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“Everyone carries a piece of the puzzle. Nobody comes into your life by mere coincidence. Trust your instincts. Do the unexpected. Find THE OTHERS”
– Dr Timothy Leary

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“Welcome to the most ancient conspiracy on the planet. We’ve gone for so long now that we don’t remember what we were doing, but we don’t want to stop because we have nothing better to do.” - Fire Elemental

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"Stick apart is more fun when we do it together." - St. Mae

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15.1.14

Delírio Coletivo News & GOldS -> Tudo Junto & Separado <- Dentro do Tudismo LinKAOnico Cúbico

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No princípio havia o NADA e o NADA era tudo que havia. Então, de um modo misterioso e secreto, houve o princípio de uma VONTADE e uma CONSCIÊNCIA surgiu dentre o MAR DE NADA.
Esta consciência após surgir foi se DENSIFICANDO e acabou por EXISTIR "NONADA". E ESTAVA SÓ. E TINHA PODERES ALI. Um deles era fazer o que quisesse com a força de seu pensamento. Podia também se mover em qualquer velocidade dentro "DONADA".

É bom observar que com o seu surgimento em forma densa, o nada ganhou uma divisão de planos: Havia agora um chão que o ser, densificado, pisava.
Após um certo MOMENTO, A FORÇA desta CONSCIÊNCIA parou para OBSERVAR algo que SURGIU também "NONADA": UM CUBO, pairando no ar, acima do nível do chão. O SER ficou ENCANTADO com o CUBO. E DECIDIU ENTRAR NELE. Ao simplesmente QUERER entrar no cubo, já se viu dentro, pois o seu pensamento era pura ação.
Ao Entrar no cubo, o ser notou que estava num ponto mediano do mesmo, suspenso apenas por uma placa de metal, do tamanho de um piso, que calçava seus pés, suspensos em altura mediana, dentro do cubo. O ser olhou para trás e viu que havia uma porta fechada em suas costas. Após observar a porta e a placa que dava para ele chão dentro do cubo, olhou para frente e viu uma outra porta, exatamente na extremidade oposta de onde estava. Ao ver essa porta, instintivamente o ser pensou: "É lá que devo chegar".
O Cubo estava totalmente vazio, com excessão apenas destes elementos citados anteriormente. O ambiente se parecia com ar-condicionado, bem limpo e sereno. O ser notou que dentro do cubo, havia perdido todos os seus poderes que tinha quando habitava o nada.
Uma PONTE começou a se formar de placas de metal, placa por placa, abrindo o caminho de uma PORTA À OUTRA, que por lógica, se aberta, faria com que o ser voltasse ao nada e recuperasse seus poderes. Ao ver a ponte totalmente formada dentro do cubo, em altura mediana, o ser começou a andar rumo à outra porta.
No meio do caminho, o cubo EXPLODIU EM CHAMAS. Houve uma explosão repentina e tudo dentro do cubo começou a pegar FOGO. O ser se assustou com a explosão e ao olhar para trás, percebeu que a ponte se dissolvia no fogo, placa por placa, sendo destruída pouco a pouco. O ser se espantou. Começou a correr rumo à porta.
Quando estava chegando na porta, a ponte se dissolveu completamente e ele caiu no abismo de chamas que havia se formado dentro do cubo.
Uma CRUZ DE BRONZE foi erguida com o ser CRUCIFICADO. Então tudo ficava NEGRO, como quando alguém fecha os olhos e o mundo some. Logo após o período no escuro total e completo, TUDO COMEÇAVA NOVAMENTE DO MESMO JEITO ANTERIOR. Essa história se repete SETE VEZES.

Continua aqui

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HihiSlackronedianos Aanidi Freaks Mutantes, uni-vos!

E você perguntaria: "por que eu faria isso?"

E eu respondo: "boa pergunta"

e emendo com outra pergunta: "por que não?"




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Companheiros, desde o fim da presença potente do Macaco Tião, a representatividade política brasileira desfalece. Não se iludam! A falência é internacional. As estratégias da contracultura ficaram água abaixo e o movimento esquerdista se aliou ao Caracinza, inimigo declarado no Princípia Discórdia, se aliando aos alicerces que visava destruir.

Com a finalidade expressa de fazer piada em forma de política e política em forma de piada, de atravessar o groucho-marxismo e situar-se junto ao anarquismo zen-discordiano, eis que tomou forma em 02 de outubro de 2005 o P.I.P.A.: Partido Internacional Parrachiano A(Narco)ZenDiscordiano.

O PIPA iniciou sua atuação política com as des-candidaturas de Timóteo Pinto, Fernando Rivelino, Geo Abreu, vereadora Pagu e Madame Lily. Com distintos mandados e planos de desgoverno, os excelentíssimos membros do PIPA, defenderam da infantocracia até a sexualidade radical da terceira idade. Contra um mundo regulado pela ordem, o delírio e a insubmissão pueril. O sexo e não a sexualidade. As multiplas realidades e não o haldol!

Ativistas do multiverso e adeptos da transliteração: Filiem-se ao P.I.P.A.! ::: O Partido da Hermenêutica Delirante

A filiação é gratuita e o amor universal.

A PIPA VAI VOAR!

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Aaní ::: Caos Mimetizado :::

por Zoenous (zoenousarrobayahoo.com.br)

O quê?

Aaní é uma palavra de origem Tupi, que significa “Não, Nada”. É equivalente à palavra grega Xáos (Caos), de mesmo significado. O conceito de Caos foi corrompido pelo tempo e pela ignorância, pelo moralismo e pela resposta que a “Realidade Consensual” deu a movimentos como o Anarquismo de Bakunin, transformando este conceito em sinônimo de “desordem”. Hoje, sabe-se através da Ciência Quântica que o Caos não é desordem, baderna ou arruaça, mas refere-se à impreditabilidade do espaço vazio primordial. Caos, Aaní, não pode ser definido, pois fazê-lo seria negá-lo. Entretanto, o mais próximo que podemos chegar de sua equivalência abstrata é considerá-lo como sendo a vastidão interminável de possibilidades que permeia o Cosmos. Nós estamos, inegavelmente, dentro desta “qualquer coisa em potencial” e ela está dentro de nós.

O objetivo desse Movimento, Projeto, Aglomeração, Reduto, Façanha, Acepção Ruim, ou qualquer outra palavra que possa definir essa coisa que achamos por bem nomear Aaní é justamente explorar, difundir, criar, destruir e re-criar estes conceitos e aplicá-los nas áreas das Artes Plásticas, Literatura, Música, Jornalismo, Tecnologia da Informação, Sociologia, Antropologia, Psicologia, Mitologia, Expressão Religiosa e outros campos que possam surgir no meio do caminho.

Para quê?

Para quê Alexandre, O Grande, saiu globalizando a Macedônia, o Oriente Médio e o Mundo de sua época? Para quê as Feministas se organizaram no final do século passado visando direitos iguais aos dos homens? Para quê Aleister Crowley revolucionou a cena ocultista da Inglaterra e do resto do Ocidente no início do século XX? Para quê derrubaram a Ditadura? Para quê tiraram o Collor? Para quê puseram o Lula? Para quê vão tirar o Lula? Para quê foram criados o Rock n’ Roll, o movimento Punk e o Hip Hop? Para quê o Dadaísmo, os Beats, a Generation Jones, os Kings Mob, os Góticos, neo-Góticos, Clubbers, Cybers, Caoístas, Discordianistas, Grungers, Head-bangers, Backpackers (hitchhickers, mochileiros), Body Modificators (tatuagem, piercing, cirurgia cosmética, implantes), Freegans, Vegans, Greens, Wiccanos, Seiðmaðr e Völva (Asatrüar, Seiðr, neo-Paganismo Nórdico), New Agers, Geeks, Freaks, Ravers, Graffiti, Pachucos, Nerds, Otherkins (Vampiros, Lobisomens e antropomorfos), Thelemitas, Ateístas e todas as outras subculturas? Pra quê? Responda a estas perguntas e esta será a resposta de “Para quê um movimento como o Aaní?”

Por que?

Porque o ser humano muda. E se esta mudança demora a sair naturalmente, ela pode ser provocada. Muitas pessoas reclamam da violência, do descaso com o meio ambiente, da falta de liberdade, da libertinagem alheia, da corrupção do governo, da apatia da arte contemporânea, da falta de oportunidade, da elitização econômica do conhecimento e da informação, e não conseguem nem podem fazer nada sozinhos. Porque a Política, a Moral, a Ética, a escala de Liberdade, a Justiça, a Crença, a Aceitação ou Rejeição de idéias e ideais de um povo, são todas determinadas pela sua Cultura Dominante. É impossível, ou pelo menos muito difícil, conseguir que estes resultados (Política, Crença, etc.) de processos culturais sintetizados sejam alterados, sem antes alterar base estrutural destes processos, ou seja: A Cultura.

É ela que determina e regula o comportamento, o vestuário, a expressão artística, a religião, as leis, a forma de governo, a produção e transmissão (ou bloqueio) da informação, o que pode e o que não pode. À medida que estas Culturas Dominantes, com o tempo, passam a aceitar melhor as cenas de nudez no cinema; a linguagem explícita em público; permitir que mulheres votem, dirijam e trabalhem; que os homossexuais troquem carícias em público; que uma menina de quinze anos espalhe que é bruxa sem ser queimada; que pessoas se tatuem, coloquem piercings e silicone na testa; que homens se maquiem; que top models engravidem de jogadores de futebol, ou de um rock star, para fatiar sua fortuna e serem convidadas a apresentar programas de TV; E outros tabús vão sendo quebrados, os movimentos de contracultura, originados por subculturas, vão sendo absorvidos por essas Culturas Dominantes, permitindo que novas subculturas surjam para substituir suas precursoras. Até que, um dia, estas subculturas (agora parte da Cultura Dominante) se tornem obsoletas e sejam alteradas pelo mesmo processo que recomeça. O Aaní existe porque sabe que, e quer que, cedo ou tarde, estas subculturas se hibridizem e se permitam trocar informações, expandir sua atuação e aceitação, para que novas subculturas apareçam.

Como?

Através dos memes. Meme é um termo, cunhado em 1976 por Richard Dawkins no seu bestseller “O Gene Egoísta”, que é para a memória o análogo do gene na genética: a sua unidade mínima. É considerado como uma unidade de informação que se multiplica (é transmitida) de cérebro em cérebro, ou entre locais onde a informação é armazenada, e outros locais de armazenamento ou cérebros. O meme é considerado uma unidade de evolução cultural que pode, de alguma forma, auto-propagar-se. Podem ser idéias ou partes de idéias, línguas, gírias, sons, desenhos, capacidades, valores estéticos e morais, ou qualquer outra coisa que possa ser aprendida facilmente e transmitida enquanto unidade autônoma. O que determina a sua auto-propagação é a facilidade com que é absorvido e propagado, bem como sua habilidade de transmutar.

Exemplos claros de memes são Celulares, Mp3 Players, I-Pods, I-Phones, Tamagoshis (Lembra? Rs), Grampeadores, Slogans Publicitários, Refrões de música ruim (que não saem da cabeça), ou Jingles de Comercial (Dolly, Dolly Guaraná, Dolly), Mulher com pouca roupa em comercial de cerveja, “56, meu nome é Enéas” e “Lula-lá”, “Deus é Grande” e “Jesus é Fiel”, “Vuco-vuco”, “Merry Meet, Merry Part and Merry Meet Again”, “Faze o que tu queres, há de ser tudo da Lei”, “Nada é Verdadeiro, Tudo é Permitido”, Piadas, Provérbios e Aforismos, Metáforas, Fórmulas para decorar a tabela periódica e equações físicas em Cursinhos Pré-vestibulares, marcas e estilos de roupas, Paródias, Trocadilhos, Frases de duplo sentido, Colocar A Primeira Letra de Cada Palavra em Maiúscula para Denotar Importância, TRAVAR O CAPS LOCK PARA GRITAR COM LETRAS, spam, lixo eletrônico, forward de Power Point, Livros, imã de geladeira, canções de ninar, et cetera. Fenômenos como o Orkut, My space, Yahoo Grupos, Skype, Wikis, Subculturas, Religiões, Teorias Políticas, Lan Houses e Danceterias são chamados memeplexos (conjuntos, complexos de memes). O conceito do Memeplexo é semelhante ao do Paradigma, forjado por Thomas Kuhn e colocado em prática por Peter Carroll. A singular diferença entre Paradigma e Memeplexo é que, enquanto o primeiro pode ser criado por um indivíduo sem nunca ser transmitido, o segundo carece da transmissão.

O estudo dos modelos evolutivos da transferência de informação é conhecido como memética. Esses modelos evolutivos sofrem variações, em que uma idéia ou meme muda conforme é transferido de uma pessoa para outra. Poucos memes mostram uma forte Inércia Memética (que seria a característica do meme de ser expressado do mesmo jeito, e de ter o mesmo impacto, independentemente de quem esteja recebendo ou transmitindo a idéia, e permanecer na memória de seu propagador). A variação memética cresce quando o meme é transmitido de uma maneira descuidada com a expressão da idéia, enquanto a inércia memética é fortalecida quando a forma de expressão rima ou usa outros dispositivos mnemônicos para preservar a memória do meme antes de sua transmissão.

Uma mnemônica é um auxiliar de memória. São, tipicamente, verbais, e utilizados para memorizar listas ou fórmulas, e baseiam-se em formas simples de memorizar maiores construções, baseados no princípio de que a mente humana tem mais facilidade de memorizar dados quando estes são associados a informação pessoal, espacial ou de caráter relativamente importante, do que dados organizados de forma não sugestiva (para o indivíduo) ou sem significado aparente. Porém, estas seqüências têm que fazer algum sentido, ou serão igualmente difíceis de memorizar (por exemplo, usar os ossos dos punhos cerrados para lembrar qual mês contém 30 ou 31 dias – ossos são 31, vãos entre eles são 30). Produzir e controlar a forma de um meme, sua propagação e interação com outros memes e memeplexos é produzir níveis de alteração da realidade e, com certas limitações, controlá-la.

Quem?

Estão convidados a participar e se auto-intitular Aanidi (tupi com plural em latim, para evitar o trocadilho com Aanitas e “Presença de Anita” – se bem que, informando o motivo, já fodeu tudo), Aanidum no singular, todos aqueles que integram subculturas, ou nenhuma delas, mas rejeitam a Cultura Dominante.

São eles: Caoístas (chaotes, caos magistas, rabanetes, zees etc.); Cybers; Artistas incompreendidos; Atores alternativos; Jornalistas sem hobby; Bandas não comerciais; DJs; GLS; Afrocentristas; Feministas; Dadaístas; Beatniks; neo-Góticos; neo-Hippies; Neuromantes; Psiconautas; Discordianistas; Body Modificators (tatuados e tatuadores, piercers e piercingados, cirurgia cosmética, implantes); Vegans; Wiccanos; neo-Pagãos em geral; New Agers; Geeks; Freaks; Ravers; Graffiteiros; Nerds; Otherkins (Demônios, Vampiros, Lobisomens e antropomorfos); Thelemitas; Zos Kia Cultistas; Ateístas; Agnósticos; Henoteístas; Suiteístas; Magos independentes; Spammers; Cegos, Surdos e Mudos; Publicitários Falidos (exceto Marcos Valério e Duda Mendonça); Macumbeiros; Ciganos; Índios; Brancos; Não-tão-brancos; Negros; Pardos; MSC (Movimento sem Cor); Roxos sem quota em faculdade; Tantristas; Cabal… não, cabalistas não; Proletariados; Místicos não-ortodoxos; Hindús; Pragmatas; Straight Edges; neo-Punks; BDSM (Bondage/Disciplina, Dominação/Submissão, Sado/Masoquismo) Green pacifistas; Nudistas; Urbanóides; Portadores de Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC); Bichos-estranhos; et cetera, et cetera, et cetera. Se você não está supracitado, mas se considera minoria, significa que você é mais minoria ainda, e que isso é muito bom.

Toda crença, cultura, preferência política, preferência sexual, estilo de vida, e diferenças de traços que chamam de raças são igualmente idiotas. Se você não enxerga isso, significa que é preconceituoso. Ou Cabalista. Deixa pra lá esse negócio de Cabalista. A questão é que as diferenças podem (e deveriam) ser respeitadas, toleradas e, inclusive, louvadas. Além disso, se você se deixa ofender por uma crítica à sua crença, cultura, preferência política, preferência sexual, estilo de vida, e diferenças de traços que chamam de raças, significa que essa crítica de tamanho ridículo é maior que você. Identificação é necessária, sim, mas um baixíssimo nível de identificação é o suficiente para criar uma convivência caótico-pacífica-interessante. Nenhuma crença, cultura, preferência política, preferência sexual, estilo de vida, e diferenças de traços que chamam de raças são melhores do que outras. Quando isso for percebido por 1/3 da população mundial, teremos 1/3 dos Deuses na Terra.

Ø

Projeto Sái do Chão!

Organização das Mutações Unidas – Organizando para DesOrganizar a sua cabeça


Fórum

“Em um nível pessoal, Freaking Out é um processo pelo qual um indivíduo se livra de padrões obsoletos e restritivos de pensamento, moda e etiqueta social de modo a expressar criativamente seu relacionamento com o ambiente próximo e a estrutura social como um todo. (…) Em um nível coletivo, quando qualquer número de ‘Freaks’ se reunir e se expressar criativamente por intermédio de música ou dança, (…) chama-se a isso de freak out. Os participantes, já emancipados de nossa escravidão social nacional, vestidos com seu traje mais inspirado, realizam, como grupo, qualquer potencial que tenham para livre expressão. Nós gostariamos de encorajar qualquer um que ouça essa musica a se juntar a nós (…) Tornar-se membro das Mutações Unidas (…) Freak Out!”

Frank Zappa, 1966.


Literatura Freak

Música Freak

- Rádio-K-óti-K

Cinema Freak

TV Freak

Religião Freak

- blog Religiões Livres

Política Freak

- Partido Interestelar Parrachiano Anarcozendiscordiano

- Groucho-Marxismo

Filosofia Freak

- Manifesto da Filosofia Bozo

Web Freak

- LinKaonia

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Para mais (des)situações meta-multicabalenses seguem alguns ingredientismos presentes nessa Sopa Delirante Dentro do Cubo das Cabalas da F.A.P.A.:

absurdismo, discordianismo, concordianismo, parrachianismo, realismo, surrealismo, delirismo, erotismo, larismo, delarismo, qualquercoisaismo...
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Se não for apetecido por nenhum deles, crie sua religião e/ou filosofia agora mesmo e apoie a Fundação Neologismos Para Um Mundo Mais Bonito!


Ainda não se sente inspirado? Então segue alguns exemplos de alguns delírios que estamos delirando e outros que encontramos por aí:

Delírio nas Redes Sociais

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tudismocroned arte e fnord network ::: Mergulhe na Confusão, Peixe!:
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Outros Delírios, Meta-Fnords e Mapas Hiper-Surrealistas:

F.A.P.A. - Filósofos, Artistas, Palhaços e Alquimistas - Ou qualquer outra sigla que você queira inventar e especular...

Arte, Filosofia, Humor, Vanguardismo Insólito...

Ambicionando rompimento, superação e transformação de 'realidades' comodistas e convencionais

Criando uma esfera de metanóias aleatórias, sejam elas antiquadas ou vanguardistas, ou atuais.

Aviso: estamos constantemente recrutando novas pessoas para mais e mais óticas diferentes, ainda sim, unidas. Junte-se conosco, folie a plusiers! Absurdismo e bizarrice, unidos nós venceremos.

De qualquer forma, previamente grato, axé e até!


F.A.P.A. - O que deveria se saber, pensar ou fazer. Ou não...

FAPA

Mais Fapices:

Portal da Discórdia MultiCabalense
.....
Aaní ::: Caos Mimetizado
....
Deliberações, Projetos e ConsPirações do P.I.P.A.
...
Dentro do Cubo
..
Entre na LinKaonia
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Le Fórum Absurd
Hipno-Campus Parrachiano
Astro Miau da Discórdia e do Atum

Meu Pai Dançando
Collegivm Pataphysicvm
sonho de olho aberto
casadárvore 

:
Em Pop e Impop:
Pós-Música: DVD de grátis de um show ao vivo da Macedusss e As Desajustados Bando
Rádio K-óti-K - só as menos tocadas. ou não
Multi-Mixes e Mashups
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Em Miscelânea e Etcétera:
Dionisismo
Psicologia Arquetípica
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em qualquercoisaismo:

As Sagradas Escrituras do Delariantismo

::: MultiCabala Discordiana Subgeniana Bela-Parrachiana Hihicronediana DeLariantiana dos Shimonianos Metamorfoseanos Ambulantes Muito Confusos :::



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25.11.13

Cigana do Egito.. Que vem da cabana.

See Gunner wedge it so.
Kevin dark burner.
Solo Linda.
See gun Andrew drew solemn.,
Eel come on souse your gunner,
Can't you dance or bang.
Artiness, pail cotes a whale.
He was mingling

A tradução iteral.

Veja Artilheiro encostá-lo assim.
Kevin queimador Trevas.
Solo Linda.
Ver arma Andrew chamou solene.,
Eel venha souse seu artilheiro,
Você não pode dançar ou bater.
Astúcia, balde cotes uma baleia.
Ele estava se misturando


As pessoas que falam português provavelmente não sabe sobre este antigo poema Inglês. Trata-se da luta heróica em Wilmington Harbour. Os polonês imperiais Knish - zepelins estavam prontos para um ataque final. Vou explicar as palavras.

Veja Artilheiro encostá-lo assim.

Antes da batalha oficial do " dadaísta " grita ordens para verificar os Cânones
.
Kevin queimador Trevas.

Kevin o artilheiro detém o fusível que queima com uma chama suave que não iluminam o céu escuro.

Solo Linda.

O dadaístas só tem um canhão que eles chamam de Linda. ( Na história do Inglês gostava de citar Cannons, e mantê-los em suas casas como animais de estimação. Yankees ainda fazer isso.)

Ver arma Andrew chamou solene.,

O dadaístas não seria capaz de defender o forte com apenas um cânone . Então, eles olham para o seu Geral e artista Andrew que desenhou imagens de canhões que procuram solenes para enganar os poloneses imperiais Knish - zepelins .

Eel venha souse seu artilheiro,

Estes dadaístas estavam agora quente esperando para a batalha , para que eles oraram ao deus da enguia, para borrifar com água.

Você não pode dançar ou bater.

O canhão que chamou Andrew não podia disparar contra os Knish - zepelins .

Astúcia, balde cotes uma baleia.
.

Mas isso era tudo parte do plano de Andrew. As máquinas baleia veio para fechar e tem a pintura a partir de fotos de André em todo si.

Ele estava se misturando

Tudo misturado imperiais zepelins poloneses fugiram , e todos os dadaístas do mundo podem se unir sob a bandeira transparente.

Para entender plenamente a beleza do poema, ele tem que ser ouvido falada em Inglês.



Alguns dizem que o melhor sotaque para falar deste poema é a de um cigano egípcio.

jonb ALA

13.11.13

Coléris de Cartéris pelo Rioéris de Janéris

haha, o Rev. Raji me enviou as fotos da colagem de cartazes que rolou pelo rio,
eu achei animal. Deêm uma olhada, e parece que foi feita junto com a Alice,
depois do sacrilíssimo chá. hahaha, segue:







6.11.13

Parangotico fnord aro

O caminho não se sabe.
Apenas andar?

Sim. Andar e andar, longe.
Uma postura que poderia ser cortada
Em troca de suprimir todo o conteúdo interno e pessoal:

Mas a mente não suportaria isso..

30.10.13

"An Bee Lhou Lhou Tom" ou "O começo de uma saga que eu tive preguiça de escrever o resto, mas tinha alguma coisa a ver com universos paralelos"

Nadja trancou a porta do quarto. Trazia nas mãos um grande envelope pardo, com óbvios sinais marcados pelo serviço postal de diversos países. Aquele presente havia viajado muito para chegar ali. Jogou o pesado pacote sobre a cama, que  se comportou como um tijolo sendo arremessado.

Nadja abriu as portas do guarda-roupas. O que era, por fora, um trabalhoso trabalho em mogno e metal, por dentro não passava de montes desorganizados de roupas, desgastes antigos causados por  cupins, panfletos e frases sarcásticas escritas com tinta corretiva e marcador permanente. Mas, o que mais chamava a atenção, nesse mar de revolta juvenil em forma de mobília, era o grande espelho posicionado perfeitamente ao centro do guarda-roupas.

Olhou o espelho e notou a si mesma. A solidão do quarto refletia a solidão de sua alma, sua aparência peculiar refletia a decisão de abandono de tudo aquilo que se considerava esperado ou comum. Olhos grandes e fundos, sobrancelhas grossas, boca pequena, nariz pequeno, um cabelo castanho claro incorrigivelmente rebelde, pele queimada de sol. Suas roupas largas e velhas escondiam ainda mais suas formas femininas, que já não eram aparentes. Seios pequenos, quase sem quadril, pernas magras, mãos calejadas. Nadja poderia facilmente se passar por um garoto mais novo, e era constantemente confundida com um. Não que isso fossa vantagem aos 14 anos.

Se despiu em frente ao espelho. Durante alguns segundos, observou as suas cicatrizes. espalhadas por todas as partes não tão visíveis do corpo. Todas feitas com alto flagelação. Pintou os olhos com vermelho, um traço rubro horizontal que seguia de orelha á orelha. Vestiu um colar, uma estrela dourada circunscrita como pingente. Colocou um manto, um longo tecido pardo, costurado à mão, com uma abertura em v do pescoço ao umbigo, cobria a cabeça com um capuz e chegava a cobrir os pés.

Não era mais Nadja, a frágil adolescente. Agora era Nadja, a feiticeira do fogo.
Encarnada em seu alter-ego mágico, emanando octarina e aether de seu corpo, Nadja se virou num movimento quase apocalíptico. Magos, quando estão em seu poder máximo, encarnam a força devastadora da mudança em tudo que fazem, dos maiores feitos aos menores gestos.

O ar ouviu os pensamentos de Nadja e vibraram num sussurro que poderia ser ouvido com os olhos, na forma de um onda de distorção espacial. Feitiços de proteção são invocados, quando Nadja faz malabarismos com verbos de uma língua antiga, e os forja com as mãos em forma de barreiras impenetráveis. Era quase visível o globo de energia mistica em torno de Nadja, protegendo seu corpo e alma de todo mal.

Ajoelhou-se em frente a cama, como uma arvore ao firmar seus galhos. Movimentou seus dedos leves e rápidos e, sem um erro sequer, abriu o pacote pardo em 2 pedaços. Pôde ver amarelo, depois pôde notar que era um livro, depois pode notar a borboleta multicolorida em sua capa, e depois o título.
"Beonai Meankeou - O Livro Amarelo dos Naibean".

Ela se sentiu orgulhosa. Durante meses ela havia buscado uma cópia desse livro. Só os deuses sabiam o quanto ele teve que lutar por ele. Mentiu, roubou, se arriscou, agrediu e outras coisas que não prefere lembrar. Quem diria que ia acabar conseguindo o livro como um presente, de uma viúva velha  que, após os feitiços certos, se dispôs à doar os pertences do falecido marido? E quem diria que entre esses pertences estivesse um específico livro de magia que permitia o contato com entidades além da compreensão do homem comum?

Não importava mais nada. Ela o tinha ali, O Livro Amarelo dos Nainbean, com todo o seu poder, glória e loucura.

Excitada e amedrontada como alguém que está prestes a lutar um combate até a morte, Nadja convocou a proteção de antigos deuses pagãos a muito esquecidos. Deuses das florestas, do fogo, das tempestades e dos ventos podem ser sentidos surgindo. Ela está no ápice de seu poder, os deuses reconhecem e concordam em protegê-la. Então, apoiada por todo seu poder mágico, ela abre a primeira pagina do livro.
A primeira pagina contém cinco símbolos. Hieróglifos. Ela já conhecia eles, a língua secreta dos Nainbean. Então, como todo jovem, ela comete um erro terrível. Sem perceber o que fazia ela lê os 5 hieróglifos em voz alta, como se convocasse alguma coisa.

"An Bee Lhou Lhou Tom"

Tudo se quebra.

Ela não consegue manter suas magias de proteção, os deuses se afastam dela de alguma forma. Ela perde o controle. Sua mente fica em branco.

Então, ela começa a crescer, crescer e fagocitar cada partícula de existência à sua volta. Suas proteções, os deuses, o quarto, a casa, o bairro, a cidade, o país, o mundo e outros mundos. Ela se torna uma enorme ameba multiforme, e engole tudo, se torna tudo.

Então ela se vê nua, num lugar completamente branco. Não há diferença de chão e teto, não há paredes, apenas o infinito branco. Ao longe uma criatura andrógena de costas, possui cabelos ultravioletas e roupas peculiares. O ser pinta um grande quadro abstrato. A criatura possui pele azulada, como um morto, e várias tatuagens douradas brilha sobre a pele.

Ela diz, completamente abalada: "Onde eu estou?"

Ele, ainda de costas, diz com um tom ao mesmo tempo irônico e debochado. A voz é completamente ausente de gênero: "Você está em mim, minha querida. Portanto sua pergunta deveria ser "quem eu sou." hehhahhahha"

Assutada, ela apenas diz com uma voz fraca: "Então quem é você?"

Ele, sem parar de pintar um único instante, novamente debocha e ri como um louco: "Eu? Eu sou Deus, garota O criador do céu e da terra. O pintor de universos, a centelha criadora. A gargalhada cósmica. hahahhahHAah Mas você não entendeu, antes de saber onde está, você tem que saber quem você é."
Ela, completamente ofendida com aquele comportamento, responde raivosa: "Ora, eu sou Nadja"
Deus, sem parar de pintar, faz um movimento impossível e indescritível para mostrar a ela um pequeno espelho triangular. O rosto dele fica aparente, sem olhos nariz ou orelhas, apenas um enorme sorriso circundado por um volumoso cabelo violeta esvoaçante.

Ele diz rindo: "Olhe para si mesmo. Você é Cristo, Odin, Osíris, Lennon, Cthulhu, Lúcifer, Simba, e todos os outros que morrem, dormem ou são exilados para depois retornar. Você é meu filho pródigo e prodígio, que agora retorna a mim. Olhe no seu olho. ehehahheHEHeahahahehhah"

O riso de Deus ecoa os ouvidos de Nadja, ela olha o espelho. Seu reflexo mostra apenas uma mão humana decepada. Na palma da mão se projeta um olho, com a pupila de uma cor inexistente no mundo humano. Nadja nota seu corpo, agora ela é a mão com o olho, e percebe que sempre foi.

Deus, agora com um sorriso sincero de uma criança, para de pintar por um instante e mostra que não possui nenhuma das mãos. Afasta o cabelo com seus pulsos e mostra a ausência completa de olhos.

"Você é meu filho, feito de meu corpo. Você é a humanidade e do barro de minha mão e meu olho eu te moldei. Mas também moldei os Naibeans com minha outra mão e meu outro olho, para que não estivessem sozinhos."

Nadja, que agora estava de volta ao seu quarto em sua forma de adolescente humana, foi completamente tomada por uma sensação maravilhosa de descoberta e amor ao existir. Respirou fundo e sussurrou, completamente pasma:

"Esse livro não é um livro, é um mapa, uma passagem, e um veículo"


Foi tomada por uma sensação de torpor completo e desmaiou no meio do quarto.

27.10.13

Igreja Evangélica Pica das Galáxias

A IEPG (Igreja Evangélica Pica das Galáxias) foi um sonho profético nascido no coração do Pastor Arnaldo quando ele ainda estava na cadeia. Ao passar por um colchão em chamas durante uma rebelião ,o humilde servo de Deus, ouviu uma voz que dizia: "-Eis q não te darei nem a Universal e nem a Mundial, mas te darei a DAS GALÁXIAS!". Surgia assim a igreja mais correta de todos os tempos, como bem está escrito na Bíblia Sagrada no Livro de Pronômios cap 7 e versículo 565: "-Ai de Dã, o Ermeteu pois sucedeu que estando vós debaixo do sol do dia 16 do ano 87 do governo do Rei Arthur, pelejou contra os Ebonitas nas margens do rio Eufrates e não obteve ele contentamento!". Utilizando as regras de hermenêutica, exegese e a equação de segundo grau, o Pastor Arnaldo pode interpretar que este versículo se refere a fundação de uma igreja que irá converter não somente o nosso planeta mas todas as galáxias se tornarão evangélicas.

Site Oficial

26.9.13

Setenta e oito guffs

A garota ligou.
"Fnord é o aspirador de pó, sem o pó".
A outra fala de uma antiga conexão,
E eu realmente penso em um mundo suave,  mas partido em dois.
Parece que o melhor começou...
Mesmo com tudo no fim.




24.9.13

A Lenda do Cavaleiro de Éris que teve sucesso em sua incrível cruzada contra os malignos Dragões-Holandeses Viciados em Crack

Tudo começou quando eu recebi a missão.

Estava em minha peregrinação costumeira pela Teia, quando notei uma quadrado vermelho sobre um planeta. Uma "Notificação", um tipo servo de artificial feito de informação pura, dedicado a lhe informar sobre locais onde você foi convocado. Conferi a mensagem que o sutil mensageiro artificial veio me trazer e fiquei apreensivo. Estava sendo chamado à um dos templos de Éris.

O Nervosismo era óbvio. Muitas eras haviam se passado desde a  ultima vez que fui convocado ao um Templo. As minhas visitas eram frequentes obviamente, assim como as diversas negociações zuerísticas envolvendo o lulz. Nessa época eu era apenas um soldado raso, um pequeno adorador de Éris, um simples mineirador da zuera. Estava muito nervoso por ter sido convocado à um post em um dos templos de Éris.

Quando cheguei notei uma pintura bem pitoresca ao centro do grande salão. Era uma pintura minha. Denominada "Mágico que usa Cheetos em suas mágicas e dança tango com a Effy Stonem  , era uma verdadeira obra prima. Confeccionada com materiais previamente escolhidos para fazerem parte da mais perfeita obra de non-sense gráfico já criada por essas mãos simples e calejadas, era minha mais recente paixão artística. A beleza da imagem era tão grande que expandia a mente daqueles cujo os olhos estavam abençoados com faíscas de nossa grande Deusa e Mãe. Eu mesmo me maravilhava com essa obra criada sob influencia divina. Era linda.

Logo abaixo da perfeita manifestação da discórdia divina, estava um dos grandes e sábios Anciões da Discórdia que sinalizava o milagre da obra. Ao notar minha chegada, o Sábio Fenderson disse de modo solene e místico:
- mas Jônatas, não nos esconda, o que a Effy diz no cartaz?? ou é um fnord muito secreto que ainda não estamos preparados para saber?

Obviamente, em seu linguajar místico, o Sábio Fenderson se referia á mensagem oculta que a imagem possuía. Uma mensagem que estava destinada a apenas alguns que conseguiam ter acesso à profana "Terra de Ninguém". Uma mensagem que conferia poder e prazeres mundanos à todos que a possuíam. Porém essa mensagem cifrada estava incompleta, logo ilegível. E era minha missão encontrar toda a mensagem.

A missão era arriscada, talvez impossível para um homem comum. Teria de encontrar o lugar de onde tirei esse pedaço de mensagem e consegui-la por inteiro .Mesmo temendo pela minha vida, aceitei de bom grado. Sabia que se morresse em missão teria morrido pela fé à Deusa e fidelidade ao Templo de Éris, portanto teria concluído minha missão em vida.

Então parti em minha missão ao local de onde eu havia retirado grande parte do material usado na minha obra. Um terreno maldito e secreto do qual poucos tem acesso. Uma terra onde os homens não tem nomes e a identidade é uma maldição. Um lugar onde homens-mulheres são adorados como deuses. Um lugar onde perversões sexuais ganham um nivel a mais de complexidade. Um lugar onde o crime é criticado pelos próprios criminosos, e a crueldade é tratada como uma virtude. Um lugar onde a liberdade de expressão impera assim como aberrações ideológicas jamais imaginada por qualquer homem que vive sob as muralhas da ordem. Um lugar onde os pesadelos são mais que reais. Um lugar conhecido como "Terra de Ninguém".

Me preparei para a viagem, temendo pelo pior. Me despedi de minha mulher e filhos, apenas para notar logo depois que eu não era casado e me lembrar que sempre fui estéril. Nunca soube de quem eu me despedi naquela noite em que as drogas estavam tão estranhas. O que me leva a pensar que aquele ultimo cachorro quente talvez tenha sido um cachorro de verdade.

Caminhei por dias até a maldita "Terra de Ninguém" e então usei minha Magia Discordiana para chamar atenção dos residentes. Meu plano era enganá-los para que eles me fornecessem os outros pedaços da lendária "Mensagem de Effy", mas falhei. Aparentemente os residentes dessa terra não reconheciam a importância disso e me abandonaram pouco a pouco retornando aos seus afazeres. Mudei meus planos para algo mais radical.

Usei meus poderes para convocar o poder da Polipresença. É uma técnica secreta usada geralmente por adeptos das artes ocultas para ativar o vigésimo terceiro sentido enquanto estudam psicologia haitiana e se masturbam para um fogão à lenha. Porém era um poder muito útil para procurar algo em específico em terreno acidentado enquanto rastreia sua própria memória sem esbarrar nos constrangedores pensamentos sobre à aplicação de pornografia homossexual à sucos de laranja explosivos durante propagandas esportivas.

Com a ativação de minha Polipresença eu procurei por cada centímetro quadrado da "Terra de Ninguém", inclusive em alguns lugares dos quais não em orgulho. Porém sem sucesso. Não achei nada que fosse relevante para minha missão. Me senti falho e sujo per dentro. Eu não servia para servir a minha Deusa.

Não podia suportar a vergonha da minha falha. Abandonei a terra de ninguém e vaguei até a minha área de trabalho, onde estava a cópia original de minha obra prima. Olhei para o fruto mais perfeito de meu trabalho.

Aquele quadro era o resumo de toda uma vida. Era como minha filha, como minha mãe. A frase anterior não é sobre incesto seus tarados. Para mim o quadro era o que possuía de mais valioso. Porém, ele não em serviu para que eu cumprisse minha missão. Para que eu superasse meu fracasso.

Decidido a terminar minha vida com honra. Eu me posicionei, junto ao meu quadro, a beira de um precipício de uns dois metros e meio. Logo depois fui pra um de dez metros e meio, porque percebi qeu o de dois não era o bastante.

Arremessei meu quadro e logo depois arremessei meu corpo. Ao cair eu recordei de toda minha vida. E me recordei que tinha guardado uma cópia da "Mensagem de Effy", dentro do bolso do paletó. Mas como estava bêbado na hora, minha memória me enganou e registrou isso como uma cena de um estupro dentrode um supermercado. Ao encarar a morte, minha memória se estabilizou e pude perceber que a resposta estava lá, no bolso do paletó, todo esse tempo.

Ao cair tive um traumatismo craniano e morri.


2.8.13

Nas mãos de Ballard

por Hermano Vianna


Já sugeri por aqui: Edward Snowden poderia ser personagem de livro de William Gibson. Acrescento agora: nossa história atual deve estar sendo escrita por J. G. Ballard, que — como Elvis — não morreu e sim conseguiu acesso à sala secreta de controle da realidade. Leia qualquer parágrafo de “Terroristas do milênio”, seu penúltimo livro (lançado no Brasil em 2005 pela Companhia das Letras). Tudo parece notícia do jornal de hoje. Por exemplo: David Markham, o psicólogo narrador, anda pelas ruas de Marina Chelsea, condomínio ficcional da alta classe média londrina, e vê um princípio de confusão na porta da administração. Pergunta para Kay Churchill, “docente de estudos cinematográficos” (apartamento com cartazes de Ozu e Bresson), o que está acontecendo: “Algum pedófico solto na vizinhaça?” A resposta de Kay: “Tarifa de estacionamento. Acredite em mim, a próxima revolução será por causa do estacionamento.” O capítulo termina assim: “Na época, achei que era brincadeira dela.”
A brincadeira virou grande revolta pós-popular (lemos em várias páginas: “a classe média é o novo proletariado”; “Qualquer pessoa que ganhe menos de trezentas mil libras anuais não conta. Você não passa de um proleta de terno”; “um computador no Banco Central decide que a taxa de juros deve subir um ponto e eu fico devendo ao gerente do banco mais um ano de trabalho”; “as qualificações profissionais não valem mais nada — uma pós-graduação em arte equivale a um diploma em origami”), descrita com detalhes sempre pitorescos, mas cada vez mais familiares: “cirurgiões e corretores de seguros, arquitetos e gerentes de planos de saúde haviam erguido barricadas e virado seus próprios carros para bloquear a passagem dos carros de bombeiros e equipes de resgate que tentavam salvá-los.” Ou então: “fizeram fogueira com livros e quadros, brinquedos educativos” e recebiam a polícia com chuvas de pedras (“carinhosamente apanhadas nas ilhas Seychelles ou Maurício”). Depois passaram a jogar bombas de fumaça na praça de alimentação da Selfridge’s ou no setor de dinossauros do Museu de História Natural. Um guarda morreu na Tate Modern tentando salvar obra de Damien Hirst. Tudo era enigma para as autoridades: “Recusaram ofertas de ajuda, negando-se a manifestar suas queixas, e até mesmo a revelar se tinham alguma queixa, afinal de contas.”
Na verdade, era uma gente normal (“um comerciante de antiguidades”, “dois casais de lésbicas”, “um piloto de Concorde alcoólatra”) que tinha — além da “sensibilidade cultural” que “lhes conferia uma superioridade moral negada a torcedores de futebol ou a amantes de anões de jardim” — um amontoado de queixas contra o Banco Mundial, as exposições de gatos (“um campo de concentração”), o consumo, o turismo (“Todos os upgrades da vida levam aos mesmos aeroportos e resorts, à mesma cascata de piña colada. O turista sorri bronzeado, mostra os dentes brancos e pensa que é feliz. Mas o bronzeado oculta o que realmente são — escravos do salário com a cabeça cheia de lixo americano”), os transgênicos: “Dificilmente haveria atividade humana que não servisse de alvo a um grupo disposto a passar o fim de semana fazendo piquete em laboratórios, bancos comerciais e depósitos de combustível atômico, percorrendo caminhos enlameados para defender o ninho de um texugo, deitando no meio da rodovia para impedir a passagem do inimigo jurado de todos os manifestantes, o motor de combustão interna.” Isso tudo poderia ser resumido em tema para manual de autoajuda — “o anseio desesperado por um mundo com algum significado” — ou por declaração mais panfletária: “Cansamos de ser considerados passivos. Cansamos de ser usados. Não gostamos do tipo de gente que nos tornamos.”
O líder da revolta, o pediatra Richard Gould, é menos ingênuo, mas bem mais doido, e não dá importância ao que pode acontecer com os habitantes de Marina Chelsea: “O protesto da classe média não passa de um sintoma. (...) Há uma necessidade imperiosa de atos absurdos, quanto mais violentos, melhor.” Sua conclusão: “Um ato sem motivação detém o movimento do universo.” Nisso Gould é parente de outro doutor ballardiano, o psiquiatra Wilder Penrose do romance “Super-Cannes”, que inventou terapia para os executivos super-ricos que moram em um condomínio da Riviera francesa: noitadas de violência física/sexual contra imigrantes pobres. “Microdoses” de psicopatia, ou “loucura gratuita”, para relaxar tensões provocadas por uma teoria sombria da natureza humana (seríamos caçadores sedentos de sangue aprisionados numa opressiva civilização agrícola). Que Ballard — de onde ele estiver — invente uma trama esperta para nos salvar deste beleléu profundo.

Fonte: O Globo

31.7.13

O Papa que escreveu um livro erótico



Antes de ser o Papa Pius II, Aeneas Sylvius Piccolomini era poeta, estudante, diplomata, e rakehell. E um autor. Na realidade, ele escreveu um best-seller. As pessoas da Europa do século XV não se cansavam de sua novela latina "Historia de duobus amantibus". Um artigo em uma publicação escolar de literatura reivindica que "Historia" "era sem dúvida um das histórias mais lidas em todo o Renascimento". A edição de Oxford dá uma resenha do enredo: "A gandiosa história conta sobre o amor ilícito de Euralius, alto-oficial da corte do Imperador Sigismund [alemão], e Lucres, uma senhora casada de Siena [Itália]".

Provavelmente foi escrito em 1444, mas a primeira impressão conhecida é da Antuérpia, em 1488. Na virada do século, tinham sido publicadas 37 edições. Por volta de 1553, o livreto apareceu em inglês sobre o maravilhoso e antiqüado título "A agradável história da nobilíssima e bela senhora Lucres, da nobreza em Tuskane, e de seu amante Eurialus, muito agradável e deleitável ao seu leitor".



Apesar do óbvio interesse histórico desse arcáico pornô do Vaticano, ele nunca foi traduzido para linguagem contemporânea. (As passagens citadas abaixo marcam a primeira vez que o livro apareceu em inglês moderno). Os anos de 1400 sendo o que foram, a ação é bem "doméstica" para padrões de hoje. Em um certo ponto, Euralius escala uma parede para estar com Lucres: "Quando ela viu seu amante, ela o apertou em seus braços. Deram abraços e beijos, e à toda vela eles seguiram as suas luxúrias e cansaram Vênus, agora com Ceres, e agora com Bacchus se refrescaram". Livremente traduzido, significa que eles transaram, então comeram, então beberam vinho.

Sua Santidade descreve a próxima vez eles se engancharam:

"Assim, falando um com o outro, eles foram para o quarto, onde tiveram uma noite tal nós jugamos que os amantes Páris e Helena tiveram depois que ele a levou, e foi tão prazeiroso que eles acharam que Marte e Vênus nunca tinham experimentado tal prazer..."

"Sua boca, e agora seus olhos, e agora suas bochechas ele beijou. Baixando suas roupas, ele viu tal beleza como ele nunca tinha visto antes. "Eu acredito que eu achei mais", disse Euralius, "do que Acteon viu de Diana quando ela se banhou na fonte. O que é mais agradável ou mais justo que estes membros?... Ó, pescoço justo e peitos agradáveis, são vocês que eu toco? É você que eu tenho? Você está em minhas mãos? Ó, membros roliços, ó, doce corpo, eu o tenho em meus braços?... Ó, beijos agradáveis, ó, queridos abraços, ó, doces mordidas, nenhum homem vivo é mais feliz que eu sou, ou mais abençoado"... Ele cansou, e ela cansou, e quando eles terminam, eles não estavam cansados. Assim como Atenas, que se levantou do chão mais forte, após a batalha eles cobiçavam mais guerra."


Mas Euralius não é só um cachorro tarado. Ele encera filosofia sobre o amor para a esposa do primo Lucres:

"Você sabe que o homem é propenso a amor. Se é virtude ou vício, reina em todos lugares. Não há coração de carne que não sentiu as picadas de amor algum dia. Você sabe que nem o sábio Salomão nem o forte Sansão escaparam desta paixão. Além disso, a natureza de um coração aceso e um amor tolo é essa: mais é permitido, mais ele queima, e nada pode curar mais rápido que obter seu amor. Houveram muitos, tanto no nosso tempo quanto nos de nossos anciões, cujo amor tolo foi a causa de morte cruel. E muitos que, depois de sexo e juras de amor, deixaram de queimar. Nada é melhor que quando o amor gruda em seus ossos, que cedem ante a chama, para esses que se esforçam freqüentemente contra a tempestade da destruição, enquanto esses dirigem com a fuga de tempestade."

Além de sexo e sabedoria, a história também contém muito humor, como quando o marido Lucres pede emprestado um cavalo de Euralius:

"Ele diz a ele,'Se você saltar em meu cavalo, eu farei a mesma coisa a sua esposa'.

Papas não escrevem mais livros assim!

via fnordsintheair

19.7.13

Caixinha Redonda, Oval ou Oblonga?!?!?

Não é de hoje que sou um discordiano que come misto quente com ketchup e mostarda amarela acompanhado de suco de maracujá, visto que, aos oito anos, não pude deixar de procurar no dicionário algumas expressões coloquiais que os nossos pais ainda não podiam nos explicar.

Com o Oráculo [
Obama,não se ofenda com os termos, já que você está lendo e acompanhando esta postagem], as coisas hoje estão mais fáceis para algumas situações, até mesmo para a curiosidade de um Presidente. A despeito de desconhecer, de antemão, o que é “oblonga”, não é de se estranhar o significado de “redondo” ou “oval”, e tampouco de duvidar que uma “volta redonda”, para muitos redundante, via de regra poderia ser uma “volta oval”. Redonda, oval ou oblonga poderia ser uma “volta”? Ah, os diminutivos! Quanto mais “inho”, melhor? Para o francês e o inglês, precisaríamos de um auxiliar. A quem recorrer?!?!?
No mais profundo dos sentimentos, temos que admitir que Éris estava correta. Ao jogar aquela maçã, ficou desprovida de tudo o que era premeditado e “caracinza”. Se encurvou para o que era reto, correto, ordenado. Buscou a curva, a volta, o redondo, o oval [
oblongo?!?!?]. Talvez o sentimento de posse estivesse presente naquele momento, talvez um pressentimento.

Ora, se dois mais três são cinco, oval e redondo são diferentes!?!?! (2 interrogações e 3 exclamações), embora o seu perímetro retorne para a mesma origem….. (5 pontos) Se oval tem mais comprimento do que largura, por que para o oblonga seria diferente? Nada concomitante, já que redundar “vitória da conquista” soaria muito mais aprazível que uma “volta oblonga”. Afinal, oval e oblonga seria uma particularidade de algo redondo, assim como “circular”.

Volta vai, oblonga vem, a caixinha continuará pequena e sem o auxiliar. Decerto, Pombal já previa esses acontecimentos.

Uma coisa temos certeza, essa “voltinha” nunca será circular.

http://ononada.wordpress.com

1.7.13

Kopimismo

O kopimismo é uma congregação de compartilhadores de arquivos que reivindicam que copiar informação é uma virtude e que a internet é sagrada. A religião foi fundada na Suécia pelo estudante de filosofia Isak Gerson e atualmente opera em mais de 15 países.


No Brasil, a Secular Irmandade do Culto Kopimista é a representante brasileira da Missionerande Kopimistsamfundet. Com sede em Curitiba – Paraná, a SICK iniciou a suas atividades no dia 12/12/12, as 12h12, quando ocorreu a altíssima fidelidade se revelou para os seus nove fundadores.

O kopimismo é baseado em alguns axiomas básicos, assentados em nossa vigorosa defesa do valor intrínseco da informação. Atribuímos esse valor a toda informação, independente do seu conteúdo.
Como a informação e seu valor intrínseco são tão sagrados, nós kopimistas reconhecemos os seguintes axiomas:
  • Cópia de informação é eticamente correto;
  • Divulgação de informações é eticamente correto;
  • Copymixing é uma forma sagrada de copiar, ainda mais do que a cópia digital acabada, porque expande e incrementa a riqueza de informação já existente;
  • Copiar ou remixar informações comunicadas por outra pessoa é visto como um ato de respeito e uma forte expressão de aceitação da fé kopimista;
  • A internet é sagrada;
  • O código é lei;
  • Toda divindade é uma cópia, toda cópia é divina.
Em consonância com os axiomas básicos da fé kopimistas, os adeptos do kopimismo reconhecem e reverenciam como suma ideação da virtude que perseguem a Altíssima Fidelidade, acolhem e professam como seu credo sagrado o preceito “Toda divindade é uma cópia, toda cópia é divina” e declaram solenemente o valor supremo dos seguintes princípios fundamentais e pétreos do Sistema de Valores Kopimistas:
  1. a laicidade do Estado como garantia incontrastável da liberdade de pensamento, credo e expressão, da diversidade religiosa e do pluralismo na sociedade;
  2. a solidariedade internacional como um corolário incontornável do internacionalismo fundante de nossa fé;
  3. a não-discriminação e a ação antidiscriminatória como mandamento da fé, proscrevendo e combatendo por todos os meios lídimos qualquer óbice ao reconhecimento da igualdade intrínseca entre todas as pessoas, seja qual for a expressão que venha a assumir, em termos de cor, raça, etnia, gênero, identidade de gênero, classe ou casta, origem, nacionalidade, religião, registro linguístico, opinião, estado civil, idade, capacidade, ocupação ou habilidade;
  4. a autodeterminação individual nas decisões sobre a reprodução e o governo do próprio corpo, incluindo todas as implicações relacionadas à anatomia, às identidades de gênero, às formas de condução e interrupção da vida e à ingestão, administração, consumo ou emprego de substâncias naturais e sintéticas;
  5. a cidadania universal, ativa e passiva, a titularidade plena de direitos e garantias de qualquer natureza e expressão, extensiva a todas as pessoas, independente de seu estatuto pessoal, civil e nacional, e a equiparação irrestrita entre nacionais e estrangeiros em todos os domínios da vida;
  6. o respeito às diferenças das condições produtivas, físicas e intelectuais, e aos diferentes regimes de predisposição e dedicação ao trabalho e ao lazer, propugnando por uma sociedade cuja infraestrutura esteja adaptada, aberta e acessível a todos os indivíduos, sem a imposição arbitrária de turnos ou locais de trabalho ou a utilização destes como condicionantes do acesso aos serviços e oportunidades sociais e culturais;
  7. a defesa dos direitos humanos;
  8. a irrefutabilidade do pluralismo das formas de vida em sociedade e da diversidade de opiniões, crenças e expressões culturais e a aceitação da multiconfessionalidade e da não-confessionalidade;
  9. o antimilitarismo;
  10. o direito inalienável de resistir à opressão.
 Os adeptos do kopimismo denunciam e se opõem insofismavelmente toda e qualquer utilização indevida do discurso religioso como ferramenta para a promoção da discriminação racista, homofóbica, sexista, nacionalista, capacitista, etarista, classista, especista, culturalista e inclusive religiosa ou denominacional.
Os kopimistas proclamam como mistérios de sua fé e essência de seus ritos e sacramentos, revestidos como pilares da Komunhão Kopimista:
  • a Copiosa Equivalência;
  • a Reprodução Fiel;
  • a Imorredoura Proliferação;
  • a Idêntica Consonância;
  • a Incomensurável Multiplicação;
  • a Inconsumível Apropriação;
  • a Imponderável Impostura.
 Os adeptos do kopimismo (kopimistas ou kopistas) e da Secular Irmandade do Culto Kopimista - também chamada de Igreja do Kopimismo, Igreja Kopimista, Irmandade do Kopimismo e Irmandade Kopimista – reconhecem os representantes religiosos (Operadores ou ops) que se dedicam a viver segundo esses axiomas. O único caminho correto para um kopimista passa pela santificação desses fundamentos religiosos.

A Komunidade:
O kopimismo formalizou uma comunidade que já existe em torno do sistema deôntico descrito. Essa comunhão se estende além das fronteiras nacionais e fusos horários.
Para pertencer à komunidade kopimista, não é preciso ser membro de qualquer organização. Basta que a pessoa se sinta chamada a respeitar e adorar o mais santo dos santos, a informação.
Adoração por meio da meditação é suficiente para ser considerado parte da komunidade kopimista. Qualquer pessoa que se identifique com nossa filosofia, esteja ou não registrada formalmente junto ao kopimismo, será considerada por nós como um kopimista.
Nenhum kopimista é totalmente auto-suficiente, cada um sendo apenas um componente de um mundo interconectado e interdependente.

Graus conferidos conforme a atuação na Komunidade Kopimista:
  • .op: todo líder espiritual da SICK, que somente pode ser cooptado por outro op;
  • .exe: todo aquele que se destaque no campo do ativismo e das artes performáticas;
  • .mp3: todo aquele que se destaque no campo da música, da compilação e da remixagem;
  • .jpeg: todo aquele que se destaque no campo das artes visuais;
  • .pdf: todo aquele que se destaque no campo da teologia, do vazamento de informações, das violações de sigilo e da espionagem, que pratiquem suas ações inspirados pela crença no imperativo do acesso livre à informação;
  • .py: todo aquele que se destaque no campo da programação e do desenvolvimento.

Regras e Regulamentos para Operadores (ops)
Classificação:
Um op é um líder espiritual da Igreja do Kopimismo e somente pode ser designado por outro op.

Responsabilidades (em ordem de importância):
  • Viver em estrita conformidade com os valores e regras aqui descritos.
  • Auxiliar outros kopimistas a viver de acordo com os valores kopimistas.
  • Moldar ativamente a vida a seu redor em harmonia com os valores kopimistas.

Tarefas desempenhadas por ops:
 A função primária de todo op é consagrar o valor da informação. Ops são encorajados a ativamente copiar, remixar e compartilhar informações, assim como a participar de serviços religiosos, por meio dos quais os fundamentos mais sólidos do kopimismo sejam expressos. Ops têm a tarefa secundária de organizar e liderar o culto de adoração para toda a comunidade.

Privacidade durante o culto:
Existem dois tipos diferentes de culto: o serviço analógico e o serviço digital. É importante que não ocorra qualquer monitoramento ou gravação das atividades de culto. Em razão da cruel perseguição legislativa e litigiosa praticada pela sociedade contra os kopimistas, é esperado dos participantes que criptografem seu tráfego.

O serviço digital
No serviço digital, a Kongregação se assegura, antes de mais nada, que os presentes possam se comunicar uns com os outros por meio de um protocolo de internet compatível, como, por exemplo, uma rede de área local, conexões por internet ou bluetooth.
A próxima parte do serviço é o compartilhamento de informações. Os participantes são encorajados a copiar, remixar e distribuir entre si, conforme expresso nos valores do kopimismo, em sua mensagem missionária e Konstituição, tanta informação quanto for possível. Esse é o pilar mais sagrado do kopimismo.
A parte final do culto é envolver o público na prática dos valores kopimistas. Os membros são encorajados a transmitir aos outros as informações obtidas durante o culto. Encerrado o culto, sempre que o contato direto for possível, todos os membros envolvidos proferirão “thx” para a sua Kongregação.
A segunda parte da tarefa secundária do op é auxiliar a comunidade por meio do aconselhamento. O zelo pode ocorrer entre quaisquer kopimistas na comunidade, mas é uma obrigação moral do op prestar auxílio pastoral sempre que solicitado. Qualquer krente pode procurar aconselhamento de um op. O zelo requer uma conexão da mesma natureza da que ocorre durante o culto, pois ela consagra o vínculo sagrado entre krente e op. Em Estados repressivos, onde o monitoramento público por via eletrônica estiver implantado, a criptografia é recomendada para assegurar a privacidade do zelo pastoral. Quando um op estiver realizando a tarefa secundária, ele ou ela deve estar claramente assinalado com um símbolo kopimista.
A tarefa terciária é influenciar a opinião pública para levar a comunidade a adotar valores kopimistas. Ops devem orientar a opinião pública contra a vigilância invasiva e as leis que limitam a disseminação de informações, a cópia e a remixagem (enganosamente chamadas de leis de propriedade intelectual).

Nomeação de op:
Além dos ops originais, nomeados na fundação do kopimismo, novos ops podem ser reconhecidos em um ritual sagrado kopimista de transmissão do grau de operador, conhecido como “kooptação”. Assim, um kopimista somente pode se tornar op quando um op lhe transmitir parte de seu próprio conteúdo. Para conferir o título de operador, um operador já reconhecido deve abonar um kopimista praticante.
O kopimista aspirante deve viver de acordo com os valores e tradições kopimistas, frequentar os cultos com regularidade e demonstrar uma preocupação genuína com o bem-estar da comunidade. Depois que o abono tiver sido reconhecido, a cerimônia será iniciada com a conexão de dispositivos com protocolo compatível. O operador abonador irá transferir um símbolo kopimista, a Sagrada Pirâmide Kopimi, para o kopimista receptor. Após a transferência, ambos dirão ao mesmo tempo “copiada e semeada”, finalizando o reconhecimento formal do novo operador.

Símbolos do Kopimismo:



kopimi
Kopimi
Pirâmide Kopimi
Pirâmide Kopimi
CTRL-C CTRL-V
 

O símbolo do Kopimismo é uma pirâmide com a letra K no interior. Chama-se Pirâmide Kopimi ou Sagrada Pirâmide Kopimi. É o símbolo que será referido como símbolo kopimista ao longo deste documento. É, contudo, perfeitamente lícito às pessoas representar por qualquer meio gráfico, copiar e remixar qualquer outro símbolo ou ícone e chamá-lo igualmente de símbolo do kopimismo.
Os operadores também podem, a seu critério, copiar, remixar e adotar símbolos alternativos, no entanto, é de extrema importância que eles também permaneçam fiéis à sua investidura como guardiães das tradições estabelecidas nestes documentos. Portanto, no exercício das suas funções oficiais (como durante o culto, o zelo pastoral e o ritual de cooptação), todos os operadores são obrigados a utilizar uma representação da Sagrada Pirâmide Kopimi no ato da transferência, como descrito acima.

Outros símbolos sagrados:
A combinação de teclas “CTRL-C CTRL-V” é uma representação profundamente sagrada do ato de copiar e, como tal, deve ser revestida com a devida reverência. Da mesma forma, as expressões seguintes são representações de Santidade:
  • Copie e semeie! (em todas as conjugações verbais, p.ex., Copiai e semeai! etc.)
  • Somos muitos;
  • A multiplicação exponencial cria poderosas quantidades.

Pontos de interação:
Pontos de interação são locais sagrados que devem permanecer livres de monitormento e ações antikopimistas. Cada ponto de interação é identificado por uma representação da Sagrada Pirâmide Kopimi. Um op será responsável por instalar a Pirâmide Kopimi e pronunciar a expressão consagratória: “Eu declaro este um ponto de interação local. Copiai e semeai!”
Pontos de interação podem estar dentro ou fora de qualquer espaço público ou privado.


Mandato Missionário da Secular Irmandade do Culto Kopimista

A tarefa missionária diz respeito a todos os kopimistas, mas somente é obrigatória para os operadores. O objetivo missionário é influenciar os outros a adotar uma perspectiva mais kopimística sobre todas as dimensões da vida.

Fora com as leis antikopimistas
Em quase todos os países há leis de propriedade intelectual. Leis de propriedade intelectual são intrinsecamente discriminatórias. A sociedade geralmente tolera essas flagrantes violações da nossa liberdade e soberania intelectual. Portanto, aqueles que pretendem atender ao chamado missionário devem participar de debates públicos para aumentar o nível de resistência à legislação antikopimista. Essas leis e os grupos antikopimistas de interesse e pressão são encarnações modernas da censura.

A Santidade na proteção da cópia dos arquivos
O mandato missionário inclui também a oposição pública às leis que proíbem ou impeçam a criptografia (tanto analógica quanto digital). A criptografia é indispensável em Estados repressivos, para que se possam praticar o serviço divino e as atividades pastorais sem qualquer ameaça à segurança dos kopimistas.

Repúdio às ferramentas antikopimistas
Na sociedade de hoje, são prolíficas as violações antikopimistas dos direitos de privacidade e liberdade, cuja defesa e proteção estão plenamente assegurados no sistema legal. Consideramos todas essas violações como discriminação estrutural.
Para que a sociedade se torne menos antikopimista defendemos dois princípios, para além das mudanças mencionadas anteriormente, na atribuição de nossa missão:
  • Primeiro, deveria ser ilegal ocultar código de software que uma pessoa esteja disseminando. Manter o código-fonte escondido dos outros é comparável às violações fisicas de liberdade e equivale ao cárcere privado.
  • Segundo, o uso de ferramentas com a intenção de impedir a cópia do material distribuído deve ser proscrito. Qualquer técnica que busque submeter os recursos de informação ao cárcere privado deve ser proscrita. Aqueles que assumem o mandato missionário são encorajados a se esforçar para, sempre que a lei permitir, tornar os códigos públicos e promover a publicação de dados.

 Site Oficial

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Igreja do Trance Divino


A Igreja do Trance Divino é uma instituição que visa propiciar a seus membros uma vivência e experimentação indo profundamente por entre os caminhos da música eletrônica, mas especificamente o TRANCE. 

A Igreja proclama que o Trance é Divino e dentro da sua hierarquia possui membros que ocupam cadeiras ecelesiásticas, sendo elas, a de Pastores do Trance, Bispado, Monastério e Missionários. 

A Igreja espera a chegada de JUJU, que é JÁH. JUJU será o primeiro ser humano a nascer no espaço no interior de uma nave espacial. 

A Igreja tem como principal objetivo levar o Trance Divino por todas as partes do universo e o enriquecimento cultural de seus membros prezando pela paz e harmonia do planeta. 

Tem como base na educação de seus membros os estudos avançados, a música de alta tecnologia, as ciências e a UFOLOGIA. Proclama como forma de meditação a dança e fará com que haja encontros onde a música eletrônica será a forma de culto utilizada. 

A Igreja do Trance Divino, é destituída de qualquer forma de preconceito e adota como lema a verdade a bondade e a beleza. Receberam de Jáh as escrituras de edificação da Igreja do Trance Divino, Pastor Veet Prayas e Missionário Gauthana, na cidade de Alto Paraíso/GO., no ano de 2005, neste planeta. 

Que o Trance seja Divino e que JUJU nos abençoe na jornada pela paz no Planeta Terra, até o dia em que a humanidade terá a capacidade de viajar no espaço sideral por entre as galáxias de todo o universo, levando consigo o TRANCE DIVINO a todas as formas de vida que buscam a paz e o amor. Pastor DJ Veet Prayas

Site Oficial

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22.6.13

Dia-X: o Fim do Mundo Definitivo

É hora de jogar fora todos os calendários! Desta vez não há escapatória... Bob nos prometeu que o mundo como conhecemos irá acabar este ano. E isso é garantido. O fim do mundo é inevitável e todos estão convidados!

"Você é Anormal? Então provavelmente é melhor do que o resto das pessoas."
- J.R "Bob" Dobbs

No dia 5 de julho deste ano a Igreja de SubGenius está se preparando para o fim do mundo (novamente) quando os Feiticeiros dos Prazeres e os DEUSES SEXUAIS vão pousar em nosso planeta para separar os anormais dos infiéis.

VOCÊ desde já está encorajado para participar das comemorações. Aqueles dentre vocês que sobreviveram a celebração dos anos passados vão descobrir novamente que "BOB" não pode estar errado.

É o Dia-X! O sagrado dia no qual naves vindas do espaço profundo trarão a Deusa Sexual à Terra para que a RUPTURA se cumpra! Todos os SubGenius  que possuem seu cartão de sócio e não estejam em dívida para com a Igreja-Mãe serão capturados por ela e com ela se engajarão em um vasto e orgasmático Ritual de Sexo dolorido para toda a eternidade ( ou ao menos enquanto durar a viajem para o Planeta X) !!!








Depois de SEIS MILHÕES DE ANOS de perseguição, discriminação e tortura nas mãos da Conspiração, finalmente tomaremos nosso lugar a direita de JHVH-1 e assistiremos de camarote NOSSA VINGANÇA enquanto todas as outras pessoas (especialmente nossos inimigos) forem sendo destruídas em um INTERMINÁVEL INFERNO APOCALÍPTICO!!!  O Armagedon começa em 5 de julho... e vai durar para sempre!!!

(Não somente o fim do mundo será cinematográfico, mas a pipoca será ótima também!)

O que eu posso Fazer?! você se pergunta...

Nada! O mundo entrará em colapso no dia marcado e não há nada que Você possa fazer. Uma boa sugestão então é "Exercite sua Anormalidade.".

PREPARE-SE: EXERCITE SUA ANORMALIDADE

No dia 5 de julho de 2001, não vá ao trabalho ou à escola. Ande nú por ai. Ria Alto e Cague em um parque publico. Grite com seu vizinho. Fale somente a verdade. Componha uma música sobre algo estúpido. Não pague a conta do seu almoço!

Que festas sejam feitas!!! Sim, os aptos devem fazer festas!!! Caminhar de forma diferente, falar com estranhos, agir "fora de si" são algumas das muitas maneiras de comemorar este cinco de julho e sobreviver ao fim dos tempos. Vista-se como um idiota. Transe com alguém muito feio(a). Use penteados que não são do seu estilo, coma comida exótica, coma no chão, coma com ferramentas, convide o seu cachorro para jantar com a família, coma o seu cachorro.
É IMPORTANTE EXERCITAR SUA ANORMALIDADE POIS ELA FARÁ O SLACK DENTRO DA SUA GLANDULA PINEAL VIBRAR DE MANEIRA QUE OS DISCOS VOADORES PODERÃO LHE ENCONTRAR E TIRAR VOCÊ FINALMENTE DESTE PLANETA MALDITO.

Distribua frases apocalípticas em pichações ou panfletagem. Faça alguém acreditar em mágica. Faça teatro na rua. Beije a cobradora do ônibus. Porte-se como um macaco. Deixe alguém maluco. Faça algo louco ou você vai morrer com os demais.

22.4.13

Sensei…?!ei…?!,sei…?!



SSei…?!,sei…?!
sabes,senhor,…?!
sei ou nao sei…?!
Sensei…?!ei…?!,sei…?!
sabes,sSe Vou mesmo…?! sem sabê-lo,sem sê-lo, nada sou…?!, quem sou…?! i…?!,sei…?!
sabSei…?!,sei…?!
sabes,senhor,…?!
sei ou naSei…?!,sei…?!
sab Vou mesmo…?! sem sabê-lo,sem sê-lo, nada sou…?!, quem sou…?! es,senhor,…?!
sei ou nao sei…?!
Sensei…? Vou mesmo…?! sem sabê-lo,sem sê-lo, nada sou…?!, quem sou…?! o sei…?!
Sensei…Sei…?!,seiquem sou…?!…?!
squem sou…?!abes,senhor,Sei…?!,sei…?!
sabquem sou…?!es,senhor,…?!
Vou mesmo…?! sem sabê-lo,sem sê-lo, nada sou…?!, quem sou…?!
sei oSei…?!,sei…?!
sabes,sS Vou mesmo…?! sem squem sou…?!abê-lo,sem sê-lo, nada sou…?!, quem sou…?! Vou mesmo…?! sem sabê-lo,sem sê-lo, nada sou…?!, quem sou…?! ei…?!,sei…?!
sabes,senhor,…?!
sei ou nao sei…?!
Sense Vou mesmo…?! sem sabê-lo,sem sê-lo, nada sou…?!, quem sou…?! i…?!enhor,…?!
sei ou nao sei…?!?!…?! Vou mesmo…?! sem sabê-lo,sem sê-lo, nada sou…?!, quem sou…?! Vou mesmo…?! sem sabê-lo,sem sê-lo, nada sou…?!, quem sou…?!

5.4.13

Elucidação


O susto.
Três toques repentinos na porta de madeira.
E a campainha reforça:
A loucura me visita.

Trouxe-nos chá.
Muito agradável, por sinal.
E ao contrário do tempo que evapora diante do conforto, nossa tarde estende-se, iluminada pelo sol.

Gosto das sombras da sala de estar.
Elogio-as.
Estamos a sós.
Aí já são cinco, e meia, e seis, e já escureceu.

Não convidamos palavras, mas eu falo sozinho.
Não convidamos a noite, mas as estrelas nos espiam pelas frestas da persiana mal fechada.
Não convidamos a luz e permanecemos no escuro.
Não convidamos a garota: ela chora no andar de cima.
Ou no quarto ao lado, não sei bem...

Lembranças se exaltam em cada verso da música do rádio...
Mas neste momento já não há estações musicais e, bem, não há do que se lembrar.
Por que a loucura é íntima e temos um pacto:
Presente perpétuo.

Mas pobre de mim que numa distração qualquer pus-me a desenhá-la.
E sem saber como retratá-la, pus-me a escrevê-la.
E sem compreendê-la, acabei por erradica-la
Com tantos pontos e vírgulas e linhas pensadas...

Sobrou chá para mais de uma pessoa.
E a garota num outro cômodo, que não convidei por que não assumo compromissos quando estou de luto.