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10.11.14

Quem é o Mestre que faz a grama ficar verde?

Nem as cores existem na natureza nem nossa mente reflete fielmente os que nos rodeia. A realidade é proporcional ao número de seres humanos, posto que o que cada um percebe é filtrado e deformado pelos sentidos objetivos e a mente subjetiva.

O mundo visual que nos rodeia é uma ilusão? É verdade que as cores não existem na natureza? Nosso cérebro reflete fielmente a realidade exterior? As respostas a essas perguntas demonstram que a realidade é um conceito bastante subjetivo, já que muitas das coisas que observamos não existem ou, pelo menos, não são como as enxergamos.

O coquetel de estímulos provenientes do interior e do exterior de nosso corpo e que captamos por meio dos cinco sentidos varia sutilmente de uma pessoa para outra, já que a estrutura, as diferenças e as alterações dos órgãos sensoriais de cada um fazem com que, por exemplo, vejamos e escutemos de forma diferente, tanto que não exitem duas percepções iguais do real. Se essa percepção objetiva, por sua vez, é alterada pela interpretação subjetiva do que somos, acontece e nos rodeia, com base em nossa bagagem de aprendizados e experiências, podemos concluir que a realidade é algo tão pessoal e único como as impressões digitais.

Segundo o neurocientista Francisco J. Rubia, autor do livro "¿Qué sabes de tu cerebro?" (O que seu cérebro sabe?), "antigamente se achava que o cérebro refletia de forma fidedigna o mundo exterior, mas, a cada dia, parece mais evidente que o cérebro é um mundo fechado que traduz os estímulos externos para a linguagem disponibilizada pelas estruturas cerebrais, dando uma versão interna ou uma representação da realidade exterior".

O mundo visual é uma ilusão?

É o que parece. As imagens, que se formam nas duas retinas dos olhos, são distorcidas, pequenas e invertidas. Além disso, o poder de resolução do olho é limitado e disforme, já que, fora do ponto de maior acuidade, é baixo e a retina é praticamente cega para as cores. O olho, além disso, se movimenta constantemente de um ponto para outro do campo visual, de três a quatro vezes por segundo, o que faz o órgão criar um montão de novas imagens. Por outro lado, é conhecida a importância da atenção para a percepção de qualquer sensação: por exemplo, se não temos atenção, não vemos. Além disso, o cérebro "completa" a percepção das coisas que não são vistas, como a visão de um cachorro inteiro atrás de uma cerca, embora só vejamos partes do animal. Mas, talvez o mais importante, seja constatar que muitas das coisas que vemos são criações do cérebro. As chamadas "ilusões óticas" são inúmeras e dizem "a gritos que o cérebro vê o que quer ver, por isso somos incapazes de captar o que costumamos chamar de realidade".

As cores não existem. A natureza não tem mais que diferentes comprimentos de onda. A audição, a visão, a percepção da cor ou do som... Tudo depende do nosso cérebro e da organização espacial das estruturas que processam esses estímulos. Além disso, o processamento cerebral das características ou propriedades dos diferentes estímulos do ambiente, como a qualidade, a intensidade, sua estrutura temporária e local de procedência, podem variar, devido às estruturas e células nervosas que os recebem e transportam. Na visão cromática, intervêm receptores que captam os diferentes comprimentos de onda do espectro electromagnético (azul-violeta, verde, e amarelo-vermelho) e células que produzem as sensação de contraste entre as cores. No final de todo o processo, o cérebro atribui uma determinada cor à atividade dos receptores e de todas as células que há até a informação chegar a um região denominada córtex visual. Mas um comprimento de onda não se transforma no cérebro em uma determinada cor. Não há uma correlação clara entre as duas coisas.

Presos dentro de nós mesmos

Nosso cérebro, então, reflete a realidade exterior? Para Rubia, esta pergunta tem um categórico "NÃO" como resposta: "Existe uma realidade exterior, mas tudo o que vemos, ouvimos, cheiramos, sentimos está dentro de nós mesmos. É o próprio cérebro que está sempre falando com a gente", destaca. Segundo o cientista, "graças às transformações que os receptores dos estímulos externos realizam, graças à tradução dos estímulos físicos para a linguagem cerebral dos impulsos nervosos, fazemos com que surja essa realidade, esse mundo que não está fora, mas dentro do cérebro". A tradução deve ser boa, porque, caso contrário, não teríamos nos adaptado tão satisfatoriamente ao nosso entorno. Porém, estamos presos dentro do nosso cérebro, e qualquer pensamento sobre a captação da realidade é pura ilusão, diz o especialista.

Por Omar Segura / Agência EFE

Get Your Head Out of the Dark Clouds

por Valter A. Rodrigues

- Este texto surgiu-me em novembro de 1996, após assistir à peça Drácula e outros Vampiros, de Antunes Filho (montagem pelo CPT, Sesc-Consolação, São Paulo). No dia seguinte à apresentação, encontrei-me com o polêmico diretor e conversamos durante horas sobre seu trabalho de formação de atores, que visa, sobretudo, formar seres humanos integrais, plenos em sua expressividade. No decorrer dos anos, voltei várias vezes a este texto, fiz pequenas alterações e aproximações a Espinosa, Sade, Nietzsche, Deleuze, até chegar à forma atual.


Parte 1: DA VÍTIMA E SEU SENHOR …ou senhores

Vítimas não falam. Não é que lhes falte a voz: sua fala não se efetiva senão numa débil demanda ao senhor. Demanda que é sempre de reconhecimento, que é sempre um frágil pedido de amor.

Pois vítimas não amam.

Falta-lhes a potência de fazerem-se amantes, falta-lhes o movimento, a expressividade que transmitiria ao outro um corpo que se vitaliza ao se “apresentar”.

Por não poderem dar materialidade à sua expressão, esperam do outro, suposto seu senhor, essa materialidade. É então desde o corpo do outro que buscam, passiva e demandantemente, sua via. Daí permanecerem em seu desejo de ser amadas, buscando figurar a si mesmas como objeto desse desejo que sempre lhes falta, que sempre lhes escapa.

Quando falam, sempre entre iguais, isto é, sempre entre outras vítimas, jamais perante o senhor, sua fala busca nomear isso que lhes falta, e as estratégias que permitiriam, finalmente, sua conquista de um contorno.

Entre si, chegam a reconhecer-se fortes, uma força que inevitavelmente fracassa ao se encontrarem em uma nova “presentação” ao senhor, com seu suposto fortalecimento antecipado. O que parecia sólido se desfaz, por mais pensados tenham sido os gestos, por mais medidas as palavras. Tropeçam em si mesmas, fazem de si mesmas sua própria armadilha, a inevitável armadilha de todo aquele que, em sua impotência, só demanda.


Não potencializando seu desejo, a vítima é sempre capturada em uma sedução, da qual sua demanda é suporte. O que a faz capturável é uma esperança e uma promessa: a de transmissão, pelo outro, de uma potência, o que jamais se realiza, salvo como efêmero, salvo como ilusão, salvo como alegria fugaz.


Trata-se, no entanto, menos de uma recusa ou de uma falha daquele que é demandado (embora isso possa também acontecer), e mais de uma impossibilidade da vítima. Referida ao senhor, e só a ele, a vítima compõe seus gestos e suas palavras a partir de um sistema de equivalências das quais só pode reconhecer efeitos, jamais causas.


Obedece, mas não serve.


E o que supõe ser ação é, em toda sua extensão, pura resposta previsível, pura reação.

Por não possuir os códigos, os assimila, assim, por espelhamento, por estereotipia, sendo sempre em um exterior que irá buscar, nos códigos a que recorre, sua própria eficácia. A especularidade é sua sina. E ali onde ela pensa ter realizado uma conquista, o que encontra é sempre uma anterioridade, uma assimilação, a evidência de uma inocente artimanha destinada a fracassar.


O senhor, suposto portador do código, só pode divertir-se e, pacientemente, demonstrar, com sua ação, a ineficácia da estratégia, que irá reverter a seu favor, devolvendo a vítima à sua própria condição. O fracasso da vítima é, assim, sempre a Prevalência (e em alguns casos, também a exasperação) do senhor. É sempre ela que “o confirma” na posição da qual supunha poder deslocá-lo, e o exige enquanto tal.

O fracasso da vítima no confronto direto com o senhor produz para este seu regojizo; [também algumas vezes desconfortável, amargo regojizo]. Assim, mesmo quando não deseja ameaçar, o senhor simula sua presença como uma ameaça, exatamente o que a vítima deseja. É assim que o senhor dispensa seu amor: jogando o jogo da vítima e fazendo-a jogar o seu jogo. Nesse jogo o senhor só faz fortalecer-se, jogando sua vítima no remoinho das repetições que a cristalizam em sua posição e garantem-lhe sua discursividade reiterativa.

É essa discursividade, que lhe escapa – ela jamais fala, é antes falada –, que a leva a supor-se conquistando um conhecimento que a retiraria para uma outra posição: a de senhor. Mas essa posição, efetivamente, ela não a deseja, por supor que perderia a única terra em que pode representar-se enquanto sendo.


Ser vítima é seu destino.

Se não há saída para a vítima, senão sua própria reiteração enquanto vítima, até a morte, essa não-saída resulta, entretanto, de um Duplo Equívoco:


Amarrada definitivamente à figura do senhor, todo seu projeto e seu movimento apontam para um porvir: um dever-ser, um vir-a-ser que só pode figurar-se como sua mais cara utopia: - tornar-se, um dia, o senhor. É por projetar-se para um futuro impossível e irrealizável que ela se sujeita.

Faz, enfim, a única coisa que aprendeu a ser, “não se apreendendo” em seus próprios devires. Alheia ao acontecimento, não reconhece em si os próprios gestos que espera que o outro reconheça. Mais: não reconhece do outro os gestos, senão enquanto sujeitadores dos seus. Assim, aspira a uma soberania, sem fazer de si mesma um corpo-língua soberano.


Aparentemente está voltada para o exterior, mas não o faz numa conexão com esse exterior, mas tão-somente enquanto certeza antecipada daquilo que “lhe vem” do

exterior. É no medo, é no horror – e na atração – a isso que pode tomá-la, que ela “se dá” forma. Este é o gozo da vítima.


Na fragilidade de quem demanda, a vítima, portanto, continuamente supõe um senhor. Mas exatamente por não reconhecer senão

suas formas de captura, o que se indiferencia para ela é o próprio senhor.

No extremo, o senhor, para a vítima, é, enquanto possibilidade, todo e qualquer outro.

E quem, afinal, é o senhor? Com certeza, não é um sujeito, um sujeito específico. Não se trata, para reconhecermos um senhor, de buscarmos aquele que detém o poder.

O verdadeiro senhor, o senhor real e efetivo, seria aquele que recusa e ao mesmo tempo joga ludicamente com o poder, não o que se faz ávido ou escravo dele, pois

o senhor escravo do próprio poder é, também, uma vítima.

O verdadeiro senhor, para ser senhor, deve ser livre. Se ele precisa do poder que lhe é externo, que lhe vem do reconhecimento que a vítima faz dele, precisará sempre da vítima para confirmar-se, e acaba se tornando escravo do que comanda.

Um mundo sem vítimas… seria sua derrocada.


II. DA VÍTIMA E SEU VAMPIRO

Por ter se tornado imprescindível à existência da vítima, a figura do senhor é uma construção da própria vítima. Talvez esteja fundada aí sua representação vampírica, como aquele que está para além da morte, que emerge da escuridão e carrega consigo o mal. Longe de ser o maior terror, é esse mal seu maior pólo de atração. Destruidor, em primeiro lugar, possibilidade de ultrapassagem dos limites estreitos da vítima, em segundo, ele é figurado como a mais temida e a mais desejada de todas as forças.

O vampiro é a maneira como a vítima representa sua possibilidade de liberação, sua possibilidade de consciência, sua paixão de tornar-se outro. Mas, como toda paixão, ela não lhe é consciente. Emerge de um fundo que a excede, daí a força da sedução que a captura.Representação romântica do século XIX (resgatada de arquétipos anteriores, transculturais), quando o desejo foi poderosamente submergido sob a ordem disciplinar do universo da razão masculina, em particular o desejo do outro sexo – que é sempre a mulher – a figura do Vampiro foi convocada a responder ao apelo da feminidade negada, tanto no homem como na mulher, como aquele que invade, que se apropria, que destrói ou que transforma sua vítima em seu semelhante, por assimilação da vítima a ele. Transgressor, fazedor da própria lei, o Vampiro abre a possibilidade, no imaginário da vítima, de escapar à lei do desejo que a conforma. Tornar-se também fazedora da própria lei, eis o projeto da vítima, seu sonho, sua utopia. Sua perversão.

De uma demanda de amor à própria afirmação de si como amante, pode a vítima realizar esse passe?

Ora, se a vítima não ama, se não tem a potência de amar, poderia ela construir para si um senhor capaz de amá-la? Como poderia, o que não ama, conceber um amante para si? O que a vítima pode conceber, em sua posição de vítima, é aquele que irá se “apropriar dela”, de sua vida, seduzindo-a, “não” o que irá amá-la. E, por essa limitação, ali onde ela sonha sua Liberdade, acaba por eleger, no outro, seu Tirano. Protegendo-se de se reconhecer enquanto desejante, canta a “glória” de seu suposto libertador, delegando a ele seu sentido, sua ação, que só seriam efetivos se lhe fossem próprios.

Eis o risco de todas as revoluções, individuais ou coletivas, postas no porvir e nas imagens ideais de poder e potência de um líder: a emergência de microfascismos. A cristalização da vítima, o aprisionamento do imaginário e não sua liberação.

O senhor sonhado pela vítima não é, assim, aquele que a afeta e a contamina com sua potência. Ele está, antes, contaminado dela, de suademanda, de sua impossibilidade. Como pensá-lo, então, senão como Tirano, senão como “modelizado” pelos referentes que a vítima retira do mundo como ela o vê [o mundo]?

Por isso, um mundo aderido às figuras e estratos de poder a que os sujeitos devem aceder – e neles permanecer – para realizarem sua condição de potência é um mundo onde só há vítimas, pois aquele que ocupa o lugar do poder, o de senhor, está permanentemente ameaçado de ter revertida sua posição, perdendo sua potência de ação. Daí sua aderência ao que pode significá-lo. E a aderência da vítima ao que lhe permite reconhecê-lo. Essa é a ameaça totalitária dos desejos de ultrapassagem e de superação do si-mesmo que concebem um pólo de convergência/referência “fora de si” para sua realização.

Seria ingênuo, entretanto, conceber um mundo “sem” vítimas, logo, “sem” senhores?

Ou um outro, em que “todos” seriam senhores?

Uma comunidade, enfim, em que todos seriam livres? Um mundo de Seres Humanos, de homens integrais?

Esse mundo, reiteram as razões e as evidências do mundo, é utópico.

Mas é necessário AFIRMAR , Sempre e Sempre, essa utopia como Virtualidade, não do amanhã, mas do Agora, pois é nela que afirmamos nossa potência e encontramos o motor de nossas ações. Paradoxal, talvez, desejante do impossível, por que não?

A verdadeira democracia, um coletivo de múltiplos, afinal, é também uma virtualidade pela qual e para a qual somos convocados a trabalhar (e não a lutar por).

Jamais um porvir (daí a inutilidade da luta), SEMPRE um devir (daí o trabalho permanente por sua efetividade).

Um mundo de senhores, um mundo de iguais, cada um em sua diferença e com a própria potência como seu único poder, para ser concebido em sua virtualidade, … exige um outro olhar, uma outra Positividade, de forma que a apreensão das relações não seja dada só por oposição ou por complementaridade ou disjunção (senhor/escravo,ativo/passivo, masculino/feminino, forte/fraco, escuro/luminoso,bem/mal…), por composição unitária, mas principalemente por Simetria, por Mutação, por Processualidade, por Diversidade, por Diferença, por Multiplicidade, por Conectividade.

Uma Revolução dos Espíritos, cujo motor ético exige, por se significar pelo olhar, uma nova assunção estética. Um novo coletivo, o da multidão.


III. DA ARTE COMO DESTRUIÇÃO DA VÍTIMA

Dos modos expressivos do contemporâneo, a arte é a que melhor consegue transformar em positividade o discurso da vítima.

Daí, talvez, o poder de atração que ela exerce para aqueles que, em sua precariedade perante os poderes, não encontram lugar para sua voz.

A essa voz sem lugar, desterritorializada, a arte da língua. Uma língua que, em relação aos poderes, está em posição continuada de extraterritorialidade.

O poder, enquanto garantidor não de uma diferença, mas de uma desigualdade, é sempre conservador de si mesmo, jamais criador de um campo novo. Contrariamente ao que poderíamos supor, o poder não cria língua. Toma para si uma língua já dada, fazendo dela seu universal, pois, por sua condição de “instituído”, ele jamais poderá ser “instituinte” sem o risco de dissolver-se enquanto poder. Assim, onde algo pode ser reconhecido como instituído, manifesta-se o poder em seu caráter conservador.

Daí o fracasso das ideologias em seus esforços de criar mundo, fazendo fracassar junto as utopias nelas e por elas sustentadas.

A arte, ao criar formas de apresentação e expressão do mundo, abre, com sua permanente reinvenção estética, as possibilidades de o imaginário exercer-se, significar-se, reconhecer-se, criar mundo.

Daí que, consistentemente, ela invista a “destruição da vítima” no homem-artista (que não é só o criador, mas também o que se coloca perante a obra em afetação com seus fluxos, suas linhas, seus campos abertos à imaginação criadora, ao próprio devir de uma subjetividade-artista). Como nos indica Deleuze, uma continuada guerra de guerrilha, não contra os poderes que nos são externos (contra eles o artista é impotente no confronto, embora possa ser lúdico nas negociações), mas… contra os poderes em SI MESMO.

fonte: anoitan

13.11.13

Coléris de Cartéris pelo Rioéris de Janéris

haha, o Rev. Raji me enviou as fotos da colagem de cartazes que rolou pelo rio,
eu achei animal. Deêm uma olhada, e parece que foi feita junto com a Alice,
depois do sacrilíssimo chá. hahaha, segue:







17.9.07

REFLEXÕES FINAIS DE UM ESQUIZOFRÊNICO ECO-SELVAGEM NUM MUNDO DE SILÍCIO

(ou a auto-desconstrução do cristo em mim por amor ao século 21, científico, por vir)
escrito pelo não-existente ilustrador, pintor, vagabundo esquisotérico, artista marcial cafajeste, amante esforçado, dublê de músico, dublê de escritor, wuming bey -aquele que manda em ninguém, muito menos em si mesmo. (aprendi isso apanhando violentamente da realidade consensual nos últimos 10 anos)

-3.
Sabem o filme com o Chappelle e o Steve Wright como o homem do sofá? Tem a cena do baseado no final, quando o Chappelle abandona as drogas. Aconteceu comigo. O baseado criou boca, com voz de tony bennett cantando "...fly me to the moonn..." A droga sempre me re-cativa!
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-2.
Segundo os que usam a psicologia como método classificatório de animais selvagens que não agrada o paradigma do corpo social vigente, eu sou esquizotérico, digo esquizofrênico.
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-1.
(I could be wrong. I could be right...)
GOD SAVE THE QUEEN. SHE IS NO HUMAN BEING.
you get what you want.
this is not a love song

Ouçam Sex Pistols. Ouçam Public Image. Leiam a experiência de vida de Johnny Rotten. O rock pode elevar. Não prendam o círculo em seus quadrados, esotéricos da irmandade branca com terno armani. O universo é redondo, sabe.
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0.
Droga. Eu sou um viciado. Maldita droga. Deus! menti para mim mesmo. Sou mais fraco que meu vício. Nasci, vivo e morrerei nas drogas. O inferno sou eu. Desculpem-me os iluminados por praticar a escuridão auto-destrutiva em meu mundo. Se meus olhos desejam o inferno, meu corpo com satanás dançará, pois o movimento cura aquilo que o limite enferruja.
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1.
"A Vaidade é cheia de artifícios e se ocupa em tirar da nossa vista, e de nossa compreensão, o verdadeiro ser das coisas, para lhes substituir um falso, e aparente. De que serve a púrpura, mais que de encobrir o homem a si mesmo, e uma figura simples, comum, e igual em todos, mostrá-la desfigurada, e outra debaixo de um véu puramente exterior? Tudo o que se esconde fica com carater de mistério, e por isso com veneração e com respeito: a vaidade foi o primeiro artífice, QUE INVENTOU O DISTINGUIR OS HOMENS PELA ESPECIALIDADE DO ORNATO, E PELA SINGULARIDADE DA COR; ASSIM SÃO AS DISTINÇÕES QUE A VAIDADE NOS PROCURA; NENHUMA É, NEM PODE SER EM NÓS, MAS NAS COISAS QUE NOS COBREM." -Matias Aires (primeiro filósofo brasileiro?)
Eu sou vaidoso. E você?
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2.
Certa feita em uma experiência neo-taoísta esquizotérica alienígenas me abduziram. Não! Perdão! Isso aconteceu em Peruíbe. Eu havia comido cogumelos da fazenda do Zé Vito. Bosta de vaca tem cheiro gostoso e brota cada fruto! Certa feita em uma experiência não-taoísta, após conectar meus canais de energia em círcuito dissonante, fui atingido pelo tao primordial e jogado ao chão. Comentei o caso com um espiritualista levemente indiano. Ele disse que aquilo não aconteceu. "Apenas uma alucinação", segundo os limites classificatórios do sujeito levemente indiano. Então. A irritação fez com que eu acreditasse mais e mais que o tao primordial havia me atacado realmente. A idéia do pecado original cristão compõe um vício difícil de largar, mais difícil que minha maconha. O espiritualista levemente indiano me deu argumentos fortes que minha mente fraca usou para me desequilibrar. Um cabalista e filósofo e escritor enoquiano posteriormente me fez entender que a experiência mística é real somente enquanto dura. O tao primordial já me atacou. Mas acabou. Hoje entendo o significado do mito daquilo. Não me perdi no mundo das idéias como o mestre P.K.D. graças a um cabalista e filósofo e escritor enoquiano que me fez lembrar que minha mente existe para eu raciocinar e não para sentir medo e vestir dogmas do passado. vestir dogmas do passado não significa vestir o mito. vestir dogmas do passado significa repetir o pastiche do mito. Repetir pertence ao pensamento formal. vestir o mito significa relembrar aquilo que existe na essência impossível de classificar. Como passado relembrado se configura real no presente vivenciado?
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3.
Outro dia alguns ecologistas hipócritas atacaram uma obra de arte publicitária. Um comercial lindo, demonstrando que para se ter um carro moderno e sexy você tem de apoiar a poluição, desmatamento, extração de petróleo, extração mineral, tudo de bom que permite à civilização industrial permitir ao leitor ler-me em seu monitor. Não é genial? Um publicitário corajoso o suficiente para lançar um comercial que retira o véu da ilusão? Obra de arte pura. O que os ecologistas hipócritas fizeram? Pediram para se retirar o comercial do ar. Ao agradar seu posicionamento pessoal em suas vidas pessoais, estes ecologistas hipócritas da grande massa acéfala (obrigado freud) estavam só re-inforçando o véu da poluição. Quantas vezes você vê uma peça publicitária, que é comunicação emotiva, afirmando que o carro bonito vale o mundo feio? Comunicação com emoção é muito mais forte que comunicação racional. Os golfinhos do ex-prof. do MIT sabem muito bem pois suma matemática musical contém carga emocional. O comercial do publicitário corajoso comunicava em segundos oque o documentário mané do al gore não faz em horas. Para se atacar onde dói, a primeira regra do jogo diz: deixe os caprichos de lado.
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4.
Concordo com os céticos:
quando se ama na carne, a carne morre, o amor morre.
Concordo com os deístas:
quando se ama no espírito, o espírito vive e o amor é eterno.
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6.
Se eu concordar com todos vocês, vão parar de me enjaular? ou vão configurar uma jaula específica ao meu desejo (ilusório?) por mais liberdade?
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7.
O irlandês católico Bono Vox se fez amigo do norte-americano ateu Bill Gates. Bono Vox divulgou uma campanha chamada ONE. A campanha de marketing da ONE custou quase U$100mi. O retorno da campanha deu um "lucro negativo". Gastou-se U$100mi em marketing para se levantar apenas U$20mi para os objetivos da campanha. O bono ajudou os necessitados ou só serviu à perpetuação do movimento contínuo do dinheiro no mundo das idéias? Para se atacar onde dói, a primeira regra do jogo diz: deixe os caprichos de lado..
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8.
O irlandês católico Bono Vox se fez amigo do norte-americano ateu Bill Gates. Abraçam-se em capas de revista dirigida ao povo do filme idiocracia que já habita a mente da massa acéfala do freud. (ah! o poder da arte). Bill Gates quer e já mandou avisar que vai fazer uma nova revolução verde na África. Dessa vez transgênica e profundamente desarmônica. A África hoje vive em desordem destrutiva, em parte devido ao sucesso da revolução verde que os Rockefellers promoveram por lá no passado. Quem o povo de idiocracia vai ouvir mais, o greenpeace ou o bono vox quando o evil bill agir mais uma vez? Os ecologistas pop farão oq então? Para se atacar onde dói, a primeira regra do jogo diz: deixe os caprichos de lado.
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9.
O Bill Gates vai salvar a África como todo ricaço imperialista gosta de salvar. Enquanto isso denúncias de suborno por parte da gigante de redmond nos jogos políticos que estão decidindo o rumo dos padrões de documento aberto vão seguindo. Sim, o Bill Gates amigo do amado Bono Vox quer destruír a África. Sim, o Bill Gates amigo do amado Bono Vox quer destruir o movimento Free Software e Open Source com um golpe só. Para se atacar onde dói primeiro é preciso deixar os caprichos pessoais de lado. Evil Bill pratica isso. E vc?
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10.
Ao pedir o cancelamento de um celular (poluídor atmosférico) a corpse-o-ration me pediue 5 dias pra realizarem o cancelamento. A fatura vence dia 11 de cada mês. A corpse-o-ration veio dizer que só poderá cancelar o telefone mediante as duas faturas que foram geradas automaticamente pelo deus binário que habita o sistema que eles me impõe serem pagas. Mas as duas faturas do mês de agosto e setembro eu já paguei, uma em agosto, outra em setembro! os marketeiros post-nazi praticam guerrilha flexível, coisa que nosso ego teme praticar, com medo de se perder. A partir do momento que eu já havia pago oque disseram que eu não havia pago, S.H.A.Z.A.M.!, mudaram a tática, só poderei cancelá-lo mês que vem, pois o pedido tem de ser feito 30 dias antes. E a mulher que representa a corpse-o-ration e mora dentro de meu telefone me diz que num pode fazer nada. Se eu arremeçar o telefone na parede eu assassino a mulher da corpse-o-ration que vive dentro dele? Dá cadea isso?
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11.
Buda diz que o caminho do meio vale a pena.
A lenda dia que o caminho do meio fica no meio de tudo. (limite do limite?)
William Blake ensinou que o palácio dos excessos leva à sabedoria.
Será que ao experimentar dois extremos excessívos e contrários eu estarei me equilibrando bem no meio, entre os dois? Vou viver e experimentar, mas não vou contar. Meu corpo não constitui nenhuma lei. Alguns têm cinco artérias onde outros têm apenas duas. Meu corpo não tem poder de lei sobre a realidade de todos, ele apenas filtra para minha mente minha experiência.
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11.
Agora retorno ao módulo de uso automático co verbo ser/estar.
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12.
Antes de radicalizar de vez eu tinha um magnífico ford maverick 76. Eu poluía. Depois de ser mudado, a tapa, pelo trabalho do prof. Borzacchini, negando-o e negando-o até dissolvê-lo em meu sistema, eu dei o maverick pro meu irmão e comprei uma bike gary fisher. Os taoístas sabiam até onde a tecnologia poderia ir sem ferir os processos da mãe-natureza. A bicicleta é coisa taoísta. Desde que troquei um maverick magnífico por uma bike magnífica eu perdi 10Kg, minhas pernas ficaram muito mais sexy, eu relembrei o prazer que é andar com o vento me massageando as têmporas. E não poluo a mãe-natureza mais. Doeu deixar o maverick que me alegrou nos últimos 10 anos, mas pPara se atacar onde dói, a primeira regra do jogo diz: deixe os caprichos de lado.
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13.
ser um homem integral é aceitar oq se é no momento em que se é? Será que viver sem aceitar oq me configuro no momento eu criarei desarmonia entre o fato e a idéia no meu todo pessoal, mestre krishnamurti?
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14.
Aos curiosos que querem acreditar:
momentos mágicos diante dos dogmáticos da ciência, dos dogmáticos da união com o divino, dos dogmáticos da economia (que se quer no lugar da ecologia).
Estes dão bom estudo:
1.Nicola Tesla e ociladores assimétricos.
2.John Kelly e como será que ele usou pitágora para levitar pedras?
3.Spring Forest quigong. chikung que funciona e cura.
4.Como alimentação crudista com sementes vivas (germinadas) age no sistema endocrinológico?
5.T.T.Brown e sua divertida levitação eletromagnética (lifters) que a NASA diz ser outra coisa.
6.Willhein Reich e suas máquinas de fazer chover.
7.A insistência da história em dizer que arquitas era um seguidor de pitágoras. Não era. Ele era um seguidor dos que armaram o assassinato de pitágoras.
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15.
Irmãos publicitários, vocês têm o poder. O século 20 ainda vai reverberar em nós por um bom tempo. Usem sua arte. Usem sua mágica. Mágicos do mundo, uni-vos. Vamos retomar o estúdio da realidade. As corporações não merecem nos controlar. As corporações são a primeira forma de inteligência artificial que criamos em nossas mentes por insistirmos em achar que somos a idéia? O homem é a idéia que é o homem? O homem é a natureza que é o homem? A natureza é o homem e a idéia juntos?
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16.
Porque os irmãos publicitários têm o poder? Eles servem ao movimento, mesmo que seja movimento do dinheiro. Movimento sempre é bom avisou o universo via o exemplo das galáxias, dos sistemas solares, dos planetas. Antes o movimento dos publicitários artistas que o limite estatístico dos marketeiros pós-nazistas. Os irmãos designers não respeitam mais o buckmister fuller, eles servem ao marketing e seu nazismo mental. Lembrem-se, O produto NÃO É UMA EXPERIÊNCIA, caros comunicadores. Avisem à fabricante do ipod. De que adianta o Steve Jobs ser vegetariano, obrigar a comida dentro da Apple ser vegetariana e respeitar o pedido do greenpeace? O ipod não é uma experiência. Já não chega a economia, agora a tecnologia quer substituir a vida? O ipod não é uma experiência. Não para o homem que se faz natural, sem necessidade de extensões eletrônicas em seu corpo. Primeiro um walkman, depois um celular, depois um ipod... e depois? um chip no braço? um chip no cérebro como fizeram naquele chimpanzé? Obrigado, passo, sou homem da floresta, sou orangotango, q significa homem da floresta. Minha mulher é bonobo. O sexo não é sujo, filho de deus!. O sexo também harmoniza, filho do homem!
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17.
Steve Jobs se escravisou. Quem quer controlar, acaba controlado. Steve Wozniack se libertou. Capitão Crunch é amigo de quem? Quem pensou Wozniack acertou.
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18.
Quem matou o carro elétrico? Assistam este documentário genial. Sony Classics, se não me engano. Nos início do século 20, nicola tesla ofereceu um motor elétrico para henry ford. funcionou. ford fechou com os homems que sangram petróleo da mãe-terra. Sorte nossa que o Governador Arnold Swheazenneger resolveu dar incentivo fiscal de 50% para que uma empresa da califórnia chamada Tesla Motors venda seus carros elétricos a preço mais acessível. Ele não é um governador democrata. As vezes a realidade dá tilt nas classificações dos que filtram tudo por teorías, seja na mente, seja no corpo.
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13.
Energia wireless virou moda. Nicola Tesla quando fez energia elétrica passar pelo corpo de Mark Twain lhe deu de presente uma caganeira imediata. Nicola Tesla era fanático pelo Mark Twain. Quando criança ficou doente de cama para morrer. Nicola Tesla afirma, que além do fato de seu pai prometer que se ele se curasse poderia ser oque quisesse, já que o pai de Tesla queria q o menino se tornasse ministro da palavra de Deus, os livros do mark twain trouxeram tanta felicidade que ajudaram seu corpo a se curar. E o bobo alegre do Luc Besson fica praguejando que arte não muda ninguém.
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14.
Arte não muda ninguém? Amigos, a arte equilibrou e equilibra minha vida. A arte me parece o produto mais próximo de Deus que podemos fabricar, ao menos em meu túnel de realidade. O mito é arte. O meu xangô é arte, e perfomática ainda, pois dança com o universo. O meu herácles é arte, e eu o visto com meu manto de leão todo dia. Para os que amam e materializam o jesus infinito em seu presente, lembrem-se, antes de tudo o jesus bíblico é arte. A arte cura, mito, real, ou não, a arte cura. Ou, puta que pariu, vamos duvidar mais uma vez de nicola tesla e da nilze silveira?
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14.
Meus dez mandamentos? Leiam o manifesto incompleto do designer Bruce Mau.
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15.
Deus dos outros! Vejo amor até no ódio, grande mãe! sinto que eu estou retornando, mãe dos dez mil seres. Sim, retornar a fonte para então viver com atenção total em meu agora ao mesmo tempo em que meu instinto interage com o meio e minha intuição gera iterações com o ritmo natural de meu coração. Viver com foco no presente engrandece ou enlouquece?
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16.
Na era de áries vista áries. Na era de peixes vista peixes. Na era de aquário vista aquário.
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17.
Na era de áries vista moisés. Na era de peixes vista jesus. Na era de aquário conheça a ti mesmo.
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18.
A onda de aquário vai chegar. O que fazer? TUNE IN. TURN ON. SURF UP. Ou fique na praia fotografando, criticando e catalogando. Para surfar a realidade é preciso equilíbrio. Para surfar a realidade é preciso ligar a intuição - a inteligência emocional do agora no sempre incerto mistério, por isso infinito e assombroso. O tempo é assimétrico e Deus cria o mundo no Agora. :D
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19.
Eles mentiram para você. Conhecimento é benção. Conhecer é experimentar. Conhecer não é classificar e catalogar. Classificar é prender. Conhecer é viver o novo. Classificar é repetir o velho. Entre aristóteles e Platão eu escolho so'crates. Quem conhece vive. Quem vive não tem tempo para desejo de controle. Viver é divertido. Controlar é cansativo. O mundo ocidental e suas teorias psicológicas para controle social me cansou. A deusa matrifocal começa a se manifestar enquanto aprendo mandarim! Meu português me mata. Creio que me chinês está a me ressucitar.
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20.
Caso algo do que eu apresentar lhe servir, vista, se não me apague de seu túnel de realidade. Mas, por favor, não me filtre e classifique.
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21.
HUM:
Aquela cor não É roxo.
DOIS:
Aquela cor É azul-bebe
TRÊS:
Aquela cor É um violeta pálido, isso sim.

E o conflito nasce, pois o "É" afirma a realidade de um em todos. Entendem?
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22.
HUM:
Aquela cor ME PARECE roxo.
DOIS:
Aquela cor ME PARECE azul-bebe
TRÊS:
Aquela cor ME PARECE violeta pálido.

E todos percebem que são humanos e irmãos. É tão difícil perceber que a estrutura da linguagem ocidental é desarmônica. GENTILEZA GERA GENTILEZA. Não dizia o profeta carioca maluco &beleza?
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23.
Saca? Os seus olhos contém a imagem de seu mundo. A experiência que passa pelo seu corpo não é a experiência que passa pelo meu corpo que também não se quer autoridade sobre o corpo de todos. Duas artérias em um. Cinco artérias em outro.
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24.
Sejam sempre bem vindos em meu túnel de realidade. Aqui vocês refletem a natureza do mundo que eu reflito. Se ouver liberdade no jogo de troca das idéias nutridas nas mentes de vocês com as nutridas em minha mente todos dançaremos. Se não, acho q nos aprisionaremos. Na mão de medrosos a psicologia se torna eufemismo para controle do corpo social. Mesmo Reich, o magnífico, queria controlar. Quem quer controlar, um dia acaba controlado.
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25.
Eu leio livros. Eu luto thay-yang lung tao. Eu como mato. eu trepo com meu amor. Eu vejo televisão. Eu participo de cineclube. Eu ouço música. Eu ouço rádio. Eu tenho rádio amador, não se preocupe governo, quando me sobrar um tempo eu me registro para você me controlar ;).
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25.
Caros dogmaticos, governantes e teólogos, quem quer controlar, um dia acaba controlado. Eu controlo minha respiração conscientemente. Minha respiração me controla inconscientemente. Minha respiração inspira o próximo na fila do banco. É bonito. É gostoso. Ninguém percebe. Pode ser uma simples ilusão? É bonito. É gostoso. Mas pode não ser real. Guardo a experiência apenas em mim. Nessas horas minha mente se acalma: Santo Newton! porque essa auto-consciência foge como um mistério? Voltando ao oxigênio...minha respiração, no passado, acalmou a moça no banco de espera para visitas na UTI. Não usei palavras. Apenas respirei. Experimentem respirar a respiração de bebê. Você limpará todo seu pulmão (boa para fumante que se quer fumante) Façamos algum yoga de qualquer povo oriental.
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26.
pseudo ou não, quem se movimenta um dia chega. pseudo ou não, quem têm coragem a liberdade ilumina, apagando a luz. Vejamos... chikun' ou yoga ou _____________ ou __________ qualquer estilo, qualquer dança, dizem que os melhores trazem a posição de lótus. Mas não acredite em mim. Investigue em você. Ah! E se todos aprendessemos que nossa respiração e nossas emoções se co-relacionam? O que aconteceria? Que realidade coletiva criariamos?
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27.
"Por meio de um desejo eterno, manifesta o limite" - lao tse. Sou monarca apenas de minha pele, lembre-se. Meu mundo interior é de Deus. Meu mundo exterior é o mesmo que o seu. Meu apenas minha pele. Meu mundo interior é de Deus. Meu apenas minha pele. Meu mundo exterior é o mesmo que o seu. Meu apenas minha pele. Meu mundo exterior é o mesmo que o seu. Apenas percebo-o um pouco diferente, pois meu corpo, minha mente, minhas experiências de vida não são a sua como as suas não são as minhas. Sou monarca apenas de minha pele. Ok. chega, eu sei que sou monarca apenas de minha pele, Hakim Bey.
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28.
O José Serra liberou os remédios para Aids. Viva o José Serra! O josé Serra é contra o direito de greve. Viva o José Serra! Vocês já ouviram falar da greve geral de 1917 que mudou esse brasil para melhor? Bom, não havia aids então. Mas o povo já era agnus dei.
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29.
"Cara! que droga esse ai toma!" -Jimmy Hendrix ao ver um van gogh.
Sabe Jimmy (espero que esse texto chegue ao mundo dos mortos), alguns historiadores dizem que o matinho do campo que van gogh mascava era alucinógico. Outros pesquisadores, da austrália, se não me engano, dizem que Shakespeare fumava dlogas em seus cachimbos. Já outros historiadores afirmam que como Shakespeare nunca fazia uma assinatura igual, ele não existiu e era um pseudônimo coletivo. Bom, eu existo, puxo fumo, e minha assinatura nunca sai igual, logo eu também não existo. Puta que o pariu, como sofro nos bancos com esse treco de nunca lembrar minha assinatura que é um inferno (pena que não existe um inferno!).
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30.
Certezas não existem sem conclusões. Conclusões não existem sem controle. Controle não existe sem manipulação. Oq é manipulado não é espontâneo. A vida natural é espontânea.
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31.
Certezas não existem sem conclusões. Conclusões não existem sem controle de algumas, quando não todas, as variáveis. Para controlar as variáveis há n camadas de jogos de mediação, isto é, o controle, oqual não existe sem manipulação. Em meu túnel de realidade tudo oque recebe o ato de manipulação perde sua espontaneidade. A vida natural como existe no planeta tende a ser espontânea, natural. Nossa intervenção desarmônica torna a vida natural do planeta desarmônica, devido ao nosso insano desejo de controle.
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32.
"1.tudo oque o homem constrói com a intenção de se proteger acaba por destruí-lo.
2.toda produção incontrolada torna-se mais nefasta do que nenhuma produção.
3.é na sobrevivência de certas instituições que reside o perigo da volta à selvageria.
4.A IMAGEM QUE FAZEMOS DE UMA PESSOA É MAIS FORTE DO QUE A SUA REALIDADE. Os homens interpretam o comportamento do outro homem em função de uma idéia preconcebida. Os atos que deveriam desmentir essa idéia só servem, mediante um fenômeno de distorção, para reforçá-la.
5.Podemos descobrir o aspecto errôneo do que havíamos suporto ser verdadeiro.
6.Ele nos desorienta a fim de nos encontrarmos.
7.Para sair do labirinto é preciso penetrar nele sem esperança de sair. A liberdade custa esse preço."
Segundo Marc Thivolet, esses são os sete paradoxos de Sheckley.
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33.
Lembrem-se desta análise do trabalho do genial Robert Sheckley amiguinhos:
"Para sair do labirinto é preciso penetrar nele sem esperança de sair. A liberdade custa esse preço."

Quer sair da matrix? Classique menos os outros. Descontrua, não os outros, mas a si mesmo. Classifique não os atos dos outros, mas seus atos. Preste mais atenção em seu túnel de realidade e não no dos outros. Quer sair da matrix? Vem nadar na merda tb.
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34.
Adeus Adeus, pois os outros adeuses sempre foram prepuciolares. A experiência acabou. Deu tudo errado. Meu atentado de terrorismo poético cresceu e me conquistou. A idéia comeu meu fato. Acreditei que a idéia era o homem. O niilismo está onde?. O suícidio me tentou. Tentei controlar, acabei controlado. Eu tinha um modelo. Eu sabia classificar as pessoas e as coisas para minha vida ter um fim, objetivo e sentido. Mas schopenhauer tá certo, ela só terá sentido quando eu morrer. Obrigado Schopenhauer! Eu tinha um modelo de controle em minha mente. Eu acabei controlado por ele e nem percebi. Meus Franksteins me controlaram. Caro monista, a liberdade me parece não-dual e sem forma, como o nômade que irriga e flexiona e irrita o agricultor que tenciona.

1.6.07

Curiosidades da Etimologia - parte 1: Delirar


"Às vezes, francamente, o espírito humano dá nome às coisas de maneira bem poética. Um lavrador vai a seu campo no tempo da semeadura para o arar, preparar as sementeiras. Faz um comprido sulco, raso e largo, com o facão do arado; e depois volta fazendo outro, e outro, muitos mais, todos cuidadosamente paralelos entre si, para facilitar o lançamento das sementes de um e outro lado das alamedas... Mas a calma do sol da tarde age-lhe misteriosamente na alma, e ele se distrai, e sonha, e sonha mais e se distrai mais ainda, enquanto o arado corta a terra, já sem rumo fixo, em linhas desconexas. Deu para imaginar a cena? É uma cena de delírio, tal como entendemos o que isso seja. E mais: estar fora de si, imaginar loucuras, e se possível cometê-las... na gíria jovem deste fim-de-século, enfim, delirar é "viajar". Sair dos sentidos. "Fulana viajou", diz alguém assustado, ao ver a amiga sempre tão comedida, sempre tão "em ordem", um dia chutar o pau da barraca, virar a mesa e acabar rodando a baiana, num puro delírio. Que também pode significar uma outra "viagem", triste viagem de parca volta, a das drogas. Pois é. Na raiz, a palavra delirar nos fala de tudo isso, pois quer dizer, literalmente, "sair (o lavrador que conduz o arado) do sulco (planejado)". O verbo latino delirare é formado por lira, "sulco feito pelo arado", com o prefixo latino de-, "fora de", "afastado de". Por falar nisso, "estar fora de si" tanto pode ser um estado de delírio como um estado de êxtase (ekstasis, "arrebatamento íntimo" pref. de-, "fora de" + lira, "sulco de arado".] "

fonte: O Portal da Educação Lúdica

31.5.07

Operação Mindfuck Hihicroned

Em toda sua existência você tem sido cuidadosamente monitorado e controlado. Tu és um escravo do Status Quo. Como o resto da população mundial, você é um zumbi.
Quem está te fazendo isso?
Quem está te forçando a entrar na Camisa de Força da Realidade?
Tu estás.
Sim, tu. Tu és um escravo da sua própria mente.
Sua mente diz a você o que não pode, o que não deve, o que não é permitido. E tu acredita nisso.
Sua mente diz a você que tu não será bem sucedido, e pronto! Você falha. Você falha, por que você acredita no que o 'senso comum' diz a você!
Então exploda sua mente!
Cáia fora do 'senso comum'. Esqueça a Realidade. As Leis da Física são apenas diretrizes de qualquer forma.
Abra seus olhos e veja como sua mente mente pra você.
Sua mente te diz que uma espécie de papel colorido é dinheiro, mas o outro é sem valor. Sua mente te diz que palavras em papel são mais verdadeiras do que palavras faladas. Sua mente te diz que você tem que ser bem-sucedido. Sua mente quer ver padrões, quer se conformar.
Exploda sua mente!
Acorde!
Veja o mundo pelo o que ele é. Um lugar caótico, com humanos tentado ver padrões aonde não há nenhum. Não há padrões a menos que você queira que eles estejam lá.
Não há regras a não ser que você as faça.
Hihicroned é a chave. Hihicroned irá tirar a mente do seu caminho. Hihicroned pode calar sua mente por uma fração de segundo, permitindo-lhe experimentar o mundo por alguns segundos.
Exploda sua mente!
E quando você fizer isso, compartilhe o divertimento. Faça alguma coisa. Qualquer coisa. Desde que seja Hihicroned, desde que seja divertido, desde que NINGUÉM fique machucado.
Mas lembre-se, você não pode fazer alguém ver. Eles tem que fazer isso por si próprios. Exploda sua mente e outros o seguirão.
Isso é Operação Mindfuck Hihicroned.

11.5.07

Manifesto Clarifesto - Menos é Mais


por Reverenda subMarina


Eu não sei nada sobre as pessoas e isso é muito! E poucas pessoas sabem muito sobre outras pessoas, já que a maioria das pessoas pensa saber muito sobre as pessoas. Talvez saibam sobre uns e outros...Conhece a ti mesmo? Impossível se cada um é um universo, imagina conhecer outras pessoas, saber sobre outras pessoas? Poucas pessoas se conhecem, e eu me conheço muito pouco e isso é muito! Assim, dessa maneira, menos é mais e mais é menos! E eu não sei nada, ninguém sabe nada, o que é muito!Muitas pessoas pensam saber alguma coisa e saber alguma coisa é pouco comparado a não saber nada!"Tudo que sei é que nada sei" , só que eu nem sei o que é tudo, então eu nem sei o que é nada! Menos é mais!!! Então nada é tudo e tudo é nada...

Manifesto Clarifesto=Tudo é Nada?

fnord Tudo é Nada? Não saberemos nunca. Mas, e se eu souber? Como é que faço pra saber se sei? Então o "talvez" seja o "nunca" fnord disfarçado de probabilidade! E as probabilidades de eu saber nada sobre mim nunca serão reais, bem como verdadeiras, bem como saber tudo! Então "não sei" é o "sei" disfarçado de resposta! Ou de pergunta?

Salve Èris

Clarifesto Manifesto=Preço da Vaca

Então, de novo, o negócio é o seguinte: O preço da vaca é cento e vinte!(R$120,00)...Existem gnomos que costuram sua meia rasgada por bem menos e você não precisa ter uma vaca que custe R$120,00. Também existem fadas do dente que levam os dentes caídos por R$120,00, só que como poucas pessoas possuem dentes de ouro , e ou, com amálgamas de prata , então, dificilmente elas aparecem para comprar o seu dente...E por aí vai! O negócio é o seguinte: tenha uma vaca de cento e vinte que seus dentes ficarão na sua boca e suas meias sem rasgos...

Clarifesto Manifesto=23 anos

Eu queria ter 23 anos pra sempre! 2003 foi o ano da Multicabala Lispectoriana, porque esse número é o cabalístico erisiano...E eu que finjo...Enfim, como será que Èris se comunica com glândulas pineais em período de TPM? Na verdade o período de tensão pré-menstrual em garotas regidas por Éris se converte em Tentativa Pineal Magnânima (TPM)!!! Nesse período, garotas FNORDS têm sua comunicação expandida com a deusa e causam o caos em seus lares e adjacências...Quanto mais forte a TPM, mais regida por Èris é...Uma expansão do espectro super estendida chegando ao espectro gama ou nanomicrondas. E Èris nos fala através do sangue perdido:
"Eu sou uma cadeira e uma maçã e eu não me somo"

11:59(1½ horas atrás) Clarifesto Manifesto= 5 propostas

1. Se é cada um com seus problemas, então façamos um mercado de pulgas de problemas...A cada problema comprado garantimos uma plástica para aumentar a parte de trás da sua orelha

2. Vamos distribuir nossos problemas de graça e as pessoas que aceitarem os problemas, terão direito á 120 vacas ordenhadas por fadas ou gnomos...O leite será dourado , pois vacas ordenhadas por gnomos têm o leite coado e pasteurizado em meias de fio de ouro, que provêm dos dentes comprados pelas vacas...

3. De agora em diante tenho apenas 23 anos

4. “Quem escreve ou pinta ou ensina ou dança ou faz cálculos em termos de matemática, faz milagre todos os dias. É uma grande aventura e exige muita coragem e devoção e muita humildade” -Clarice Lispector

5. Menos é mais

Clarifesto Manifesto=Clarice Lispector

Clarice Lispector é nossa patrona gran sacerdotisa mor...não há o que dizer a não ser, MENOS É MAIS!

“Mas já que somos pouco e portanto só precisamos de pouco, por que então não nos basta o pouco? É que adivinhamos o prazer. Como cegos que tateiam, nós pressentimos o intenso prazer de viver.”

"Dar a mão a alguém sempre foi o que esperei da alegria. Muitas vezes antes de adormecer- nessa pequena luta por não perder a paciência e entrar no mundo maior- muitas vezes, antes de ter a coragem de ir para a grandeza do sono, finjo que alguém está me dando a mão e então eu vou, vou para a enorme ausência de forma que é o sono. E quando mesmo assim não tenho coragem, então eu sonho."

8.5.07

Hihicronedismo

:::

por Rev. Gibicroned


A Divisão Hihicroned


Alguém que faz parte de algum conjunto ou bolo hihicroned é tratado como se fosse uma parte do mesmohihicroned. Pessoas dentro de lá e que
fazem parte e que tem a mesma conduta são tratados com a mesma conduta pelas pessoas que de lá fazem parte e que tem a mesma conduta.
Cabe a cada grupo escolher as pessoashihicroned e o número delas para ter um maior proveito, assim cria-se um meio totalmente hihicroned de
vida, podendo assim se elevar o hihicroned ao máximo.

Em cada conjunto ou bolohihicroned hihicroned, há algo que represente o hihicroned, definido no momento da fundação. Depois que algum membro
entra para o conjuntohihicroned/bolo, o algo pode chegar ao hihicroend ou permanecer lá, de acordo com a vontadehihicroned dos habitantes. Algo
= Imagem, estátua, desenho, etc ou etc.

Geralmente, as partes de um hihicronedhihicroned é constituído de:

Nuca: A nuca é muito importante para o hihicroned. Tem a função de apoio e lembra muito a África e a Europa, por isso pessoas de pele verde ou
azul seriam mais indicadashihicroned para serem a nuca. La é também aonde fica o kit médico astral.

Sinuca: É onde a parte magnétia do hihicroned se reúne para trazer mais hihicroneds para sua compania. São vários carpetes verdes enterraods
bem ao fundo da garrafa e, por isso, pesosas de pele semestral e coloridas são legais para essa parte. Já que o hihicroned pode varias vezes se
disfarçar de bar, as vezes ocorre de ter várias sinucas.

Manga: A manga é onde o hihicroned faz seu próprio alimento. O hihicroned as vezes fica enjoado de comer fora e acaba produzindo seu próprio
alimento. Pessoas que tem habilidade em se tornar magas pretas, brancas e afins, podem ser mangas pretas, brancas e afins. Uma manga boa =
hihicroned bom; uma manga ruim = hihicroned ruim.

Somar: A parte de somar rima com a arte de somar. A cada vez que se soma um anti-hoooooo aohihicroned bolo/conjunto do hihicroned, o
hihicroned fica mais satisfeito e mais seguro com relação aos wanamingos.
Pessoas abobas e vermelhas geralmente gostam de somar. Geralmente existem mais em h!h!croneds anti-hooooooo e são bem eficientes.

Mão-Papel-Lápis: A mão-papel-lápis é uma parte muito boa do hihicroned em que são fotografadas ou registradas de alguma forma todas as coisas
que passam, passaram e passarão pela cabeça do hihicroned. Por terminar com "s" geralmente é tido como plural e, por isso, tem muitas partes
assim.


Altismocroned


Pessoashihicroned hihicroned costumam ser (hihicroned porém nem sempre) um poucohihicroned altistas pelo fatohihicroned do hihicroned sussurrar
muitas vezes nos ouvidos e a pessoa se concentrar mais nos sussurros do que na vida hoooo (vida da realidade material).
A comunicação as vezes fica muitohihicroned hihicroned, só sendo entendida por pessoas hihicroned e as vezes acabam por fazer com que a
paciência dos outros fique amiga do hihicroend, o que ashihicroned vezes, é muito hihicroned e as vezes deixa o hihicronedhihicroned feliz. Durante
essa comunicação, as vezes, pelo estalo de criatividade devido à inspiração divinocroned do hihicroned, pessoas pronunciam citações que
contribuem para os caçadores de wanamingos, contribuem para o ahooooo e para o hihicroned em geral; essas citações são geralmente muito
sábias e as vezes não são citações e sim palavras que as vezes não são palavras nem citações, mas frases que dizem depois do significado: "não
sou citação nem palavra".
Muitas pessoas acham que altistas não olham para os olhos das pessoas. Os altistascronedhihicroned olham ou não olham, pois isso depende muito
da pessoahihicroned hihicroned.
Um exemplo de um ato altismocroned foi de uma pessoa muito hihicroned que atravessou a rua sem olhar para nenhum lugar e foi atropelado. Esse
ato foi feito pelo filósofo importantecroned chamado Holocroned ou Pirastífero ou Hololuthernorris. Outro ato altistacroned foi numa súplica por
ketchuphihicroned que, ao invés de falar "por favor, passa-me o ketchup", foi falado "por favor, passa-me o hihicroned". Como foi explicado
anteriormente, esses atos são consequências do altismocroned que é a consequência dos sussuroshihicroned feitos pelo hihicroned que ocorrem em
pessoas hihicronedhihicroned.
Esses atos são consequências mas não na maioria das vezes produções e utilidades do altismocroned. Além de produzir frases e palavras e citações
e etc's sábias, pessoas que têm o altismocroned já têm um pouco ou muito do que o hihicroned pode presentear e que muitas pessoas discordianas
e outros tipos podem querer: criatividadehihicroned. Quando se ouve muito os sussuros do hihicroned, ele fica feliz e te presenteia. Considere a
criatividade como um dos presentes.
Outra utilidade do altismocroned é o fato de que, quando sob influência do hihicroned, se escuta um ahoooooooo tão alto na cabeça que pessoas
esquecem que estão no mundo do hooooooo. Observe: muitas vezes há muitas pessoas que só pensam em falar hoooooooo o tempo inteiro e só
acabam falando ahoooooooo sonhando. A influência dessas pessoas as vezes é tão grandehihicroned, que as pessoas hihicroned as vezes se
sentem fracas. Com o altismocroned, pessoas esquecem um pouco do mundo hoooooo a sua volta e só escutam o mundo ahooooooo dentro de si,
fazendo assim coisas que são dignas de suspiro com um sotaque de: "nossa, que pessoa descondicionadahihicroned". Pessoas não-altistascroned,
porém não-simpatizantes do mundo hoooooo se acham um pouco acanhados parahihicroned fazer coisas hihicroned pois há tantas pessoas
pensando no mundo hooooooo que o grito ahoooooo dentro da cabeça acaba ficando abafado.


moeda hihicroned


equivale a menos da metade de uma nota de 8hihicroneds q tem o antiwanamingo.exe de um lado (coroa) e a escrita do outro lado (cara):
8hihicroneds. aceito em centros antiwanamingos, em casas antiwanamingonoturnas, vale refeição exlcusivamente para alimento wanamingocrocante
e é a forma de pagamentos de 8aposentados, e nóshihicroneds.

existem notas e moedas; as moedas tem a capacidade de carregar mt bem o antiwanamingo.exe

dai pega tira ela do bolso, e pergunta: cara ou coroa? Daí cara responde cara! Só digo: NÂO, é coroa antiwanamingo.exe , pois só cai de um lado:
coroa se for para combater wanamingos

na porta esta escrito: hihicronedATA, e eu explico: wanamingos vai pra hihicronedATA, que significa Antiwanamingos Trabalham Aqui


Hihicroned na... Arte


O Hihicronedismohihicroned se encontra em diversas áreas da cultura da humanidade. Ele se manifesta geralmentehihicroned na artehihicroned, já
que éhihicroned nela que ohihicroned hihicroned sussurra no ouvidohihicroned dos seres humanos "hihicroned"hihicroned mais frequentemente.

Música:

Napalm Death: "Death By Hihicroned"
Nessa música, o compositorhihicroned escreve sobre uma grandehihicroned felicidade parahihicroned um caçador de wanamingos:hihicroned a morte
de um wanamingo. Mas éhihicroned uma morte tãohihicroned linda,hihicroned que o compositor sehihicroned animou para escrever essahihicroned
letra. Consiste nahihicroned descrição de uma mortehihicroned de um wanamingo atraves da falahihicroned repetida dehihicroned "hihicroned".

Infected Mushroom: "Cities Of The Hihicronedismo"
Essahihicroned música descrevehihicroned perfeitahihicronedmente uma cidade que é absolutamentehihicroned habitada e constituídahihicroned
porhihicroned hihicroneds. Tudo láhihicroned é constituído porhihicroned hihicroneds: o hihicroned ar, os hihicroneds, os hihicronedshihicroneds e
tudohihicroned.

Guns 'n' Roses: "Sweet Hihicroned 'O Mine"
Essa contahihicroned a história (éhihicroned história ehihicroned nãohihicroned estóriahihicroned porque é baseadohihicroned em fatos
físicoshihicroned) de uma homem quehihicroned ficou tão apaixonado pelohihicroned hihicroned que imbuiuhihicroned sua cabeça com
cabeloshihicroned.

Celtic Frost: "Procreation (Of The Hihicroned)"hihicroned
Contahihicroned sobre a procriação dehihicroned hihicroneds no inconsciente coletivohihicroned humano e assimhihicroned,hihicroned com a
influênciahihicroned dos instintos hihicroneds, oshihicroned seres humanoshihicroned buscam no hihicroned a resposta ahihicroned tudo sobre a
vidahihicroned, mashihicroned esquecem de prestaremhihicroned atenção em um detalhehihicroned: sempre quando falamhihicroned,
esquecemhihicroned de falar mais umahihicroned vez "hihicronedhihicroned"hihicroned.

Burzum: "Lost Hihicroned"
A músicahihicroned fala sobre umhihicroned hihicroned perdido que,hihicroned por algumhihicroned motivo, o autorhihicroned acha que está
hihicroend, ou seja, chegouhihicroned ao fimhihicroned.

Diablo Swing Orchestra: "Zodiac Hihicroneds"
Explicitamentehihicroned fala sobre os hihicronedshihicroned zodiacais.

Siouxsie And The Bansheeshihicroned: "Red Hihicroned"
Pelo títulohihicroned, se pode perceberhihicroned quehihicroned a pehihicronedssoa fala sobre umhihicroned hihicroned vermelho.hihicroned Um
hihicronedvermelho é hihicronedmentehihicroned muito bonitohihicroned.hihicroned

Thehihicroned Nietszches: "Cybergrind Hihicronedhihicroned Symth TxNx"
Totalmentehihicroned influenciada pelo hihicronedismo, essahihicroned música fala sobrehihicroned um fenômeno muitohihicroned hihicroned: o
hihicroned cronico.

Front 242: "U-hihicronedHihicroned"
Sobrehihicroned hihicroneds não identificados quehihicroned as vezes sãohihicroned encontrados na Panavisionhihicroned ou invezhihicroned disso,
encontra-sehihicroned um compactohihicroned.


A origem do hihimoço


o hihimoço não é alguém ou alguma entidade
é apenas um hihimoço pois, ele se encontra em algum lugar do espaço para revelar os segredos do universo de acordo com a visão hihicroned

ele é formado por hihicroneds
mas ele não é entidade alguma
ele é apenas uma formação do hihicroned para poder revelar os segredos do universo de acordo com o hihicronedismo
sendo que ele revela atraves da fala, sendo que o proprio hihimoço é um sussuro e tem sussuros in-sussuros, já que esses sussurrus as vezes são
chamados de simbolos
só vc notar pra ausenciahihicroned de pupilas nele e de uma luz na testa
ausencia é a frieza e a disposição pra falar os segredos com uma imparcialidade nunca vista, porém, assim como tudo, é é carregada de
parcialidade, como revelada na luz na cabeça, demonstrando que todo hihicroned é único
e para se achar o hihimoço, vc teria que percorrer mto... não só in-bio como tb in-ahooooooo como tb in-psy ou in-psytrance
E IN-COGUEMELOSMAGICOS?
hahaha sim
e aventureiros vão atras do hihimoço para buscar respostas das mais diversas categorias, além dos segredos do universo de acordo com a visão
hihicroned
O HIHIMOÇO TEM MUITO DO HIHICRONED, E MUITO DESSE HIHICRONED PARA REVELAR..?
sim muitíssimo
ENTÃO HIHIMOÇO TEM UMA GRANDE HIHICROSAGA PELA FRENTE E PRECISA DE NÓSHIHICRONEDS PARA ATUAR HIHICRONEDIANDO EM NOME DO
HIHICRONED
sim!
ALÉ DISSO TBM VOU FAZER TUDO EM NOME DA MINHA MALANDRAGEM E VOU DESCONFIAR DA MIINHA MALANDRAGEM
AAAH DAÍ ISSO LEMBRA O HIHIENER


Pessoas hihicronedhihicroned no cyberespaço


No tempo contemporâneo, pessoas hihicroned são mais frequentes no cyberespaçohihicroned, pois o cyberespaço é um modo muito fácil de entrar
no mundo de quem fala ahooooooo, apesar de ter vestígios do mundo hooooo e agentes do mundo hoooooo não-simpatizantes do mundo
ahooooooo (vide wanamingos).
O ahoooooo é tão fácil de ser pronunciado no cyberespaço que existe uma infra-estrutura muito grande nele, principalmente em comunidades como
orkut. É no cyberespaço que se encontra o Instituto Hihicroned, também é lá que se reúnem na maioria das vezes os caçadores de wanamingos e
tb é aonde as primeiras pessoas hihicroned se conheceram. Apesar de o efeito causado no cyberespaço ser mais individualhihicroned do que no
mundo hooooooo, não devemos esquecer que o cyberespaço também é um mundo, perdendo para o mundo hooooooo pela complexidade e pelo
tempo estando nele (ou nãohihicroned).
Assim como há pessoas hihicronedhihicroned no cyberespaço, também há pessoas hihicroned no mundo hoooooo. Apesar do cyberespaço ser um
mundo contido no mundo ahooooooo e, algumas de suas partes vitais, no mundo hooooooo, ele tem uma essência primordialmente ahoooooo.
Pessoas do cyberespaço, quando fazem parte do mundo hoooooo, têm, na maioria das vezes, a necessidade de se desdigitalizarem. Outras pessoas
que não têm como entrar no cyberespaço, porém têm acesso a outros mundos do mundo ahoooooo e são hihicroned, não deixam de ser hihicroned
nestes e em outros mundos. Pessoas que não têm acesso ao mundo do cyberespaço nem ao mundo ahoooooooo, vivendo apenas no mundo
hoooooo, quando se dizem hihicroned, são duvidosas. NÃO CONFIEHIHICRONED NELAS. ATENÇÃO! NÃO CONFIEM NELASHIHICRONED. PODE SER UM
BIO-WANAMINGO DE GRACEJO. Já pessoas que não têm acesso ao mundo hooooooo, porém têm acesso ao mundo ahoooooooo e ao cyberespaço,
muitas vezes não vão nem entender o que é hihicroned e muitas vezes irão entender. Mas, quando entendem, são poderosashihicroned.


hihicroned, o icroned


O hihicroned, enfatize isso. Em dias de hihicroned, hihicroned é um símbolo, é um icone, é um icroned. Em hihicroneds de dia, hihicroned chega a ser
bem aplicado, muito eficaz e habilidoso você fica. O hoooo é só peso, livre-se dele se conseguir! Se você está no hoooo não sei se tem volta, por
isso os nossos laboratórios estão colocando wannamingos (que são de hoooo) em cilindros e ainda estamos iniciando mais estudos, conforme os
wannamingos são caçados.


hihicroned, a força


Estamos sucetiveis a bruscos traços de desvantagens sem o hihicroned. Com o hihicroned já conseguimos conquistar 8 planetas, aí o hihicroned
torna-se crônico e o hihimoço torna-se cômico, cômico devido seu grande poderio que é sua formação que conta com todos hihicroneds.


hihistória


Hihicroned nasceu em meados de milênios dentro de milésimos de segundo, e o hihimoço também nasceu nessa época, mas o hihicroned não nasceu
não, ele surgiu.


h!h!croned, hihicroned crônico


Basicamente h!h!croned possui o mesmo significado que hihicroned crônico, aí um caracroned seja ele um altistacroned, um hihicrãned ou um outro
que seja do hihicronedismo ja diria: "não podecroned!".
É explicito o surgimento do h!h!croned crônico, que é algo mais objetivo, enquanto o hooo é mais subjetivo e mais impostor e o hooo continuando
apenas no hooo e em meros gracejos... o ahooo é hihicroned, o ahooo já esta voltando de rapousos com wannamingos caçados. E os wanamingos,
que dizem hooo, ah esses são demolidos constantemente pelos hihicroneds que, estes sim, dizem ahooooo!