presença ou não.
Mas, quando eu me decido por abrir os portões de minha casa e colocar meus pés na rua, é como que se eu tivesse entrado num novo mundo, um universo ainda maior, ainda mais confuso, ainda mais caótico, ainda mais atrativo, receptivo, constante, inconstante, tudo e nada pode acontecer. Um dia tudo parece bastante calmo, no outro tudo acontece. É como atravessar os enormes portões dessa realidade tão conhecida, para uma outra, ainda que mais arisca, ainda que mais selvagem.
É estar a mercê de forças estranhas, é poder observar todas as sincronicidades, é ter os resultados de muitas das coisas que você produziu enquanto estava sozinho em seu quarto, é fazer e ser parte de algo ainda maior. É ser respondido em suas expectativas, é responder as expectativas alheias. Tudo está fora do seu controle, ainda que sob seu controle. Tudo simplesmente é permitido, ainda que pode não ser verdadeiro!
“Quando você olha para o abismo, o abismo olha para você.”
Atraímos alguns, repelimos outros, atraímos situações, simplesmente acontece... Somos chamados, somos rodeados, estamos num enorme e infindo vórtice de energia, alguns presos aos seus transes diários não podem notar o poder da instabilidade, não podem notar a presença soberana do caos universal, mas para os que estão despertos, para àqueles que estão além dessa medíocre realidade, é como lançar-se num delicioso mar de possibilidades!
Viaje você também!
1.6.07
"Às vezes, francamente, o espírito humano dá nome às coisas de maneira bem poética. Um lavrador vai a seu campo no tempo da semeadura para o arar, preparar as sementeiras. Faz um comprido sulco, raso e largo, com o facão do arado; e depois volta fazendo outro, e outro, muitos mais, todos cuidadosamente paralelos entre si, para facilitar o lançamento das sementes de um e outro lado das alamedas... Mas a calma do sol da tarde age-lhe misteriosamente na alma, e ele se distrai, e sonha, e sonha mais e se distrai mais ainda, enquanto o arado corta a terra, já sem rumo fixo, em linhas desconexas. Deu para imaginar a cena? É uma cena de delírio, tal como entendemos o que isso seja. E mais: estar fora de si, imaginar loucuras, e se possível cometê-las... na gíria jovem deste fim-de-século, enfim, delirar é "viajar". Sair dos sentidos. "Fulana viajou", diz alguém assustado, ao ver a amiga sempre tão comedida, sempre tão "em ordem", um dia chutar o pau da barraca, virar a mesa e acabar rodando a baiana, num puro delírio. Que também pode significar uma outra "viagem", triste viagem de parca volta, a das drogas. Pois é. Na raiz, a palavra delirar nos fala de tudo isso, pois quer dizer, literalmente, "sair (o lavrador que conduz o arado) do sulco (planejado)". O verbo latino delirare é formado por lira, "sulco feito pelo arado", com o prefixo latino de-, "fora de", "afastado de". Por falar nisso, "estar fora de si" tanto pode ser um estado de delírio como um estado de êxtase (ekstasis, "arrebatamento íntimo"
fonte: O Portal da Educação Lúdica
9.4.07
1. O Terrorismo Cultural (doravante denominado também TC) tem por base a revolta contra a hipocrisia conservadora e contra o bem-pensantismo progressista. Mas o principal inimigo do TC é a indiferença. Chama-se "Terrorismo" porque, nos dias atuais, a atitude mais sã é adotar/adaptar os termos mais desprezados. Se George W. Bush elegeu "O terrorismo" como seu inimigo principal, e todos se sentem obrigados a condenar o terrorismo, então o TC proclama-se terrorista. Não se trata de terrorismo contra a vida das pessoas - um empreendimento estúpido e inútil, já que a maior parte das mortes não naturais são provocadas pelas instâncias que se proclamam antiterroristas: governos, empresas, igreja, nações... Trata-se de terrorismo cultural, no sentido antropológico e mais lato do termo: terrorismo contra as crenças, os valores, os hábitos e os projetos que as instituições que temos - e muitos dos parvos que as representam - defendem.
2. O Terrorismo Cultural aceita a contradição permanente. Ao contrário da dialética, que percorre o espectro direita-esquerda, o TC defende que as contradições não se resolvem. Nesse sentido, o TC está mais próximo de algumas filosofias orientais e de outras ditas "primitivas" que vêem a contradição como o elemento dinâmico constante da sociedade, sem outra resolução que não a sua repetição cíclica e infinita. Só não é uma filosofia oriental porque não tem paciência para orientalices babacas, nem para a forma como elas têm sido cooptadas por yuppies budistas de Los-Angeles e gente do new age. Só não é um elogio do primitivismo porque não tem paciência para intelectuais burgueses que se fascinam com as danças tribais no Discovery Channel e gastam uma fortuna em viagens naturalistas à Amazônia para serem picados por mosquitos.
3. O TC é um bricolage de influências. Nele pode encontrar-se um pedaço de tudo: um bom pedaço de Anarquismo Libertário, tanto na vertente socialista européia como na vertente liberal americana; um bom pedaço de Zen-Budismo, outro pedaço de altihihicronedismo psy; pedaços de Delirismo, de Surrealismo, de Groucho-Marxismo, de Filosofia Pragmática, de Hedonismo, de Psicologia Quântica, de Zenarquismo; sobretudo, o TC simpatiza instintivamente com o Cinismo Surrealista. (O bricolage do TC não tem nada a ver com o bricolage dos pós-modernos, pois o TC não tem paciência para os pós-modernos que cooptaram um certo potencial TC para o (des)conforto de universidades americanas freqüentadas por filhos de narcotraficantes ou para o small print de revistas crípticas publicadas na França). Aquilo que o TC não suporta é o elogio absoluto da racionalidade ou o elogio absoluto da emotividade; o primado da biologia ou o primado da cultura e da construção social; as pessoas que se armam em marginais ou as pessoas que se armam em sistêmicas. O bricolage e a contradição permanente são aliados natos na luta cínica pelo desmascaramento dos sistemas de ação e pensamento. São do mais realista que pode haver - sobretudo porque o TC não se preocupa com a utilidade.
4. A primeira virtude de um TC (que não se chama virtude, pois o TC não tem paciência para as virtudes, assim como não tem paciência para o imoralismo militante dos pensadores "marginais") é saber gozar consigo próprio e ter prazer nisso. Não é possível aterrorizar a cultura sem se usar a si próprio como exemplo de como as coisas realmente são: bricoladas, contraditórias, irresolúveis. O projeto de identidade pessoal dum TC é a ausência de projeto, pois este necessita sempre de um sistema de crenças coeso ou, no mínimo, da submissão a uma autoridade ou a um status quo proclamado pelo senso comum.
5. Esta coisa de "irresolúveis" merece uma explicação: será o TC um desesperançado? Acha ele ou ela que nada tem solução? Não é bem assim.
O TC abomina utopias, milenarismos, histerias de massa, populismos, demagogias, livros de auto-ajuda e outras formas de substitutos da religião - incluindo a religião em si. Está mais que visto que conduzem ao desastre: do "socialismo real", às guerras religiosas, passando pelas seitas em que todos acabam mortos. O TC tão-pouco acredita na ilusão de felicidade através do consumo promovida pelo capitalismo. O cinismo realista do TC desconfia das lavagens cerebrais, quer venham da direita quer da esquerda, do campo religioso ou do campo científico, do campo socialista ou do campo capitalista. Não quer isto dizer que o TC seja um hedonista ou um "desconectado". Os primeiros são uns tontos, porque não percebem que obtêm o seu prazer à custa de não questionarem o que lhes permite obterem-no; os segundos tontos são, porque escolhem hipocritamente aquilo em que participam e aquilo em que não participam (por exemplo, não votam porque "não participam nessa farsa", mas nunca falham a picar o ponto no emprego...).
6. O TC desconfia daqueles que dizem que fazem TC: artistas, comentadores e opinion makers, jovens em manifestações anti-globalização, e outras espécies. O TC desconfia também dos que dizem que eles são apenas diletantes ou pessoas que estão a passar por uma fase. O TC desconfia dos primeiros porque de fato acha que são diletantes ou estão a passar por uma fase. Mas desconfia dos segundos porque acha que eles não têm autoridade para emitirem aquele juízo: a sua opinião é o simples balbuciar das banalidades auto-satisfeitas do senso comum.
7. Tudo o que um TC disser está sujeito à revisão por outro TC e assim sucessivamente até ao infinito, numa discussão eterna, bricolada, contraditória, realista, cínica e humorada, desde que com isso ninguém deixe de almoçar, dormir, ir à praia, dizer a sua opinião e fazer qualquer coisa de criativo.
8. Um bom TC destruiria imediatamente este texto. Um bom TC não pode admitir a possibilidade de ajudar a criar um dogma, associação, movimento, escola, partido, tendência, seita, culto, lobby, grupo de ajuda e muito menos uma empresa.
9. Não existem bons TCs.
10. Não existe ponto 10: um TC não consegue resistir a escrever um Decálogo só com nove pontos.
O Decálogo do Terrorista Cultural - Timóteo Pinto Remix
O Decálogo do Terrorista Cultural - Versão Original
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